segunda-feira, abril 18, 2016
domingo, janeiro 19, 2014
Deixemos de comer cinza!
Deixemos de comer cinza!
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sábado, setembro 28, 2013
As Torres do Técnico
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domingo, julho 14, 2013
No problema está a solução: em quase todos os casos, basta inverter os processos que o originam
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domingo, julho 14, 2013
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quarta-feira, junho 05, 2013
Não são prenúncios, senhor: são já a coisa propriamente dita.
Ah, para quem reparou, hoje é Dia mundial do Ambiente, mais um dia a maltratá-lo.
Malgrat os esforços dos Davids que lutam pela calada contra os engenhos da destruição.
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Edward Soja
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quarta-feira, junho 05, 2013
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domingo, abril 14, 2013
Mensagem de Reflexão
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quarta-feira, janeiro 16, 2013
Continuemos a comer produtos processados para troçarmos desta moça, então.
(Desculpem lá qualquer coisinha, que vem em Inglês)
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quarta-feira, janeiro 16, 2013
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sexta-feira, janeiro 11, 2013
É isto.
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sexta-feira, janeiro 11, 2013
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sexta-feira, dezembro 21, 2012
A Intocável República dos Miguéis Frasquilhos
[Portugal: 33º Lugar no IPC.
Somos melhores que Itália, onde há Máfia, e somos melhores que a Grécia, que está completamente desestruturada. É isto que os nossos governantes devem dizer lá fora, nas reuniões sobre corrupção, com grande orgulho.]
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sexta-feira, dezembro 21, 2012
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sexta-feira, outubro 05, 2012
"Está a nascer um negócio na tua cabeça, Zé / Está, sim, está, sim"
Sim, há pessoas que, mesmo que tivessem, nem teriam tempo para ver televisão...
(Como é que propalam tanto a "flexibilidade" e defendem tanto o "agarrar de oportunidades" quando o que vemos sempre é as pessoas a procurarem a estabilidade e o "sossego"? Destas duas vontades, qual dela quer, qual delas vai vencer neste jogo do gato e do rato?)
Com a população flutuante, em movimentos pendulares, a cidade ficou a perder.
Ao haver um decréscimo dos preços por m2 por ter havido uma explosão imobiliária o sistema económico continua a amordaçar a Terra. Connosco, sem outra hipótese / sem outra visão, a alimentar o monstro que tudo vai tragando.
Significarão as moradias e querer viver nelas que estamos a perder a capacidade de viver encaixotados? Quem, aliás, no-lo foi ensinando senão aquela mesma economia?
Que qualidade de vida? O Homem bem-pensante, quando pensante, estará a tornar-se anti-social? Misantropo?
Para que serve a sociedade?
Usamos a sociedade como papel higiénico?
Quem fica a cheirar mal?
Será que, nestes lugares superpovoados e densificados (pessoas e ruídos sem amortecedores possíveis) apenas temos, fomos ganhando necessidade urgente de "privacidade"?
Como se conjuga a defesa e o direito à privacidade, mais à sacrossanta "propriedade privada", ao "espaço só nosso", com a devassa da vida pública e privada nos média que tudo vão querendo devorar?
Nós, enquanto seres sociais, estamos a perder.
Saúde e poder.
Lugares aonde vamos apenas fazer "confusão" e que passamos o dia desesperados por deixar?
Quem fica para trás, na "confusão"?
Quem foge? Quem pode.
E - pasme-se, para completar o rol e tudo estar em perfeita sintonia (falaremos de que sin...fonia se trata, a musiquinha com que vamos adormecendo, embaladinhos, vitorgasparadinhos) - "os transportes públicos não são opção para muitos dos novos aldeãos".
Paga, povo-bem e não tão-bem, o combustível, já que não pagamos convenientemente a poluição-
Paga, povo-cada-vez-menos-bem, a velha salazarenta portagem sorvedora de dinheiro.
Como? O carro é mais usado em Lisboa que na maioria das metrópoles?
Com um sistema intermodal daqueles??, com metro, eléctricos, comboio, autocarros e quiçá bicla?
Que dizem que funciona tão bem... afinal!
Qual a percentagem do uso destes outros transportes, ditos colectivos (que o são mais, sim)?
Significará que apenas funcionam localmente, dentro do espaço urbano?
Mas... qual é o espaço urbano de Lisboa?
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sexta-feira, outubro 05, 2012
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quinta-feira, setembro 27, 2012
Primeiro pagam e depois pedem explicações?
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quinta-feira, setembro 27, 2012
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quarta-feira, setembro 12, 2012
Isto é sobre uma das falácias mais perversas do capitalismo
Sacado daqui.
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quinta-feira, maio 10, 2012
Higway to Hell (pela Monsanto)
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quinta-feira, maio 10, 2012
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quarta-feira, maio 02, 2012
"Pequeno Tratado do Decrescimento Sereno", por Serge Latouche
O capitalismo generalizado não pode deixar de destruir o planeta tal como destruiu a sociedade e tudo o que é colectivo."
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quarta-feira, maio 02, 2012
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domingo, abril 29, 2012
A tua posição
Uma habitação para o que tem dinheiro e uma habitação para o pobre,
um meio de transporte para o que tem crédito e outro para o que não pode ter,
uma assistência de saúde para quem pode pagar e um serviço de saúde para quem não pode,
um lixo televisivo para o contribuinte e revistas de viagens para o engravatado,
um ambiente suburbano para os miúdos do colégio e um ruído de fundo para a pobreza,
uma alimentação para o rico e uma alimentação para o descamisado,
uma formação para o desempregado e um emprego para o formador,
um empréstimo para a ostentação e uma negação para a lástima,
um peditório para o distribuidor de dívidas e um pagamento para o despojado,
um boa educação para a gente de boas famílias e uma má educação para os malandros e desempregados que não querem trabalhar,
um futuro para quem pode e um presente para quem o carrega,
um seguro de vida para o investidor e uma vida insegura para o perdedor,
uma corridinha para quem faz que trabalha e um descansinho para quem se cansa a trabalhar,
um horário compatível com a luz do sol e um horário incomportável com viver,
milhões de sonhos destruídos em dias consumidos na labuta,
a trabalhar para aquecer para enriquecer outros filhos,
a perder tempo a dispender energias sem vencimento,
a ver o poder de compra a perder-se e a perder-se tanta luta
em energia desperdiçada em gente amarrada às dívidas
da casa, da luz, do gás, do méu que não é teu, do carro que te come
e se ficares doente ainda vais parar ao hospital e levas uma multa
chamada taxa moderadora que tens de pagar, para moderar a fala e o juizinho,
que o juizinho é muito lindo e é por ele que consegues ser alguém...
tanta força mal empregada, tantos braços a produzir nada,
tanta raiva mal direccionada, tantos assaltos às pessoas erradas,
tanto dinheiro gasto em dependências, medicações e demências,
investida tanta cheta em futebóis e conversas da treta,
tantos assassínios através da fome perpetrados por quem mais come...
e enquanto nos acenam com a escola pedimos um emprego-esmola,
aceitamos o que nos dão e vamos comer-lhes à mão,
honramos as hierarquias e mais as suas tias,
procuramos alcançar o poder nem que tenhamos de nos vender
país de carneirada a quem não sobra nada
senão a granada lançada pra lá da barricada.
O muro dos outros somos nós que o fazemos
pois se o poder que não temos o perdemos
importa a pedra que escolhemos.
A luta de classes, que, sim, existem, com nomes variáveis, terá sido o motivo por que deixámos o capitalismo chegar a este ponto?
E agora, que continua a haver classes, mas já muito pouca luta, será que o sistema vai cair?
Dêmos-lhe uma ajudinha, coitadinho.
Coitadinhos de nós.
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domingo, abril 29, 2012
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quarta-feira, abril 25, 2012
Donos de Portugal
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domingo, abril 22, 2012
Não é na lua
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As viagens marítimas do sec. XVIII
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Rogeriomad
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domingo, abril 22, 2012
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sábado, abril 21, 2012
A produção é a coroa e a destruição é cara.
Vêde o vídeo. O vídeo volta, a moeda gira, o mundo roda, as chapadas voltam a bater naquela porta. Que o mundo é o mesmo e único. E o preço, caro, que volta à cara, vem ampliado. Pois não é verdade que a nossa maior fraqueza é a nossa maior força infligida contra nós? Estes são os estímulos que temos injectado no sistema e o feiticeiro está tão-somente a ficar sem mais ninguém a quem pedir contas.
Olhem, eu sou um chato e o palavreado que brota, querendo encher-vos a taça, só vo-la esvazia. (Ah! esta é do Nietzsche..) Vêde o vídeo.
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Edward Soja
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quarta-feira, abril 18, 2012
O borbulhar e a rã...
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Edward Soja
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