domingo, junho 25, 2017
sábado, março 18, 2017
Passado e Presente, com Aquilino
"A árvore, além de condensador ideal, é um repartidor exímio, almotacé chamam em certos municípios da serra ao homem encarregado de distribuir a tancada de água pelos paroquianos. Ora, estes derradeiros tempos tem-se desarborizado desalmadamente sem rei nem roque. Oiteiros, outrora vestidos do verde movediço e espumoso dos bosques, estão hoje hediondamente nus. A façta de combustíveis por um lado, a construção intensiva por outro, levaram ao despovoamento das matas. Em breve os castanheiros serão tão raros como na fauna marítima o é a baleia (...)
p.91
"Ora os rios já não se vêem correr como dantes, e decerto não são culpados apenas os governos que tem havido desde D. Afonso Henriques para cá. São culpados todos os membros da família portuguesa que desalmadamente despiram os cerros dos soutos de castanheiros, os ossos de Portugal, dos carvalhos, a árvore tersa dos fabulistas, dos amieiros, dos teixos, das faias e tantas espécies indígenas que na sazão estival purificavam os ares e, povoados de pássaros, alegravam a terra."
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Edward Soja
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sábado, março 18, 2017
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Antropologia, Estratos, Portugal Provisório
sexta-feira, fevereiro 17, 2017
Votação do CETA
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Edward Soja
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sexta-feira, fevereiro 17, 2017
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Reciclagens: Economia
sexta-feira, fevereiro 03, 2017
Quanto custará (a havê-la) a anulação da prospecção de Petróleo no Algarve?
É o que se pergunta a Associação Zero.
Prospeção de petróleo frente a Aljezur.
A ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, em carta enviada ao Sr. Secretário de Estado da Energia, pergunta ao Governo quanto custa o cancelamento do contrato com o consórcio formado pela Eni e pela Galp associado à prospeção e exploração de petróleo em zona profunda da Bacia do Alentejo, a cerca de 45 quilómetros no Oceano Atlântico frente a Aljezur.
Este elemento é essencial para fundamentar uma decisão e que a ZERO considera dever ser apresentado publicamente pelo Governo, depois de ter sido desperdiçada uma clara oportunidade, com argumentos suficientes, para rescindir o contrato, não atribuindo o Título de Utilização Privada do Espaço Marítimo (TUPEM).
Efetivamente, a ZERO considera que a autorização conhecida na passada semana que permite realizar a sondagem de pesquisa ao largo da Costa Vicentina é inaceitável, não apenas pela opinião de dezenas milhares de portugueses que o expressaram no Verão passado, em consulta pública, mas por diversos pareceres com conteúdos e argumentos detalhados e consistentes contra a atribuição do TUPEM com razões mais do que suficientes para a administração/Governo recusarem o seu prosseguimento.
O Governo deve atuar em consonância com o que defende, assumindo politicamente que a exploração de hidrocarbonetos não é o caminho a seguir. Este é o único caminho de um país que defende uma estratégia de baixo carbono, como foi afirmado publicamente na COP de Marraquexe, em novembro passado.
Se o processo do ponto de vista jurídico pode não parecer tão fácil para inviabilizar o prosseguimento do contrato como foi no caso da Bacia do Algarve (em terra, da responsabilidade da Portfuel e no mar da responsabilidade da Repsol/Partex), o Governo já perdeu uma oportunidade de bloquear o processo inviabilizando o Título de Utilização, e arrisca a tornar cada vez mais irreversível uma situação futura de eventual exploração.
Custos elevados da prospeção inviabilizarão futura decisão política
Tendo a operação de furo de pesquisa um custo aproximado de 60 milhões de euros ao longo de dois meses, é possível que no quadro de um tribunal arbitral, o montante de indemnização seja bem mais elevado, do que se o contrato em causa for desde já cancelado.
Estudos públicos e consultados são claramente insuficientes.
A ZERO reitera que, de acordo com a documentação disponibilizada na altura da consulta pública relativa ao TUPEM, a ENI/Galp propõe-se avançar com o furo de pesquisa num local a cerca de 45 km da Costa Vicentina que tem sempre riscos evitáveis de diferente natureza. No “Relatório de caracterização ambiental para as atividades de exploração na Bacia do Alentejo”, denota-se que não existe um plano de monitorização e gestão ambiental para cada uma das três fases de mobilização e posicionamento, perfuração e desmobilização; não se apresentam resultados de modelação de um risco óbvio, mesmo que de natureza improvável, de um derrame de pequena ou grande dimensão; não se apresenta em detalhe a área a ser afetada pelos resíduos da perfuração em volta do furo e não se apresenta um plano de contingência detalhado conhecido pelo público.
Isto acontece tantas vezes - e era bom que voltasse a acontecer (a anulação da concessão) - que chegamos a pensar que faz parte da jogatana...
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Edward Soja
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sexta-feira, fevereiro 03, 2017
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, PIN
segunda-feira, janeiro 30, 2017
Rede de bicicletas partilhadas chega a Lisboa em Junho
A partir de Junho, Lisboa vai ter uma rede de bicicletas partilhadas. Em Março, o projecto avança para a zona do Parque das Nações ainda num registo experimental.
A novidade foi partilhada por Luís Natal Marques, presidente da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), que informou que a rede vai contar com 1410 bicicletas por toda a cidade.
Destas 1410 bicicletas, 940 serão eléctricas e 470 convencionais, e estarão distribuídas por 140 estações ao longo da cidade. 92 bicicletas estarão no planalto central da cidade, 27 na baixa e frente ribeirinha, 15 no Parque das Nações e 6 no Eixo Central, nas avenidas Fontes Pereira de Melo e da Liberdade.
Em Outubro de 2015, a EMEL lançou um concurso público para “aquisição, implementação e operação do Sistema de Bicicletas Públicas Partilhadas na cidade de Lisboa”. 23 milhões de euros serão investidos nesta nova rede de bicicletas partilhadas, com a empresa Orbita a ficar responsável pela aquisição do sistema e pela manutenção nos próximos nove anos.
Via Greensavers
Finalmente Lisboa vai parecer-se mais, no domínio da mobilidade, com outras cidades europeias.
Estivemos há uns meses em Madrid e o seu projecto, BiciMAD, pareceu-nos perfeitamente consolidado e eficaz, com inúmeros utilizadores.
Podem saber mais aqui, mas o BiciMAD dispõe de uma rede de 2028 bicicletas eléctricas (todas) distribuídas por 163 estações.
Recordemos o vídeo que fizemos na altura:
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Edward Soja
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segunda-feira, janeiro 30, 2017
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Reciclagens: A GEORDEN, Cidades, Efemérides, Transportes/Mobilidade
sexta-feira, julho 01, 2016
Afinal não
Afinal o Roundup vai continuar à venda.
Por mais 18 meses.
Pelo menos.
Para já.
Não importa a desculpa.
Será sempre esfarrapada.
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Edward Soja
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sexta-feira, julho 01, 2016
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia
sexta-feira, junho 24, 2016
ÚLTIMA HORA!
A votação na Comissão Europeia para o prolongamento da licença do uso do Roundup foi hoje e os Estados-membros não chegaram a acordo. Pelo que, em princípio, o famoso herbicida deverá ser retirado dos mercados até ao final deste ano.
Vamos ver qual o "presente" do 4 de Julho...
Ler mais aqui.
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Edward Soja
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sexta-feira, junho 24, 2016
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Reciclagens: Economia
quarta-feira, maio 04, 2016
A velha história do lobo com pele de cordeirinho. De deus Do Deus Lucro
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Edward Soja
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quarta-feira, maio 04, 2016
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia
quarta-feira, abril 27, 2016
"A Rua - Espaço, Tempo, Sociabilidade"
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Edward Soja
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quarta-feira, abril 27, 2016
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Reciclagens: Antropologia, Biblioteca, Cidades, Livro do mês, Urbanismo
segunda-feira, abril 18, 2016
"Liberdade" de Sérgio Godinho
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Rogeriomad
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segunda-feira, abril 18, 2016
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Reciclagens: Educação, Manifestos, Videoteca
quinta-feira, abril 07, 2016
O oportunismo dos "PRA"
![]() |
| "O Vale de Santo António, onde irão nascer centenas de habitações, será uma das maiores áreas de intervenção do programa", in publico.pt |
É o momento certo para lançar este programa. As rendas em Lisboa estão elevadíssimas, o senhor Presidente da Câmara de Lisboa arranja um bom motivo para desbloquear e promover o seu investimento imobiliário...
Bota construção!
E depois falam em reabilitação e construção. Agora está na moda usar estes dois termos para falar de construção!
E a CMLisboa não foge a isto.
Do que vejo no infográfico, dos 15 projetos, 12 são para CONSTRUÇÃO e apenas 3 para REABILITAÇÃO.
E depois anda um Governo (o de Portugal? ou de Alguns...) a dizer que prioridade nesta área é a reabilitação (se é prioridade, o rácio deve ser invertido!)
Muda-se o discurso mantêm-se as políticas.
Estou mesmo a ver o Bairro das Laranjeiras, perto do Parque das Nações a rendas baixas para a classe média.
O que realmente acontecerá?
"Rendas baixas para a classe Alta, não é o mesmo que renda baixa para a classe média."
"Este programa dirige-se às verdadeiras classes médias"
Ainda estou para perceber o que são as verdadeiras classes médias? Aqueles que recebem 650€ mensais e pagam 400€ de renda são classe média para muitos...
"Dar-lhes oportunidades para que possam viver na cidade de Lisboa"
É este o objetivo principal?
Temos um presidente... "O salvador" ou será "O oportunista"?
Surge a oportunidade... logo é "O oportunista"...
Finalmente ele vai dar a mão a todos aqueles que querem viver em Lisboa.
Finalmente ele resolverá os problemas de Lisboa.
Pontes, viadutos e estações de metro Lisboa tem muitos e pelo que vejo a sua taxa de ocupação está aumentar.
Vamos lá acordar para a vida... deixem-se de papos!
É uma vergonha fazerem a vossa promoção imobiliária desta forma...
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Rogeriomad
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quinta-feira, abril 07, 2016
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Reciclagens: Cidades, Engenharia/Construção, Urbanismo
quarta-feira, abril 06, 2016
"E se fosse eu?", por Rogério Madeira
- Mochila com elásticos/mosquetões e com a minha identificação com grupo sanguíneo;
- Marmita com talheres de campanha.
- Enlatados e bolachas/barritas energéticas (normalmente tenho apenas 1 ou 2);
- Telemóvel não iria na mochila, provavelmente no bolso, mas quando ficasse sem rede ou sem bateria iria para a mochila. Também não é fundamental numa situação de refugiado, mas hoje não consigo viver sem ele. Até consigo! Mas quando não o tenho, sinto falta...
- Carteira com todos os meus documentos e algum dinheiro (tenho fotos da família e também selos postais, para quando quiser matar saudades e enviar notícias à família);
- Relógio também não iria na mochila, iria no pulso;
- Panamá. Sempre me acompanha quando prevejo uma jornada de caminhada.
- Água (ando com água e quando termina serve sempre de recipiente para voltar e encher de água de uma fonte, torneira ou até ribeiro desde com água límpida);
- Abafo. Serve para proteger o pescoço, boca e nariz do vento e frio. Para mim é útil;
- Apito com conta passos. Poderá servir para muita coisa: Chamar atenção! Alertar perigo! Informar localização! E quem sabe arbitrar um jogo… :P
- Caneta e bloco de apontamentos. Sempre andam comigo, para apontar tudo o que achar necessário e/ou partilhar info escrita com alguém;
- Aspirinas. As que estão na foto eram 4, só foi usada uma porque dei ao meu pai. Podem ajudar-nos a nós próprios e aliviar a quem nos solicita ajuda.
- Canivete multifunções tipo Suiço. Para tudo e mais alguma coisa.
- Isqueiro. Para fazer fogo;
- Produtos de higiene (normalmente apenas escova e pasta dentes pequena e papel higiénico);
- kit 1.º socorros (que neste momento até está incompleto).
- Tenda. Não é importante, mas em tempo de chuva e frio, pode dar jeito;
- Esteira de campismo. Coloquei na foto, mas nunca vai nas minhas viagens!
- Saco-cama. Um bem quentinho é fundamental!
- Camisola e roupa interior. Normalmente só levo uma muda. Quando tenho que mudar, lavo e vai a secar na mochila.
- Toalha. Não é fundamental, mas serve como toalha de praia, de toalha de banho, de toalha de mesa, de saia, de cachecol, de chapéu/gorro viking e aconchegar um bébé, etc.
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Rogeriomad
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quarta-feira, abril 06, 2016
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Reciclagens: Educação, Espaços escritos, Foto do mês, Fototeca, Internet
terça-feira, março 15, 2016
"Escotismo para Rapazes", de Robert Baden-Powell
Tradução: Rosário Morais da Silva
Editora: Associação dos Escoteiros de Portugal (AEP)
Escotismo para Rapazes é um livro de fácil leitura que cativa o leitor a imaginar-se um zulu, um guerreiro, um sobrevivente, um batedor, um patrulheiro, um verdadeiro Escoteiro em vários ambientes reais, de cidade, de campo, de floresta. Durante a sua leitura:
- Sonhei que estava na Serra da Arrábida a seguir rasto de uma galinha d'água perdida...
- Sonhei que estava perdido em Lisboa, com mil pessoas apontar-me o dedo e a dizer "IH! Está perdido em Lisboa! Não se orienta no trânsito..."
- Recordei as aventuras no Algarve, com os manos e amigos, as partidas e a proteção que sempre existiu entre nós e entre todos...
- Recordei as vivências vividas no el camiño... turigrinos fabulosos que me fizeram crescer por tudo o que me contaram e que passei com eles...
- Recordei os tempos que estive a seguir o meu caminho nos Açores... a beber água em ribeiros, a analisar as condições meteorológicas e a observar as "Cagarras" com o seus voos rasantes... e o coração a bater forte de medo, de cansaço, de paixão por tudo o que contemplava...
- Sonhei, recordei, sonhei, recordei...
Este é um livro delicioso, apaixonante e muito geográfico, portanto...
Mesmo que não sejas Escoteiro, durante a sua leitura, perceberás o que estou a escrever. E nunca se sabe, se após a sua leitura, te tornarás num...
Podes ouvi-lo aqui.
Transcrevo parte da introdução da edição portuguesa, realizada por Nélson Raimundo:
"O Escotismo é hoje um movimento global e plural, que junta mais de 28 milhões de jovens e adultos, rapazes e raparigas, homens e mulheres, de todos os pontos do globo, sem descriminação religiosa, de género, socioculturais ou étnicas. O objetivo do Movimento Escotista é, desde a sua fundação, o de ajudar a construir um mundo melhor e para todos. Para isso o Escotismo aposta nos jovens e na sua formação, fazendo de cada Escoteiro uma força capaz de contribuir para transformar a sociedade e o mundo."
E finalizo com BP:
"...Pus neste livro tudo aquilo que precisam para serem bons Escoteiros. Por isso, vão em frente, leiam o livro, ponham em prática o que ele vos ensina e espero que se divirtam tanto ou mais do que eu enquanto Escoteiros." Baden-Powell of Gilwell
[*] Robert Stephenson Smyth Baden-Powell (Londres, 22 de Fevereiro de 1857 — Nyeri, 8 de Janeiro de 1941) foi um tenente-general do Exército Britânico, fundador do Escotismo.
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Rogeriomad
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terça-feira, março 15, 2016
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Biblioteca, Educação, Livro do mês
segunda-feira, março 14, 2016
FOTO DO MÊS: "Clipes Urbanos"
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Rogeriomad
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segunda-feira, março 14, 2016
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sexta-feira, dezembro 04, 2015
Do they know it's... a Republic?
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Edward Soja
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sexta-feira, dezembro 04, 2015
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Reciclagens: Manifestos, Portugal Provisório
quarta-feira, setembro 02, 2015
Visões de génio
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Edward Soja
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quarta-feira, setembro 02, 2015
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Reciclagens: Arquitetura, Biblioteca, Cidades, Engenharia/Construção, Estratos
quarta-feira, agosto 26, 2015
Maravilhar-se, por Rachel Carson
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Edward Soja
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quarta-feira, agosto 26, 2015
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Antropologia, Biblioteca, Cidades, História, Livro do mês
sexta-feira, agosto 14, 2015
Dentro e fora, dentro e fora
Sempre dentro e fora
E o Conan dizia
A separação.
A separação.
...
a distinção assenta muito bem para engavetar cada um no seu devido compartimento, para que cada um, isolado no seus altares imaginários, não repare que todos vivemos em caixotes betonizados de que alguém se vai aproveitando...
competição... privacidade.
Cremos que a privacidade não se teria tornado, não a teríamos tornado, num valor tão extremo, tão democrático, portanto, se o terrorismo da voragem do espaço tivesse conhecido obstáculos e valores que não se comprassem.
Quando passámos a fazer cada vez mais coisas com o fito no guito, mesmo as colectivas, que das egoístas já se perderam as palavras.
Os horóscopos, os signos e ascendentes
Mais a vida da outra sussurrada entre os dentes
Os convites nos olhos embriagados
Os encontros de novo adiados
Nos ouvidos cansados ecoa
A canção de Lisboa
Há tristeza e compaixão
Quando o sono acalma os corpos agitados
Pela noite atirados contra colchões errados
Há o silêncio de quem não ri nem chora
Há divórcio entre o dentro e o fora
E há quem diga que nunca foi boa
A canção de Lisboa
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Edward Soja
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sexta-feira, agosto 14, 2015
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Reciclagens: Antropologia, Arquitetura, Cidades, Economia, Planeamento/OT, Urbanismo
















