sábado, outubro 31, 2009

II SASIG

Clique para aumentar

a) Programa das II Jornadas SASIG
b) Oradores convidados e formadores workshops
c) Informações úteis no site
d) Inscrições e descontos para estudantes

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a) Programa

foi publicado o programa das II Jornadas SASIG


está disponível também em formato PDF


A lista dos posters que serão expostos encontra-se na seguinte página


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b) Oradores convidados e formadores dos workshops

Foi preparada uma página com pequenas notas bibliográficas e fotografias
dos oradores convidados e dos formadores. Aquelas que estão em falta
serão acrescentadas nos próximos dias logo que disponíveis



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c) Informações úteis no site

Nas últimas horas o site das Jornadas foi actualizado e agora
encontram-se disponíveis algumas informações úteis para os
participantes, nomeadamente acerca da ligação wireless que estará
disponível nas Jornadas e acerca dos cafés e restaurantes aconselhados,
em particular para o almoço do dia 2 de Novembro


há novidades também nas páginas dos "eventos" com video e fotos da banda
musical que nos irá entreter durante o jantar oficial das Jornadas


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d) Inscrições e descontos para estudantes

As inscrições irão permanecer abertas até ao dia 30 de Outubro e com um
desconto de 50% para os estudantes, ou seja, 45 Euros sem workshops e 75
com workshops. Atenção que se aproxima a lotação completa dos workshops.

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Secretariado II SASIG:
Luisa Carvalho (AMDE)
Cristina Carriço (AMDE)

Telefone/Phone: 266 749 420
Fax: 266 749 425

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Com o apoio de:

Mais um pormenor, um pormenorzito... de geopolítica

"A Amnistia Internacional divulgou esta semana um relatório onde acusa Israel de monopolizar os recursos hídricos do Rio Jordão, racionando indevidamente o abastecimento de água aos palestinianos. Segundo o documento, os 450 mil colonos israelitas da Cisjordânia, por exemplo, consomem tanto ou mais água do que 2,3 milhões de palestinianos do território.
Em Gaza a situação é ainda pior pois os aquíferos estão esgotados."

De um pequeno artigo da Visão de ontem, 29 de Outubro, intitulado "As Guerras da Água", referente à situação que se vive em Israel e na Palestina. (p.78)

E perguntamo-nos: é necessário que povos de países, só por se dizerem desenvolvidos ou mais desenvolvidos, consumam mais que outros povos?
Como é que é possível, com um meio tão contrário (ou seja, onde a água não abunda) e com um factor a favor (população menor)?

Onde é que essa "obrigatoriedade" está escrita?
É óbvio que no plano do desenvolvimento sustentável (certo, não podemos sequer falar de sustentabilidade quando a situação é de pobreza), os países menos desenvolvidos estão bem mais evoluídos.
Claro, podemos contra-argumentar, se eles pudessem bem que consumiam mais. Talvez.
Mas... tem de ser assim?

Olharíamos para as necessidades, passe a redundância, realmente necessárias e só depois avaliaríamos.

Claro, com o desenvolvimento insustentável (que não tem sabido respeitar os limites do meio) logo crescem outras necessidades, ditas não básicas. É sobre essas que devemos reflectir.
Porque considerar o desenvolvimento que temos, construímos e queremos como fatalismo significa que, no fundo, não temos poder nenhum de o comandar.

Fatalismo é o beco sem saída que o meio, coitado, não é elástico e não cede às pressões, aproxima cada vez mais de nós.

Mas bem antes dessas questões tão básicas, das relações directas do Meio com o Homem, outros problemas nos entretêm. Desde há muito.

sexta-feira, outubro 30, 2009

Para BTTistas e caminheiros

Um navegador GPS para os caminheiros

A empresa espanhola Outdoor Territory lançou Active 10, de Satmap, um GPS desenhado para actividades na natureza, tanto para os caminheiros amadores com para os mais rodados nos desportos de alta montanha e amantes de BTT. O navegador utiliza mapas em forma de cartão, que se introduzem numa ranhura. A cartografia é da editora Alpina e do Instituto Geográfico Espanhol (IGN). Assim sendo, o caminheiro pode planificar itinerário, marcando-o sobre o mapa, através duma página web, como também gravar percursos que faça e destacar os pontos que mais o tenham interessado. O GPS vende-se juntamente com um mapa Alpina de Ordesa Monte Perdido, um mapa de toda Espanha (1/200000) do IGN e una correia para poder fixá-lo na bicicleta, entre os accessórios. O preço é de 399 euros. IVA incluído.*

(* - Preço em Espanha)

El Periódico, Barcelona 24/10/2009, p. 52

quinta-feira, outubro 29, 2009

Tigres podem extinguir-se dentro de 20 anos

"Eh lá! Se calhar... olha, 20 anos é dentro do meu tempo de vida..."

sábado, outubro 24, 2009

Projecto inovador estuda novas formas da ocupação do território

"A dispersão existe, embora não tenha sido planeada e haja poucos teóricos do urbanismo que a defendam."


Interessante artigo, para ler aqui.

segunda-feira, outubro 19, 2009

Isto faz de nós personagens?

Por todas as cidades é frequente encontrar uma ou outra placa toponímica homenageando escritores portugueses, uns porque aí nasceram, outros porque aí habitaram. Mas nunca o homenageado foi o próprio livro. E isso encontra-se em Pombal, ao longo de vinte e seis ruas, numa pequena biblioteca com vinte e seis livros. Imagine, caro leitor, o que é dizer aos seus amigos, quando lhes indica a sua morada, que vive na Rua das Gaivotas em Terra, referência ao primeiro romance de David Mourão-Ferreira, ou então no Beco d’Os Gatos, obra de Fialho de Almeida. Certamente ficarão estupefactos e lhe perguntarão, desconfiados, se é mesmo verdade. Pode acreditar. Mas ainda há mais. Por exemplo, a Rua d’A Musa em Férias, de Guerra Junqueiro, a Rua d’Os Adoradores do Sol, de Fernando Namora ou a Rua do Pranto de Maria Parda, de Gil Vicente. Uma verdadeira biblioteca de obras portuguesas se acha pelas ruas da cidade de Pombal, no centro do país.


Tudo aconteceu em 1996, quando em reunião de Câmara, a 4 de Outubro, o Município de Pombal deliberou as denominações toponímicas a atribuir para algumas ruas da cidade de Pombal e da Charneca, privilegiando os livros em si e não directamente os seus autores. Este será talvez o melhor elogio que alguma vez se realizou em Portugal em prol da nossa literatura. Seguramente será também uma boa promoção do livro e da leitura, tão importante nos dias da iliteracia de hoje. Quantos dos seus moradores não se terão já questionado sobre aquele livro que designa a rua onde habita e não terão partido à sua descoberta.


Não querendo pecar por míngua ou omissão, prefiro correr o risco de ser fastidioso mas deixar registado em letra redonda os livros que se podem passear por Pombal. Assim, encontramos, além das referidas, a Rua d’O Fidalgo Aprendiz (D. Francisco Manuel de Melo); a Rua d’Os Lusíadas (Luís Vaz de Camões); a Rua da Cartilha Maternal (João de Deus); a Rua Só (António Nobre); a Rua dos Emigrantes (Ferreira de Castro); a Rua d’O Monge de Cister (Alexandre Herculano); a Rua Menina e Moça (Bernardim Ribeiro). Na Urbanização da Bela Vista: Rua da Mensagem (Fernando Pessoa); Rua d’A Morgadinha dos Canaviais (Júlio Dinis). Na Urbanização de São Cristovão: Rua d’O Primo Basílio (Eça de Queiroz); Rua d’A Sibila (Agustina Bessa-Luís); Rua do Leal Conselheiro (D. Duarte); Rua d’A Sobrinha do Marquês (Almeida Garrett); Rua da Estrela Polar (Vergílio Ferreira). Na Urbanização da Senhora de Belém: Rua da Peregrinação (Fernão Mendes Pinto); Rua do Memorial do Convento (José Saramago); Rua d’Este Livro Que Vos Deixo (António Aleixo); Rua do Amor de Perdição (Camilo Castelo Branco); Rua do Orfeu Rebelde (Miguel Torga); Rua das Décadas da Ásia (João de Barros). E por fim, na Charneca, nada mais a propósito do que a Rua da Charneca em Flor (Florbela Espanca). Só mais um pequeno conselho, caro leitor. Antes de iniciar o seu passeio à descoberta da nossa literatura, vá munido de um sápido lanche. Procure pelas bandas do Largo do Cardal pelas queijadas da Ti Maria Rata ou pelos Cardalinhos, verdadeiros ex libris da doçaria pombalense. Vai ver que o passeio lhe sabe pela vida.

Paulo Moreiras
Escritor

Retirado do blogue da revista Ler

sexta-feira, outubro 09, 2009

quinta-feira, outubro 08, 2009

O que é ser central?

Já contactei com várias pessoas a quem não dá jeito (entenda-se, ou entendo, a quem fica fora de mão) ir ao centro da cidade.

Ora, o que quererá isto dizer?


Vamos contextualizar.

Vias de comunicação

Em termos de circulação rodoviária, Braga está servida por uma circular onde, por dia, passam milhares de automóveis.
Essa circular, que, como todas, tem por objectivo permitir bons acessos aos lugares onde as coisas se passam (entenda-se, neste caso, serviços, bancos, o comércio retalhista... situados nas freguesias que se confundem com a cidade: Maximinos, Cividade, Sé, São João do Souto, São Vicente, São Victor... estão todas?), apresenta - talvez necessariamente - duas partes mais complicadas, uma em cada lado da cidade:
- por um lado, onde entronca com o tráfego que vem da zona da estação de caminhos de ferro;
- por outro, onde o trânsito é obrigado a abrandar (grandes fluxos), na recta que abrange Lamaçães e São Victor.

Fora desta circular, e mais dentro do burgo, Braga tem dois eixos que rasgam, em cruz, a matriz construída de um lado ao outro:
- por um lado, podemos considerar a Av. da Liberdade (e a ela podíamos equiparar a Av. 31 de Janeiro, sua paralela)
- por outro, a linha que junta Av. João XXI (a oeste daquela) e Av. Imaculada Conceição (a este).

A estes dois conjuntos de estradas podemos acrescentar duas zonas particulares, tão próximas da cidade como já à sua saída (aqueles não-lugares, com a circulação como uso principal ):
- um que fica na direcção de Vila Verde, em que as filas são bem problemáticas mas onde ainda vão tendo espaço... para se avolumarem;
- outra, em direcção a Gualtar (e ao campus de Gualtar da Universidade do Minho), que geram também acrescidos fluxo de automóveis.

Todas as manhãs e todos os fins de tarde, por volta das horas habituais dos movimentos pendulares (entrada e saída do trabalho) é o mesmo frenesim, o mesmo ruído que nos retira qualidade ambiental, sonora e atmosférica, e que nos rouba anos de vida.

A situação é, claro, mais grave nas zonas de maior concentração habitacional e, por coincidência, onde a construção é vertical. Isso ocorre sobretudo na parte este da circular. Só no vale de Lamaçães há filas de prédios em toda a recta. A parte oeste referida está mais afastada de habitações (via desnivelada).

Quanto aos eixos centrais, por mais antigos, as habitações são, em maior medida, moradias ou prédios baixos (dois ou três pisos). A 31 de Janeiro é um bom exemplo disto. Encontram-se também antigas indústrias e armazéns, uma escola... que acabam por ocupar o espaço e funcionar como zona-tampão ou fina barreira para os prédios mais próximos.

Este breve esboço vai ao encontro da imagem da expansão do espaço construído ao longo das estradas, algumas vezes em forma de estrela (não neste caso), com as ramificações que convergem para o suposto centro (funcional) ou para o centro (histórico) da cidade.



Serviços, comércio retalhista, habitação.

Como podemos caracterizar o tipo de ocupação daquelas freguesias?
Bancos, agências de seguros, cafés, quiosques, livrarias e papelarias, mercearias, os mais antigos centros comerciais (alguns completamente desvitalizados e/ou decrépitos - seria interessante averiguarmos os porquês dessa situação), pequenos "supermercados", retrosarias, talhos, lojas de roupa (atraem muitos jovens às ruas do Souto ou dos Capelistas, por exemplo)... além das muitas igrejas, dos museus, de hospitais, centros de saúde, escolas e outras instituições ou repartições públicas...

Sim, ainda há muita gente a viver bem no centro e a tal ajudam os prédios da Av. da Liberdade e suas intersecções imediatas. Os espaços verdes e de recreio são diminutos. Não houve tempo para pensar nisso. No entanto, as zonas de protecção e certas antiguidades controlam a densidade e, ainda assim, arriscamos dizê-lo, há alguma qualidade de vida ambiental.

O problema quanto à habitação é que - e isto não é próprio da capital de distrito - os serviços e o comércio "fashion" e "good-lookin" tendem a ocupar todos os pisos térreos enquanto vamos vendo os prédios degradar-se. Basta caminhar pela zona da Câmara Municipal, pelo Jardim de Santa Bárbara, pela zona da Sé, pela Rua dos Chãos, pela Rua de S. Vicente... tudo a ficar abandonado, castanho, empoeirado e sem vida.

São políticas e valores, prioridades de investimento.
Braga está sempre em obras. Aliás, as cidades portuguesas parecem estar sempre em obras. Seja por prédios que caem, seja calcetar ruas, para criar jardins (quando), ou para restauro ou reabilitação de prédios (quando, e vai havendo algumas intervenções nesse sentido... mas insuficientes para desacelerar o definhamento e a morte por dentro que vai corroendo a cidade)...


Em jeito de conclusão


Temos então o central histórico a ficar despido de pessoas. E as pessoas a residirem mais à margem desse centro. E com a deslocação da razão de ser do razão de ser das cidades, o grande comércio, com maiores hipóteses de expansão, e já pensado para isso, sofreu um arrastamento para partes mais recentes e mais laterais. Ou seja, o centro atractivo (o consumo das massas) marginalizou-se.

Lojas de telemóveis, perfumarias, ginásios, cafés, bancos também lá nasceram. Obviamente as grandes cadeias de roupa, os hipermercados, típicos destes "subúrbios interiores".
A perder e presas ao "centro histórico" ficaram os tradicionais cafés (nas praças e espaços abertos, com estátuas ou pontos de referência, que os "novos centros" não estão a ver nascer junto de si) e as pequenas mercearias.

O que atrai ainda as pessoas ao "centro histórico"?
A necessidade de andar a pé em espaços menos ofegantes?
A inevitabilidade das repartições públicas?

Por outro lado, o que impede as pessoas de a ele acederem?
Uso abusivo do automóvel para deslocações? (Numa cidade tão pequena como Braga?)
Falta de tempo?
Falta de espaço (outra vez a primeira pergunta... espaço onde deixar o carrinho...)?

Centralidades que se vão desenvolvendo à margem da nossa reflexão.
Núcleos que se vão multiplicando, invisíveis, como bolhas de tinta.
Quando rebentam salpicam o que está à volta.

Fica confuso e feio o quadro?
Que diria o barcelonês e "ortogonal" Joan Miró sobre estas pinturas que por cá vamos criando?
Nada sonhadas, pois não, amigo?


Nota: os pormenores (duas primeiras imagens) e a montagem (nossa; terceira imagem) foram obtidos da obra que serve de capa ao disco "Cançons de la Roda del Temps", de Raimon, da autoria de Joan Miró.

quarta-feira, outubro 07, 2009

Emissões de CO2 diminuíram 3% em 2009

Um estudo da Agência Internacional de Energia (AIE), apresentado hoje em Banguecoque, revela que a crise mundial teve efeitos benéficos no meio ambiente, uma vez que provocou uma diminuição nas emissões de dióxido de carbono em três por cento durante o ano de 2009.

A redução da actividade industrial verificada desde Setembro de 2008, altura em que a recessão económica começou a ganhar forma, é apresentada como a principal causa da contracção mundial de emissões.
Esta descida é a mais significativa dos últimos 40 anos, visto que até ao momento tinha havido um aumento de três por cento, por ano, precisou Fatih Birol, economista-chefe da AIE.

Além disso, o relatório declara que um quarto desta diminuição é resultado das políticas públicas para a redução das emissões poluentes, nomeadamente as que foram lançadas nos EUA, as medidas de estímulo à eficiência energética na China e a meta da União Europeia em baixar as suas emissões até 20 por cento em 2020.

A última queda dos níveis de CO2 (1,3%) tinha sido registada em 1981, no contexto da recessão económica motivada pela crise do petróleo.

Via CiênciaHoje


Lá está: quando as coisas boas não decorrem do nosso esforço isso só pode continuar a saber a fracasso. O fim atingido é o mesmo a atingir, mas os meios do nosso empenho são ainda insuficientes para se fazerem sentir, para terem impacto. O que pode significar que, retirado o factor temporário do decréscimo de consumo de combustíveis fósseis, os mesmos meios continuarão a resultar na desgraça que temos tido: o aumento da concentração de gases nocivos para a atmosfera e suas consequências no desequilíbrio biótico de várias regiões do planeta.

Há muitas coisas que estão a mudar.
Há ainda muitas coisas mais a mudar.

Áreas Protegidas Privadas

Portaria n.º 1181/2009. D.R. n.º 194, Série I de 2009-10-07

Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional

Estabelece o processo de candidatura e reconhecimento de áreas protegidas privadas

domingo, outubro 04, 2009

Geopolítica é zelar pelos interesses fora de portas

Já tínhamos trazido este assunto aqui há uns tempos atrás.
A situação não se alterou. Nem parece que se vá alterar...

Mais um pormenor de como funcionam estas coisas da geopolítica mundial é-nos dado pelo sucinto "estrato" (retirado da última Visão 1-10-2009, p.92):


Suu Kyi Aceita Diálogo

Os EUA vão tentar dialogar com a Junta Militar e, talvez, reforçar a ajuda humanitária e aliviar as sanções à antiga Birmânia. A oposicionista Aung Suu Kyi - que amanhã, 2, conhece a decisão do recurso sobre o prolongamento da sua prisão domiciliária - apoia a estratégia americana, desde que a oposição seja incluída no diálogo.


1- Como li há dias já não sei onde, dizia-se que a Democracia só funciona se houver um líder. O que pressupõe, sempre, regras e convenções a que todos se devem submeter ou que todos devem aceitar.
A capacidade, o poder de dialogar com criminosos significa uma coisa muito simples: que quem dialoga tem também poder. Talvez mais. Isso torna-os criminosos também?

2- Por conseguinte, as sanções são uma dessas expressões de um poder maior, imposto a outro poder.

3 - Que curioso, os EUA vão "talvez, reforçar a ajuda humanitária". Na outra notícia (clique aqui, se não clicou lá em cima) chamávamos à atenção para o pormenor de financiar a mesma Junta Militar com armas. E agora vão, "talvez, reforçar a ajuda humanitária". Que curioso.

Última nota: é tão curiosa e tão bem orquestrada esta forma de fazer política que até a prrópria a vítima está de acordo.
- Ou seja, podeis continuar a financiar os militares que me mantêm na prisão... "desde que a oposição seja incluída no novo diálogo".


Esqueçam esta parvoíce, que não nos leva a lado nenhum.


Imagem retirada daqui.

sexta-feira, outubro 02, 2009

Regime aplicável às contra-ordenações ambientais - alteração

Declaração de Rectificação n.º 70/2009. D.R. n.º 191, Série I de 2009-10-01

Assembleia da República

Rectifica a Lei n.º 89/2009, de 31 de Agosto, que procede à primeira alteração à Lei n.º 50/2006, de 29 de Agosto, que estabelece o regime aplicável às contra-ordenações ambientais, publicada no Diário da República, 1.ª série, n.º 168, de 31 de Agosto de 2009

quinta-feira, outubro 01, 2009

Já estamos a regressar?


Investigadores europeus afirmam que, desde 1997, houve um pequeno acréscimo da camada do ozono. Esta convicção resultou da análise de dados atmosféricos obtidos ao longo de mais de uma década pelos satélites ERS-2 e Envisat, da Agência Espacial Europeia, e do MetOp-A, da Organização Europeia de Satélites Meteorológicos.


“Verificámos uma tendência global positiva. Houve um ligeiro aumento de um por cento por década na quantidade total de ozono”, afirmou Diego Loyola, do Centro Aeroespacial Alemão, que colaborou na realização deste estudo.

Apesar das boas notícias, os investigadores não se iludem, referindo que se trata de uma tendência nula de crescimento. “Ainda assim, esperamos ver uma recuperação significativa do ozono na estratosfera superior nos próximos anos”, afirmou Joachim Urban, da Universidade de Tecnologia Chalmers, na Suécia.

A camada de ozono não é distribuída de maneira uniforme pela atmosfera e as maiores mudanças são verificadas sobretudo nas camadas mais elevadas da estratosfera. Os dados foram recolhidos horizontalmente e não apenas de maneira vertical, o que, segundo os autores do estudo, permitiu obter medidas mais exactas.
Apesar de os dados terem demonstrado resultados positivos, também indicaram que houve uma diminuição da camada de ozono entre 1979 e 1997. “A nossa análise demonstrou um declínio do ozono estratosférico nas latitudes médias dos hemisférios Norte e Sul de sete por cento, por década, de 1979 a 1997”, referiu o investigador sueco.

Os resultados do estudo foram apresentados este mês na Conferência de Ciência Atmosférica, organizada em Barcelona, pela Agência Espacial Europeia.


Via CiênciaHoje