sexta-feira, junho 29, 2007

O Georden faz dois anos

Aviso à navegação. O Georden faz hoje dois anos.

Temos algumas novidades para quem nos visita.
Começamos hoje com interessantes rubricas.
Em primeiro lugar, o Georamio, que será a galeria fotográfica da Georden, incluindo a disponibilização do ficheiro KML para visualização directa no Google Earth;
Depois, temos o espaço "Em trenós";
Por último, há novas temáticas com ligações para sites de interesse. Entre elas estão Antropologia, Economia, História, Sociologia e Legislação.

Durante este dia, iremos também melhorar o nosso aspecto gráfico, mais agradável e elucidativo das nossas preocupações habituais, Geografia, Planeamento, Ordenamento e Desenvolvimento.
Para terminar, em breve, surgirá também uma nova série de cartoons, a "Nau Fragos".
Estejam atentos!!!


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2005

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2006

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2007


Desde de 2005 que o Georden está em constante evolução, sempre a pensar em vós.

O Georden em números:
Anos: 2
Recicladores: 4
Reciclagens: 371
Média por dia: 0,5 (ou se quiserem, 1 em cada 2 dias)
Média por reciclador: aprox. 93
Comentários: 200 (apenas ???)
Visitantes: aprox. 10900 (a contar desde 22/11/06)
Média por dia: aprox. 60 visitantes/dia

Clique para viajar

Origem das visitas:
70% de Portugal
20% do Brasil
5% dos EUA
1% da Espanha
4% de outros países

Obrigado a todos os que têm contribuido para estes números!
Muitos parabéns a todos.


Saudações geográficas,

A Georden

quinta-feira, junho 28, 2007

O Cerco

O Cerco - nome de filme de António da Cunha Telles
Cerco - nome de um disco dos Xutos...
...

Hoje, quinta-feira, dia 28 de Junho de 2007, foi prò ar o último Trébede na RNE3 - Rádio Nacional de Espanha.

Desde a primeira emissão, a 8 de Abril de 1989, que o programa e o seu autor, Iñaki Peña, nos ofereciam - a nós, os felizardos que pudemos encontrar-nos com ele - um espaço de liberdade na rádio pública espanhola.

Mas que sentido faz esta menção aqui no Georden?
É que Trebede era um programa diferente. Dedicado às tradições musicais folclóricas, ao desenvolvimento sustentável e à defesa do meio ambiente, representava um espaço que dava voz às pessoas colectivas e individuais, para elas falarem sobre os seus problemas. E tantas denúncias se fizeram naquela antena aberta.

Após a invasão do Iraque, em 2003 - "reinava" então o PP - o programa foi proibido, por, claro está, ser uma voz alternativa à vontade do governo da altura. Grandes protestos e uma polémica que chegou ao parlamento, pela voz do grande humanista, poeta, escritor e cantor aragonês José António Labordeta, fizeram a força que pôs as coisas no seu justo lugar.

Agora, em pleno governo socialista, num país que se diz democrático ("a teoria não pode ser separada da prática, senão não faz sentido", disse Iñaki na sua última hora na rádio pública), o autor de Trébede vai ser "jubilado", que é como quem diz, reformado, que é como quem sabe - e todos os trebederos o sabemos - vai ser afastado.

Quero aqui manifestar que não me esqueço das boas horas de lucidez e boa música que pude ouvir e conhecer, incluindo muita música portuguesa que não passam nas nossas rádios que se dizem de serviço público.

Iñaki sai do ar.
Iñaki sai do ar de difusão estatal.
Mas a liberdade não se esgota aí.


Mais informações:
http://www.trebede.info/
http://www.profesionalespcm.org/sonoro/trebede.php

Debate em Serralves

Ver mais


O debate é essencial.
Ou estamos a ver "o espectáculo do mundo" sem lhe podermos tocar?

Por isso, esta tarde, que tal uma ida à Fundação de Serralves?

Difundido via correio-e.

quarta-feira, junho 27, 2007

Pareceres...

Mais um “tecnicista”. No Diário de Notícias de ontem, Fernando Seara, presidente da Câmara de Sintra, ex quase candidato à Câmara de Lisboa, e ex especialista da bola, atordoa-nos com mais uma mirabolante proposta: Portela mais dois: Aqui.

Andamos a brincar aos aeroportos (para não variar). Tenho para mim que estes dislates, entre muitos outros, mais as negociatas, jogadas de bastidores e “contra informação”, servem para nos enredar no precipício da dúvida. Com isto se vão esquecendo coisas mais importantes e PRESENTES. Crescimento mais baixo dos salários na OCDE. Livro branco das relações laborais: Já ouviram por aí?

terça-feira, junho 26, 2007

Olho vivo...

Imagem com a cortesia Portugal dos Pequeninos

Mike Davis, na sua obra “City of Quartz- excavating the future in L.A”(vencedor em 1990 do American Social Science Association Best Book Award), alerta para algo, que se poderá definir como “cidades fortaleza”. De facto, no capítulo 4, encontramos o tema título “Fortress L.A”. Este transporta-nos para um mundo de paranóia da (in)segurança, muito anterior à paranóia do terrorismo, em nome do qual se estrangulam os direitos e liberdades dos indivíduos (principalmente dos menos protegidos). Davis fala-nos da destruição do espaço público, não apenas a destruição física, mas a “morte” da ideia de um espaço comum, de todos e para todos. Este espaço é “requalificado” e estratificado, segundo uma ordem social, ou mesmo racial. Existe, por outro lado, uma centralização de comunicações, com apropriação do espaço, uma mão (e um olho) invisível, uma Haussmanização da cidade. Helicópteros no céu e uma câmara em cada edifício!

No filme Alice, de Marco Martins, um pai procura incansavelmente a sua filha desaparecida, dispondo câmaras por toda a cidade. Procura-a também nas fitas disponibilizadas por amigos, nas denominadas câmaras legais: do metro, por exemplo. Isto leva-nos a uma legítima interrogação: quem controla a privacidade dos dados? Pode-se facilmente aceder a estes? São destruídos, guardados?
As câmaras são já um lugar comum, nas estradas, espaços comerciais. Nos espaços públicos? Sabemos da existência destas em casas de banho, na net, no vizinho do lado…por todo o lado.

Esta semana, soube-se que, uma manifestação de militares terá sido “filmada” pelo ministério da defesa (ou por outros militares?). Medo das multidões, ou, todos podemos ser filmados, como interroga Francisco José Viegas? Soubemos também que na manifestação recente de cidadãos do Porto, na reabertura do Rivoli (não se trata aqui de quem tem ou não razão relativamente à privatização do teatro), o director do JN, foi filmado e aparece depois no site da Câmara Municipal. Podem ver site aqui. E Vídeo aqui. Tudo muito natural?...

O blog zero de conduta oferece-nos vários casos e “coincidências” do tamanho do mundo. Sabia da existência de um top de street-view sightings? Mais AQUI.
Hoje mesmo, a Câmara de Lisboa :admite ligar radares sem parecer da comissão de protecção de dados. (Público)

Quando o muro de Berlim caiu, o Ocidente “descobriu” consternado(?) que a polícia política da ex RDA (STASI) espiava os cidadãos ao ponto de gravar as suas relações sexuais.

Chamem-lhe o que quiserem. George Orwell nem imaginava…

segunda-feira, junho 25, 2007

Se quiserem uma terceira parte da negociata...

Acrescento algo mais à negociata...
Pode ser a terceira parte da sequela, mas funciona como a do Star Wars. Primeiro os três últimos, depois os primeiros três.
"Neste momento o que é preciso é que a nova infra-estrutura se faça. E já vamos tarde." (Joaquim Carlos Fortunato, Presidente da AECOPS).
Podem ler o artigo seguinte e tirar as vossas próprias ideias. Seja qual for o estudo, um dos sectores que mais contribui para o PIB e oferta de emprego em Portugal exige uma obra com as dimensões do novo aeroporto. Além disso, exige, também, a área da Portela para novo uso. Que uso daremos aos terrenos da Portela após encerramento do aeroporto? Vejo muita discussão em torno da localização do novo aeroporto, mas não vejo qualquer discussão em torno de um provável projecto urbanístico (controlado, planeado, etc) para a futura área de expansão urbana da Portela.Clique para aumentar"Governo reconhece a importância do investimento em Construção." Qual o governo que não reconhece? Só um Governo tótó... ou só o "governo" da oposição sem sentido. Dia 16 de Junho (Sábado), entre anúncios, recuos, novos estudos da localização do aeroporto, Sócrates, Pinho e Lino (e outros governantes) juntaram-se à mesa com os principais representantes da Construção nacional. Enquanto uns estudam novas hipóteses para o NAL, o governo estuda como repartir dividendos com as futuras obras e equaciona novos investimentos. O que será depois do Aeroporto e TGV?
Clique para ler
In Jornal da Construção, 14.06.07 e 21.06.07.

Galiza e Norte de portugal

No Jornal de Notícias de hoje, uma entrevista essencial com Emilio Pérez Touriño, o qual preside à Junta da Galiza desde 2005. Este fala-nos do modelo de desenvolvimento em que assenta o crescimento da Galiza, modelo esse, que funciona, ou deveria funcionar, como referência para o Norte de Portugal. Já aqui se tem referido a importância da Euro-região, das relações bilaterais ao nível de cooperação aeroportuária, da ligação entre Universidades e, entre estas e a comunidade empresarial (uma realidade na Galiza); não desprezando a dinâmica preventiva na questão ambiental, atente-se, nesse sentido, no caso da empresa Pescanova que viu recusada a instalação da sua unidade de piscicultura na Galiza, passando esta para …MIRA (as normas comunitárias relativamente ao ambiente não serão as mesmas?). Retirada a inevitável "ganga" política, uma entrevista a reter.

Toda a entrevista AQUI.

domingo, junho 24, 2007

Tudo deserto de fim-de-semana...

Como poderemos sequer considerar (ou imaginar), uma área situada em pleno deserto, protegida, ou reserva de qualquer coisa, ou até, aquífero (como?) extenso? Dirá atordido, o Sr. Lino.
Assim, informa-se e rectifica-se: temos Lisboa, a paisagem e o deserto. E porque não?...

sexta-feira, junho 22, 2007

A negociata - segunda parte!

Havia começado, dias atrás, a trabalhar num artigo sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa, envolvendo os estudos disponíveis e material publicado nos meios de comunicação. Um artigo de discernimento. Debalde. Com as (re)formulações dos últimos dias , passamos da negociata ao logro. Explico cronologicamente.

Primeiro foi o salto a terreiro, em plena campanha eleitoral alfacinha, da “nova” abertura. Em suma, um recuo estratégico, compreensível à luz política, dirão alguns, mas minando com metástases a credibilidade e as boas intenções.

No passado fim-de-semana ficamos a saber que, a tal abertura, se projectava na realização pela CIP (confederação da indústria portuguesa), de um estudo sobre a localização em Alcochete. Falava-se também do alto patrocínio de alguns empresários para a realização de mais estudos. (Empresários = a boas intenções). Ainda a 16, ouviu-se na comunicação social que teria existido um acordo tácito entre o governo e a CIP para nem sequer se avançar para um estudo Portela+um. Nesta altura, ainda não se sabia que a CIP não estava sozinha (ou estava já?), a ela se juntava a (ACP) Associação comercial do Porto (também por aqui?), cujo presidente, Rui Moreira, escreve sobre o assunto, há vários meses e, por fim, a confederação do turismo português (CTP).

A 17, Domingo, Van Zeller afirma que as outras associações, ACP e CTP, afinal não faziam parte do projecto, devendo a CIP avançar sozinha, a pedido do governo. Como?
Ainda a 17, surge a questão, não apenas nos média mas em blogs como o Abrupto: mas afinal, se o governo já teria encomendado estudo alternativo à CIP (Alcochete), porque o escondeu nestes últimos meses? Ou terá surgido na última da hora? A questão é que ainda na sexta-feira, 15 de Junho, o governo desmentia qualquer “negociação” com a CIP.

Ainda no domingo, Rui Moreira em entrevista ao “Diga lá, Excelência” do PÚBLICO, Rádio Renascença (RR) e RTP 2, desmente a CIP e Mário Lino, relativamente à inexistência de negociações. Parece que em reunião entre Sócrates, Lino e o presidente da CIP, se achou “conveniente” ser esta apenas a avançar com projecto. Moreira afirma que foi “desconvidado”, mesmo depois de ter organizado uma apresentação no palácio da bolsa no Porto, onde também se sugeria o estudo da portela+um.

A 18, 2ªfeira, o governo desmente o presidente Van Zeller da CIP, sobre a “imposição” de ser apenas este o interlocutor (DN). No dia seguinte a esta trapalhada, o Sr. Lino afirma aos jornalistas que está fora de questão a Portela+um (em declarações à LUSA), por não estar na posse de estudos concretos. Estudos esses, que ele curiosamente nunca solicitou e, impediu, não permitindo sequer a hipótese. Gaffe? É para rir? Nesse mesmo dia, o Publico refere que afinal, o ministro “faz” que cede e “abre uma porta” a um estudo Portela+um. A ACP aproveita e diz que vai avançar. A 20, Quinta-feira é chumbada pela maioria, uma proposta de um partido da oposição, aliás apoiado por todos os outros, para se proceder pelo menos a um estudo da Portela+um. Nada. Mas afinal?... Vai avançar o estudo da ACP, ou não?

Ainda dia 20, o DN anuncia que a NAER (empresa pública responsável pelo novo aeroporto), promotora da OTA (como?) vai patrocinar estudo alternativo (Alcochete) a realizar pelo LNEC (laboratório nacional de engenharia civil). O governo vai canalizar dinheiro para esta, visto que a empresa não tinha previsto estudos alternativos. Quanto custa ganhar a eleição de uma capital?

De qualquer forma a negociata remete-nos para o logro. A mentira. Não se estuda para poder decidir. Mas para encobrir a decisão tomada. Basta consultar o site da NAER AQUI. Ao lado do bem-vindo ao novo aeroporto, surge a palavra OTA. Não admira que já se vendam lotes… E agora?

quinta-feira, junho 21, 2007

A ética pode ser privada?

Leia, que lhe faz bem
Artigo da Visão de 21-Junho-2007


Será moda?
Acabo de ouvir na Tv Zapatero a reafirmar que “o desenvolvimento sustentável é compatível com o crescimento económico. Aliás, o desenvolvimento sustentável é a melhor maneira de crescer economicamente”.

Segundo Stuart-Mill (há alguns anos que as escolas deixaram de me ensinar filosofia…) classificava as acções como boas ou más segundo o motivo que lhes subjaz.
Uma acção que proporcione a felicidade a mais gente, essa será a acção a tomar.

Continuamos a ver o exercício da política institucional pela óptica dos partidos
(“Esta m.... dos partidos é que divide a malta, pá…” ironizava José Mário Branco em FMI, que por acaso está a fazer 25 anos desde que foi registado). Os mesmos que dizem representar-nos, mas que são como cavalos de Tróia a "tratar" do que nos diz respeito. E, como estão lá os partidos, o público tem pouco interesse pelo interesse público.

Mudamos por imperativo categórico? Ou porque, afinal, “anda na boca de toda a gente e nós, partidos, não queremos ser diferentes”? Mudamos porque é evidente que temos que mudar? Ou porque isso é melhor para nós, partidos?

Eu também já conheço a história dos senhores do mundo que descobriram na estabilidade e na “democracia” um negócio muito mais rentável que os alcançados pela manutenção de guerras e ditaduras. E foi esse vil motivo por que o mundo mudou.


Afinal a história já não é nova…
A História é uma moda.
Como a roda que roda
Mas nunca se renova…

quarta-feira, junho 20, 2007

A negociata-primeira parte

Bartoon por Luís Afonso in Público

Maré alta em Abrantes com o Aquapolis

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In "Abrantes", Junho de 2007, pp. 06-11

segunda-feira, junho 18, 2007

Paisagem

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de César, Junho de 2007.

Lagoinha da Serreta - Ilha Terceira (Açores), 17/06/2007

Poliglotas

Às vezes, através de comparações de um termo em diferentes línguas permite-nos apreender melhor o seu sentido. Ou compreender outras coisas.
Um exemplo de que estou a lembrar-me agora.
Para loja, armazém ou depósito, os catalães dizem "magatzem".
Os italianos dizem "magazzino".
E a palavra equivalente em russo soa semelhante a "magazine".

Assim vamos percebendo o mundo.
Mesmo que isso nem sempre sirva para extrairmos uma "lógica", um "moral da história", ou uma conclusão, temos muito a ganhar comparando umas coisas com outras. Às vezes ficamos com uma grande confusão na cabeça. Aqui vos deixo algumas línguas:



Ota situa-se num dos 28 aquíferos (até hoje) identificados na Orla Ocidental: Ota-Alenquer. É dos mais pequenos do país. A disponibilidade hídrica subterrânea* é de 0,45 a 0,70 hm3/ano/km2.
Alcochete situa-se na margem esquerda do aquífero da Bacia do Tejo-Sado. "É o mais extenso aquífero da Península Ibérica." A disponibilidade hídrica subterrânea* é de 0,15 a 0,20 hm3/ano/km2.

"Cap. 3 - Recursos Hídricos", in Alterações Climáticas em Portugal - Cenários, Impactos e Medidas de Adaptação, Ed. Gradiva, 2006




Ota ou margem sul? Pinto não tem preferência de localização. A sua escolha vai para o que estiver pronto mais depressa. Seja onde for.

Entrevista a Fernando Pinto, in Visão de 14 de Junho de 2007, p. 7



(…) “o anonimato dos financiadores [do estudo de Alcochete] se prende ao facto de estes «temerem represálias do Governo em futuros negócios» (…)
p. 60

(…) os seis meses que o Governo deu ao Laboratório de Engenharia Civil (LNEC) para cumprir esse desígnio poderão ser insuficientes. Isso mesmo admitiu à Visão o seu presidente, Carlos Matias Ramos (…) «em estudos semelhantes a este, o prazo dado costuma ser de um ano, dado, por exemplo, o necessário trabalho de observação prolongado de alguns ecossistemas.”
p. 59

Paula Alves [da Naer, empresa tutelada pelas Obras Públicas] estima que a opção de Alcochete levanta sensíveis questões ambientais (…)
A Naer não se desvia assim um milímetro do previsto: (...)
Também o estudo sobre o modelo financeiro de privatização da ANA - a partir do qual resultará 70% do investimento privado na Ota -, conduzido pelo BPI e Citygroup, continua previsto para o fim de Julho. Nem o facto de, como muitos analistas prevêem, a privatização ficar comprometida caso a Ota seja descartada, é considerado problemático. «Defendo a privatização, mas se tal não suceder, é sempre possível um modelo de concessão da ANA», defende a directora da Naer.
p.58

"O fim da Ota?", in Visão de 14 de Junho de 2007



Em termos económicos, a área de Alcochete «está fora da zona de Lisboa e Vale do Tejo», o que permite ir buscar fundos comunitários» para construir o aeroporto, algo que «não sucedia em Rio Frio ou Ota» adiantou. [Carlos Borrego, cordenador do estudo da opção de Alcochete]
(...)
Naquele local [Alcochete] encontram-se «23 espécies que estão na directiva dos habitats», logo «é bom fazer-se uma análise ambiental ponderada e cuidada, porque poderemos ter problemas com a inibição, inclusivamente dos apoios comunitários» [Paula Alves, da Naer]

"Opção Alcochete não tem problemas ambientais, diz coordenador de estudo" - 12 de Junho de 2007, in http://www.tsf.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF181205



No final da sessão de apresentação, em declarações aos jornalistas, o ministro [Mário Lino] referiu que o governo "já tem um conjunto de ideias" para o destino das terras onde se situa actualmente o aeroporto da Portela, em Lisboa, mas considerou ser ainda cedo para anunciá-las.
"Aeroporto de Lisboa noutro local inviabilizaria financiamento comunitário" - 22 de Novembro de 2005, in http://www.rtp.pt/index.php?article=209152&visual=16



A defesa de Alcochete, como preconiza o estudo que Francisco Van Zeller apresenta hoje ao Presidente da República, assenta sobretudo em pressupostos financeiros. A opção por este concelho da margem sul - mais perto de Lisboa que a Ota - permitiria também a manutenção da Portela. A Ota implica a desmantelamento imediato do actual aeroporto da capital.

"Novo aeroporto vai ser decidido até ao fim do ano", 11 de Junho de 2007, in http://dn.sapo.pt/2007/06/11/nacional/novo_aeroporto_ser_decidido_ao_do_an.html



Carlos Lourenço [Presidente da Associação de Municípios do Oeste] disse que «este impasse» terá como consequência o adiamento dos Planos Director Municipal (PDM) e Estratégico da região Oeste, afirmando que será necessário falar com os investidores, de modo a evitar uma «quebra de confiança, sobretudo no turismo, onde estão a ser investidos muitos milhões de euros».

"Municípios da região Oeste concordam com novo estudo", 12 de Junho de 2007, in http://www.tsf.pt/online/portugal/interior.asp?id_artigo=TSF181235


E ainda a procissão vai nua...


* Disponibilidade Hídrica Subterrânea - o volume de água subterrâneo que a formação hidrogeológica pode fornecer em condições naturais, em resultado da recarga por infiltração da precipitação.

Consulte também
Sistema Nacional de Recursos Hídricos
Instituto da Água

domingo, junho 17, 2007

"Ajude já antes que derreta"

Clique para aumentar"Esta brochura foi preparada no âmbito das actividades da campanha “Ajude já antes que derreta”, promovida pelo Fórum Algarve.
A campanha destina-se a divulgar a crianças e jovens, as causas e consequências das modificações climáticas, e promover os comportamentos que diminuam o impacto do Homem no clima.

As actividades desta campanha são apoiadas pelas receitas obtidas na pista de gelo, que esteve aberta ao público durante o período de Natal de 2006 no Fórum Algarve."



Clique para regar
“As alterações do clima ocorrem por causas naturais. No entanto, a actividade do Homem pode ter ajudado a que essas alterações sejam mais rápidas. Isso acontece devido à libertação para a atmosfera de gases que aumentam o “efeito estufa” e que favorecem o aquecimento da Terra”

Fiquei surpreso com este desenho. Com esta idade sempre que desenhava um sol, desenhava uma praia ou um monte verde com um rio a transbordar de água. Com o passar dos tempos, as fontes de inspiração mudam.



Desenho de Sérgio Romualdo, 14 anos, EB 2,3 João da Rosa, Olhão.

Clique e não respire
“Dos gases libertados pelo homem, o que mais contribui para o “efeito de estufa” é o dióxido de carbono. Quando utilizamos carvão, petróleo ou gás (combustíveis fósseis não renováveis), libertamos dióxido de carbono para a atmosfera.

Um clima mais quente tem consequências em todas as zonas do Planeta. Os primeiros sinais são visíveis nas zonas próximas dos pólos, onde a quantidade de gelo diminui e os glaciares ficam mais pequenos. A água que estava nestes glaciares e sobre regiões cobertas de gelo aumenta o nível do mar em toda a Terra.”


Com este desenho, só tenho uma pergunta a fazer: será que estamos acordar tarde para este assunto? Vá. Está na hora de acordarmos...

Desenho de Lina Hasse, 15 anos, EB 2,3 Dr. António João Eusébio, Moncarapacho


Clica para remendar“Muitos países, preocupados com o futuro do planeta, assinaram um acordo para reduzir o impacto que as acções do homem têm sobre o clima. Este acordo chama-se protocolo de Quioto. Portugal assinou este protocolo.”

O protocolo de Quioto servirá como remendo?


Desenho de Diogo Brito, 13 anos, EB 2,3 Dr. António João Eusébio, Moncarapacho


Clique para ir no ventoDavid José Santos, 12 anos, EB 2,3 Poeta Bernardo Passos, São Brás de Alportel

Este desenho é igual aos meus quando tinha 12 anos. Desculpem, estou a mentir. Nas minhas paisagens ilustrativas não se encontravam parques eólicos. No telhado da casa nunca colocava painéis solares e as janelas encontravam-se sempre fechadas. Esta mostra as janelas abertas e de cortinas corridas para arejar e entrar a luz natural.


Clique para sorrir ou chorarCatarina Santos, 13 anos, EB 2,3 Santo António, Faro

Sem querer menosprezar os restantes trabalhos, para mim estes dois desenhos estão fantásticos. Fizeram-me rir e diz tudo. A ideia, penso, que não é original mas a autora certamente quando os fez, também, não pensou nisso. Desenhou aquilo que sente. Dois mundos com dois sentimentos distintos, devido ao tratamento que é lhe dado.

Com tudo isto, vejo que as novas gerações já têm uma visão diferente. Certamente cuidarão melhor do nosso planeta que nós. Vamos contemplar a sua arte, para ver se aprendemos alguma coisa com eles.

sábado, junho 16, 2007

"A Cidade na História", de Lewis Mumford

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Saído da pena de Lewis Mumford. Mais que um livro, um mundo! Obra épica, de vida toda, construída à força de muito viajar, ouvir, observar e ler. Começa lá muito atrás, na penumbra da memória: “A cidade dos mortos antecede a cidade dos vivos”. Podemos expressar, na esteira do autor, que a inicio, a cidade era simbolicamente um mundo, hoje o mundo é uma cidade.

A páginas tantas, encontramos o nosso colega Heródoto, também ele incansável viajante, geógrafo e historiador, que apenas escreveu uma obra (de toda uma vida), “Histórias” em nove livros, e que assim nos desvenda Babilónia em primeira-mão:
A cidade ergue-se numa ampla planície e é um quadrado exacto, com cento e vinte braças de cada lado, de sorte que a cidade inteira tem quatrocentas e oitenta braças [de perímetro]. Ao passo que tal é o seu tamanho eu não há outra cidade que dela se aproxime(…). No circuito da muralha, encontram-se cem portões, todos de cobre com vigotes de bronze e moirões laterais (…)A cidade é dividida em duas porções, pelo rio que passa pelo seu meio. Esse rio é o Eufrates, uma corrente larga, profunda, que se inicia na Arménia e vai cair no mar Vermelho.

Um livro para se ir lendo com fôlego (cerca de 700 páginas), consultando, analisando, poisando e voltando sempre. Afinal, não é fácil abraçar um mundo todo de uma só vez…

Lewis Mumford
“A Cidade na História - suas origens, transformações e perspectivas”

Tradução de Neil R. da Siva
Martis Fontes Editora, São Paulo, 1998

Conheço também a versão Inglesa. Tradução em Português só conheço esta versão, a Brasileira.

sexta-feira, junho 15, 2007

O desenvolvimento continua

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O Povo de Guimarães, 8-Junho-07, p. 11

Quem dá a cara são os vereadores do urbanismo. Os técnicos, como no livro "A Mansão dos Pimpão", parecem cientistas sequestrados pelos poderosos.

Estes têm uma linguagem muito própria:

"Estamos a falar de mais de 3 mil postos de trabalho"

"Guimarães passou muito tempo com apenas uma superfície comercial enquanto outras cidades foram aumentando este tipo de oferta (...)"


Enfim, a reprodução do sistema continua: a ameaça que faz de nós reféns - os postos de trabalho (que qualificação criam esses postos de trabalho? - perguntamos) - doura-nos as orelhas.

Leiam o artigo e fiquem a saber mais.

quinta-feira, junho 14, 2007

Passeio em Alvaiázere

Cilque para aumentar

Algures nas terras de Sicó - Eduardo F. - Abril de 2005

Irá realizar-se no dia 16 de Junho (Sábado) em Alvaiázere o 3º Passeio Pedestre "Nos Trilhos da Geodiversidade" - Os megalapiás do lugar da Mata.

O Ponto de encontro será às 9:30 à frente da Câmara Municipal de Alvaiázere.
Para quaisquer informações: joao.forte@cm-alvaiazere.pt
Inscrições limitadas.

Eleições para a OTA?

Sem prejuízo do escrito no artigo anterior, quero afirmar que, se acredito nessa “espécie de diálogo” e de hipotética abertura à discussão de alternativas à OTA, também enfatizo que não acredito (já) no pai natal nem em generosas borlas. O timing denuncia-os. Esta reviravolta coincide com o quê, meus amigos? Eleições na câmara da capital. Ora, caríssimos, na capital, este tema (novo aeroporto na OTA) é, pelo menos, pouco grato (ainda por cima revestido de escasso debate), para a população em geral, turismo, comércio, entre muitos outros. Nenhum candidato, nenhum (mesmo o que vem do poder e era um indefectível defensor da OTA), pode esquivar-se a isto. Comecei a “notar” algo na semana passada. Pelos vistos, não sou o único.

Em Lisboa, a Ota não é propriamente popular, como compreenderam as oposições, cujos candidatos à câmara, sem excepções, tiveram logo o cuidado de se inscrever no coro anti-Ota. Só António Costa ficou de fora, amarrado ao pelourinho do novo aeroporto(...). O rei Henrique IV de França converteu-se ao catolicismo porque "Paris vale bem uma missa". Sócrates terá pensado que a Câmara Municipal de Lisboa vale bem um aeroporto.
Rui Ramos Público 13-06-07

Ganhou-se, pelo menos, no debate. Seja.

quarta-feira, junho 13, 2007

Mais OTA menos OTA

Quando aqui comecei a reflectir sobre o novo aeroporto na OTA, este era um dado adquirido. Não me achando na posse de todas as variáveis, busquei com insucesso, mais elementos. Nada. Estava decidido. Com o primeiro artigo, “denunciei” as dúvidas no ar: ventos, estacaria, geologia, crescimento, custo, distância, ordenamento. Queria saber mais. Queria o contraditório: outros e mais estudos. Meses depois, com a modesta contribuição GEORDEN, de muitos cidadãos e da blogosfera, já se discutem OUTRAS opções.

A mais recente, situada no “deserto” (segundo o sr. Lino), mais concretamente no campo de tiro de Alcochete, tem pelo menos a virtude de, ser constituída, em grande parte, por terrenos públicos, sendo assim menos vulnerável à especulação. Todavia, a vertente ambiental, afigura-se preponderante. Não que os políticos se preocupem com esta, mas porque, no terreno OTA, já se vendem lotes…

E porque não, manter a portela e mais um, no Montijo, por exemplo? Ou mais dois, em escala? Tem de ser sempre como “lá fora”? Tem de ser em grande?

Na impaciência de parecer muito moderno [Portugal] e muito civilizado-exagera o modelo, deforma-o, estraga-o até à caricatura.

João da Ega

Os Maias - Eça de Queirós

terça-feira, junho 12, 2007

Assobiando para o ar...

Se pensa de maneira diferente (ou se pensa qualquer coisa), faça-o longe. Depois da senhora da DREN, é agora o ministério da educação a dar cartas no “ vá criticar para outro lado”. Não parece, foi mesmo assim: Associação de matemática “convidada” a deixar comissão por, vejam lá, criticar a ministra. Democracia postiça!?

Como diriam os Monty Python: É só uma ferida superficial...

Meditemos...

"Portugal não é um país pequeno", de Henrique Galvão


Portugal não é um país pequeno. Ahahahahahah

"Já reparou que ultimamente Portugal está mais megalómano?"

:

A maior ponte da Europa,
o maior lago artificial da Europa,
a maior central solar da Europa,

...

o maior aeroporto do país,
o maior campo de golfe do país,
o maior túnel urbano do país,

...

um dos países da Europa com mais acidentes de viação,
um dos países da Europa que mais tem vindo a aumentar as emissões de CO2 por unidade económica produzida,
um dos países da Europa com maior biodiversidade e onde ela está mais ameaçada...
dos países com maior taxa de analfabetismo,
dos países da Europa - atenção! dos RICOS - com maiores taxas de iliteracia...


Pois ponderam fazer um aeroporto junto ao estuário do Tejo? Numa Zona de Protecção Especial? Está bem, está. Mas...

E SE PENSÁSSEMOS A SÉRIO? Não, a sério!!


Porque é que em Portugal não fazemos e pensamos nas coisas à nossa medida?
Sempre a começar pelo fim...
Somos tão pequeninos no pensar...


" Aí, vira à direita, para a rua que passa pelas piscinas recentemente inauguradas e, chegando ao centro comercial em construcção, aquele que dizem vir a ser o maior da Europa, com não-sei-quantas lojas e não-sei-quantos andares, enfia pela rua que ladeia os terrenos destinados ao futuro complexo desportivo no fim da qual encontra a maternidade... a maternidade...

O tempo não espera por mim!

O tempo não espera por mim!

O tempo não espera por mim!

O tempo não espera por mim!"

(Adolfo Luxúria Canibal, Maio de 1985)

AUM...

AUM...

Meditemos...

segunda-feira, junho 11, 2007

Norte e Sul

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Como vamos de poder?

Ler bem


Quem se apropria do poder, dos meios do poder, é capaz de fazer tudo para convencer os outros de que eles é que têm razão. Ninguém os pode deter.

Cá andamos na nossa vidinha. Enquanto a vamos tendo...
"PINes há muitos, seu palerma!"

"O empreendimento da Costa Terra [Grândola], com um investimento total estimado de 510 milhões de euros distribuídos por quatro fases de desenvolvimento ao longo dos próximos 10 a 12 anos prevê a criação de 1260 postos de trabalho directos e mais de três mil postos de trabalho indirectos. O projecto, que deverá ocupar 124 dos 1350 hectares da herdade da Costa Terra, inclui três suites/hotéis, cinco aparthotéis, quatro aldeamentos turísticos, 204 moradias de turismo residencial, um campo de golfe e outro tipo de serviços." (Ler mais aqui)

Fixe!
Eu, paciente com Síndrome de Estocolmo, fico descansado.
Os ambientalistas não têm razão na providência cautelar que interpuseram? Algo que se saberá.
Mas os construtores prosseguem com as obras?
A Justiça em Portugal? ahahahahahaha

sábado, junho 09, 2007

Crueldade!

Já aqui tinha referido, penso que no ano passado, que as questões do ambiente só serão reconhecidas como prioritárias, quando, “mexerem” no bolso, dos países mais ricos, claro está. Hoje ao ler esta reportagem (em que se descobre a pólvora?), pensei, inutilmente, em escrever um post. Mais um. Leiam: é de graça.

Precedentes ou Coisas sem Importância?

Precedentes ou coisas sem importância dependem, neste cantinho ajardinado com praia, da corzinha, do cartão partidário, da “amizade colorida”, enfim, do “amesquinhamento” das cabecinhas. Por aqui a nossa cor é GEORDEN. Mas eu tinha avisado. Esta senhora, a tal que lhe vieram dizer que o outro disse, é…imparável. E impagável, será?

sexta-feira, junho 08, 2007

O tempo que passa e o que fica...

No passado dia 5 foi dia para as televisões, enquanto média flutuante e camaleónico, falarem de ambiente. Hoje, dia 8, pode ser que algumas se lembrem de falar dos oceanos...

A meu ver há dois problemas básicos que explicam tanto alarmismo (ainda insuficiente para nos pormos a mexer...): por um lado, o consumo (alteração dos usos do solo e extracção dos recursos naturais), por outro, a produção, manifestada na poluição.

Estas duas componentes de actuação (e só nos referimos à com causa humana) são como dois pilares que "suportam" os dois receptáculos, as duas esferas cada vez mais no centro das nossas atenções: a atmosfera e a hidrosfera.

A atmosfera e os oceanos são o fim da linha dos impactos negativos que infligimos ao meio. Claro, como o sistema-terra é um conjunto de ciclos, a linha não se esgota neles.
Se assim é, então nunca ouvimos dizer que não se combatem os problemas pela rama?

É caso para dizer: "Tudo vai parar ao mar, tudo vai ao ar"
E ainda...

"Tudo assenta /
no consumo e produção!
São as tetas
Desta nossa alienação!"

As Tetas da Alienação, Mão Morta

Coisas Realmente Importantes

Coisas realmente importantes e que não se ouvem nas televisões, entre as Madeleines, estripadores de trazer por casa e bola: parece que as pensões em Portugal (que já são altíssimas), ainda vão ser menores do que o previsto, no futuro, diz-nos a "querida" OCDE. O que vale é que, como nem existem por aí empregos, ninguém lhe passa pela cabeça ter reforma(!). O último a sair que feche a porta.
Tudo sobre as "novas" reformas AQUI

quarta-feira, junho 06, 2007

"Saúde económica"

Clique para aumentar Por LEM.

terça-feira, junho 05, 2007

CSI OTA: Eu e o Outro

Confesso que só comecei a ver o Prós e Contras de ontem, após a série que passa na RTP2, sobre uma cidade que foi um império: ROMA
O princípio deste programa (prós e contras) é o mesmo de um reality show. A mesma vertigem televisiva. Ontem, de um lado, um geógrafo e um economista (do mesmo quadrante), DO OUTRO (só assim faz sentido), um economista e um urbanista especialista em transportes. Na bancada central, os verdadeiros interessados, hoteleiros e turismo (e imobiliário, não vos parece?); atrás e na lateral, a malta do “bate palmas”.

Isto só funciona na quezília, na bordoada e no pontapé. Não esclarece porque divide, a e por, princípio. Se a coisa está perto de um consenso, isto é, morna, lá está o macaco Adriano a abrilhantar a festa. E este nem foi dos piores.
bOTA fora!

segunda-feira, junho 04, 2007

CSI OTA

Logo à noite, mais uma vez, se argumenta(?) o dossier OTA. Mais uma vez, no programa Prós e Contras (para o qual já não há pachorra nenhuma), na RTP1, provavelmente para que, este canal, digno representante do Estado, "dar a ideia" que se está a debater, quando como toda a gente sabe, nunca existiu diálogo ou debate. Parece que esta história da OTA tem 15 anos(!), sem contraditório. Desta vez, vá lá, sempre vai ter geógrafos a esbracejar qualquer coisa. Chamem o CSI!

domingo, junho 03, 2007

Mais Eventos

Seminário: "Bioenergias"
Organização: Câmara Municipal de Barcelos
Data: 5 de Junho de 2007
Local: Auditório da Câmara Municipal de Barcelos

Mais informações: Câmara Municipal de Barcelos - Gabinete de Ambiente
Ecolinha: 800 204 971Fax: 25 382 12 63
E-mail: abel_martins.gamb@cm-barcelos.pt
Programa para descarregar aqui

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Conferência "Soil mapping in the Ross Sea Region of Antarctica: current progress and plans"
Pela Profª Megans Balks, Univ. Waikato, Nova Zelândia.
5 de Junho de 2007, pelas 17h na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (à Cidade Universitária) na sala 5.2.

Contactos:
Gonçalo Vieira
Centro de Estudos Geográficos, Universidade de Lisboa
Faculdade de Letras, Alameda da Universidade, 1600-214 Lisboa, Portugal
Email: gtelesvieira@gmail.comTel: +351 217940218, Fax: +351 217938690

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Entrega do Prémio Quercus, Auditório do Metropolitano de Lisboa (Estação do Alto dos Moinhos), 6 de Junho, às 18:00horas.
Durante a cerimónia de entrega do Prémio Quercus ocorrerá ainda odebate “Os PINs e o Ordenamento do Território”.

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O «Centro de Estudos de Arquitectura Paisagista – Prof.Caldeira
Cabral» do Instituto Superior de Agronomia - Universidade Técnica de
Lisboa está a organizar um seminário com o tema «Estrutura Ecológica
da Paisagem – Instrumento de Ordenamento do Território
». Será no dia
18 de Junho de 2007 no Auditório da Lagoa Branca (Instituto Superior
de Agronomia).

Para mais informações sobre a forma de inscrição e oprograma consulte o site www.isa.utl.pt/ceap.

sábado, junho 02, 2007

Sempre a pedalar...

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Visão - 31 de Maio, 2007


Corro Vila Real de Santo António, corro Cabo de São Vicente, corro Alcoutim, corro Aljezur...
Sempre a pedalar...
É também com intervenções destas que se educam ou começam a mudar as mentalidades.

Ah,... faz mesmo falta uma bicla...

sexta-feira, junho 01, 2007

Pinguins malucos...

Clique para aumentar Ontem, após mais um dia de trabalho, decidi alugar um DVD. Será escusado dizer que foi mais um de animação, o "Happy Feet". Como é dia da criança e porque estamos a chegar ao fim-de-semana, desta vez sugiro uma escapadinha até ao mundo gelado dos Pinguins.
Uma história divertida que apela ao controlo da pesca e da poluição que tanto afecta o nosso planeta. O sentido de humor mistura-se com a consciência ambiental do realizador. Vale a pena ver ;)

Geo@çores

A Direcção Regional da Ciência e Tecnologia com o apoio da ESRI, está prestes a lançar o Sistema Regional de Informação Geográfica desenvolvido em conformidade com o INSPIRE. O "Geo@çores", será uma base de toda a informação geográfica produzida no arquipélago dos Açores, à imagem do já conhecido SNIG.


Deste modo a Região Autónoma dos Açores ficará com um sistema que permitirá a qualquer utilizador de qualquer Secretaria ou Direcção Regional saber qual a informação geográfica existente, o que se está a produzir e em que formatos se está a produzir.


Sem duvida será uma mais valia, porque para além de disponibilizar informação georreferenciada para análise e caracterização do espaço Açoriano, irá impedir a duplicação do trabalho, visto que a informação geográfica produzida, a que que está em produção e a que será produzida será do conhecimento geral.

O sistema ainda não está online... brevemente daremos mais noticias.