domingo, junho 25, 2017
sexta-feira, janeiro 16, 2015
Sim, é mensurável
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Edward Soja
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sexta-feira, janeiro 16, 2015
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Reciclagens: Climatologia, Média
quarta-feira, julho 31, 2013
E se for já neste século?
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Edward Soja
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quarta-feira, julho 31, 2013
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Reciclagens: Climatologia, Hidrologia, Riscos
domingo, julho 07, 2013
És a Economia, Estúpido!
Certo, ela não muda toda só por tu mudares todo, mas muda o bocadinho que mudares.
Vê lá o que preferes: o paradigma da auto-estrada ou a sustentabilidade.
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Edward Soja
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domingo, julho 07, 2013
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Reciclagens: Cidades, Climatologia, Economia, Foto do mês
quarta-feira, junho 05, 2013
Não são prenúncios, senhor: são já a coisa propriamente dita.
Ah, para quem reparou, hoje é Dia mundial do Ambiente, mais um dia a maltratá-lo.
Malgrat os esforços dos Davids que lutam pela calada contra os engenhos da destruição.
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Edward Soja
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quarta-feira, junho 05, 2013
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Reciclagens: Climatologia, Efemérides, Videoteca
terça-feira, abril 09, 2013
Fafenses: somos todos Madeirenses! Terceirenses, Micaelenses, etc. etc.
(nem vamos referir a vibração da circulação rodoviária, ou outra, pois se um terreno sofresse solifluxões assim por essa palha, seria como estarem os construtores a tentar erigir castelos na areia...)
Não percamos a lucidez: a posterior solidariedade para com as vítimas ou os familiares das vítimas não é justiça.
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Edward Soja
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terça-feira, abril 09, 2013
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Reciclagens: Climatologia, Efemérides, Média, Planeamento/OT, Riscos
domingo, março 10, 2013
Aquecimento central
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Vidal
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Reciclagens: Climatologia, Geologia, Média
quarta-feira, setembro 19, 2012
O outro buraco...
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quarta-feira, setembro 19, 2012
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Reciclagens: Climatologia, Espaços escritos, Globalização, Riscos
quinta-feira, agosto 23, 2012
Vomitivo, o Poder
Há uma semana, o furacão Katrina assolou o Estado do Louisiana e os mortos contam-se aos milhares. A maior parte são negros e latinos, e os seus corpos flutuam nas ruas inundadas de Nova Orleães, muito perto do Superdome, o gigantesco estádio que viria a servir de centro de refúgio e evacuação. O presidente Bush estava de férias. Condoleeza Rice comprava sapatos numa loja exclusiva para mulheres como ela.
Era uma tragédia previsível. No ano 2001, a revista Scientific American chamou a atenção para o estado lastimável dos diques que continham as águas do rio Mississipi, para a obsolescência dos sistemas de bombeamento em caso de inundação, para o crescimento sem controlo de habitações em zonas de alto risco e para a insuficiência das vias de evacuação. Nesse mesmo ano, a Agência Federal de Controlo de Emergências avisou o governo de que, a não serem tomadas medidas imediatas, um furacão traria consequências catastróficas para Nova Orleães. Os engenheiros militares dos Estados Unidos recomendaram a aprovação urgente de um orçamento de 27,1 milhões de dólares para reparar os diques. O governo de Bush aprovou-o, mas, na hora de enviar o dinheiro, decidiu desviar 80 por cento para solver as despesas da ocupação do Iraque, maiores a cada dia que passa. Assim se planificam as catástrofes imperiais. Assim se condenam centenas de milhares de pessoas a morrerem de sede, por falta de assistência médica, esmagadas debaixo dos escombros, afogadas debaixo das águas, ou devoradas pelos jacarés do Mississipi. Vomitivo.
As televisões do mundo inteiro mostravam náufragos em cima dos telhados das suas casas, alguns deles - nunca faltam - mostrando a bandeira das riscas e estrelas que nem sequer lhes serviu de toalha. Vomitivo.
Quando o Estado nos abandona, quando a necessidade se impõe, quando a sede e a fome ameaçam de morte, o instinto de sobrevivência manda violar as leis que não servem. É legítimo saquear um supermercado se a ajuda não chega. E a governadora do Estado do Louisiana, Kathleen Blanco, em vez de acelerar a ajuda humanitária, armou com espingardas M16 três mil soldados da guarda estadual. «Sabem como disparar, estão mais do que desejosos por fazê-lo e espero que o façam.» As suas palavras fazem parte da história norte-americana. Essa mulher é uma republicana de pura cepa. Vomitivo.
E o preço do petróleo sobe e volta a subir. Alguns governos, entre eles o espanhol, decidem ajudar, não os Norte-Americanos, mas Rumsfeld, Dick Cheney, a Shell, a Texaco, a Halliburton, ao enviarem milhões de barris para que a minoria opulenta dos Estados Unidos não veja alterada a american way of life. Vomitivo.
Carne de blog (1), pp. 31-37, por Luís Sepúlveda, incluído em Crónicas do Sul (Ed. Asa, 2008).
Tradução de Henriques Tavares e Castro.
O artigo foi publicado originalmente aqui (em Castelhano, do Chile, claro está), a 4 de Setembro de 2005.
Hoje passam 7 anos que alguns ficaram com o Katrina nos ouvidos e demasiados com o seu desastre nos pulmões.
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quinta-feira, agosto 23, 2012
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Reciclagens: Climatologia, Efemérides, Espaços escritos, Estratos, História, Riscos
terça-feira, julho 31, 2012
Bate leve, levemente...
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terça-feira, julho 31, 2012
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Reciclagens: Climatologia, Hidrologia, Riscos
quinta-feira, junho 28, 2012
Braga, cidade a querer parar a vida
No dia seguinte, hoje mesmo, lá voltaram os ditosos senhores, exército de trabalhadores, cavadores e embelezadores a pôr... flores.
Ciclicamente se dá este estranho fenómeno de retirar o que uns meses se pôs.
Porque nós vivemos na cidade, afastados, e nem damos conta.
Porque a água continua a jorrar na torneira, portanto, "o que é que estás pra aí a dizer com isso da seca?"
...
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Edward Soja
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quinta-feira, junho 28, 2012
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Reciclagens: Cidades, Climatologia, Minho, Portugal Provisório
quinta-feira, junho 21, 2012
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quinta-feira, junho 21, 2012
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Reciclagens: Climatologia, Espaços escritos, Geologia
quarta-feira, abril 18, 2012
O borbulhar e a rã...
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Edward Soja
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quarta-feira, abril 18, 2012
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Reciclagens: Climatologia, Videoteca
terça-feira, março 20, 2012
Já repararam como vai estar amanhã? (Viagem à memória a passar-se...)
Well, I'm in love with a weather girl
She brings sunshine into my world
I expect I won't have to cry
She's dropping clouds out of the sky...
Quando apareceu a sociedadeindependentedecomunicação, o terceiro canal da têvê que não tardou a transformar numa realidade mais grosseira a epistolar canção dos Táxi ("TVWC" é o nome), havia meninas a apresentar o boletim meteorológico.
Depois, pouco tempo depois, surgiu uma televisão muito pouco católica (e nós com isso!...) onde pudemos aprender a pensar no que é ou deveria ser um boletim meteorológico. Era apresentado pelo amigo açoriano Anthímio de Azevedo e nele se mostravam imagens de satélite, com as nuvens sobre o escuro e uns pontinhos com cruzes que delimitavam ou apontavam o território nacional.
(Não muito mais tarde, o amigo açoriano dava a cara a uma conhecida marca de tintas, dizendo que eram boas para resistir à agressividade das chuvas químicas das cidades... ou seja, num simples anúncio ficávamos a pensar no porquê de as chuvas, nas cidades, serem agressivas...)
Na RTP, por essas alturas (meados de noventa, acho) lembro-me bem (porque se há coisas que ficam, também há coisas que queremos que fiquem), usaram dois temas do "Antarctica", do Vangelis, nomeadamente este e este, como som de fundo. Apenas uma voz ouvíamos falar e víamos uns quadros electrónicos com o tipo de céu que se previa. Vangelis, deixem-me dizê-lo, que sempre o vi como uma espécie de filósofo, ou então, mais correctamente dizendo, um psicólogo que perscruta a nossa mente e lhe reconhece as faltas. E também a estreita ligação à natureza de que parecem brotar muitas das melodias que compôs. Daí que a música encaixava muitíssimo bem.
Oxygene, Jean Michel Jarre
Observar a natureza faz pensar.
Dantes davam os filmes que iam passar nos cinemas do país (ajudou-me a aprender a palavra "Nimas"...). Era uma longa lista que passava, de baixo pra cima, antes do jornal da noite. Antes de este ter sido transformado no veneno nosso de cada dia.
Dantes davam desenhos animados depois do dito jornal da noite. E ríamos com o Babalú, ou com a Tartaruga Touché ("En garde!...").
Dantes, mais pra trás no tempo, para preencher aquele bocadinho de tempo que faltava até começar tal programa, davam videoclips, sim, assim, soltos, de músicas. Lembro-me tanto da "Canção dos Sapos" (como lhe chamava; ou "We All Stand Together"), do McCartney (o McCartney sempre transportou aquele ar infantil que os Beatles tinham...) ou de algumas do então tão popular e sempre grande Júlio Pereira (como a "Celtibera"...) ou do Rão Kyao...
Já repararam como todas estas pausas para respirar foram suprimidas?...
E tal como deixamos de ter tempos livres quando os usamos (por exemplo a pensar ou a preparar o trabalho), os vazios deixaram de existir: passaram a estar ocupados... com o VAZIO da publicidade interminável e omnipresente.
Porque a dada altura, alguém deverá ter considerado que as imagens de satélite eram demasiado complicadas de entender.
Depois, - como ia a dizer - retiraram-nos as imagens de satélite e reduziram-nas a símbolos: nuvens com gotas a cair, escuras ou brancas, com um sol atrás delas, ou um sol com os raios a pingar, rectos.
Ignorar as causas das coisas é perdermos o material do pensamento. Até ao ponto em que não conseguirás pensar em nada sobre um assunto: faltam-te dados.
Sem futuro nem passado
O Novo Acordo Ortográfico (NAO) vai, em demasiados aspectos, neste mesmo sentido: suprime consoantes que fazem com que certas vogais sejam lidas abertas (e por isso é que dizemos as palavras como as dizemos...) e consoantes que nos fazem questionar o lá estarem (por causa da etimologia, isto é, faz-nos pensar na evolução da linguagem e na sua história...; e por causa da regra acima descrita)...
[Por conseguinte, lermos como abertas vogais que não são acentuadas é desrespeitarmos o NAO; do mesmo modo que lermos como fechadas vogais que deixaram de ser abertas pelas consoantes, suprimidas, é ridicularizarmos ainda mais o absurdo e o desmiolamento do NAO.]
(O NAO, como uma manifestação mais da vileza do tempo e da perfídia dos seus instituidores e líderes não eleitos, não podia deixar de acompanhar este processo de simplificação e reducionismo...).
Já repararam como estamos a perder muito mais facilmente a memória?
Já repararam que os peixes mortos são levados pela corrente?
Estamos cada vez mais distanciados do que fazemos, do que sofremos, sofrendo sem cessar, abortando assim formas de saber o que fazemos e de perceber as relações entre umas coisas e as outras.
Já repararam como continuam "sem cometer crime (e ser presos) os que abatem árvores e reduzem a terra a areia"?
One more tree will fall
how strong the growing vine.(One More Time To Live,
Moody Blues, 1971)Já repararam que Braga é das cidades com maiores amplitudes térmicas em Portugal? Porque será?
Pois...!
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Edward Soja
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terça-feira, março 20, 2012
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sexta-feira, março 09, 2012
Ah-ah-ah.... é de morrer a rir...
Via CiênciaHoje
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sexta-feira, março 09, 2012
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quarta-feira, outubro 26, 2011
Para hoje há...

Mais previsões e ideias sobre os modelos usados em ESTOFEX.
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quarta-feira, outubro 26, 2011
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Reciclagens: Climatologia, Mapoteca, Riscos
terça-feira, outubro 18, 2011
Portugal - Sempre a superar marcas
Pelo que ouvi ontem de manhã (17.10.11), já não foi quinta-feira, dia 14.10.11, o dia com mais fogos este ano.
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terça-feira, outubro 18, 2011
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sexta-feira, outubro 07, 2011
Um buraco na cabeça (lá dentro...)
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sexta-feira, outubro 07, 2011
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Reciclagens: Climatologia, Espaços escritos, Média
terça-feira, abril 12, 2011
Menos estranho...
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terça-feira, abril 12, 2011
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Reciclagens: Climatologia
quarta-feira, abril 06, 2011
Estranho...
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Edward Soja
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Reciclagens: Climatologia









