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quarta-feira, abril 06, 2016

"E se fosse eu?", por Rogério Madeira

Tive conhecimento deste desafio #esefosseeu através da Associação dos Escoteiros de Portugal #esefosseeuaep e achei na hora um desafio interessante e com uma questão pertinente: “E se fosse eu?” Realmente só nos colocando no lugar dos outros, poderemos tentar responder a tal questão. E hoje, por vezes, tenho assistido a cada comentário infeliz de muitas pessoas que parecem que não conseguem colocar esta mesma questão: “E se fosse eu?” Em tempo de paz, muito dificilmente sentiremos e saberemos como será partir da nossa terra, por esta se encontrar em guerra, em total colapso.

Ter que partir e deixar tudo para trás, com apenas uma mochila?

Ao tentar pensar nisso, não cheguei a nenhuma conclusão a não ser pegar nas minhas duas mochilas que estão sempre prontas para mochilar, por motivos da minha vida pessoal atualmente.

Felizmente, a minha Terra ainda é o meu País e o meu País ainda é a minha Terra...


... e como tal percorro-o de Norte a Sul com regularidade. Fico em casa de família, de amigos, em hostels, na sede dos escoteiros, em parques de campismo e até em praias, em jardins, em pinhais, etc. Tudo em tempo de paz. Com conforto ou desconforto... tudo em tempo de paz! A minha cama e almofada começam a ser uns estranhos para mim. Sendo assim, se tivesse que partir iria provavelmente pegar nas minhas duas mochilas que se convertem numa, quando meto a pequena dentro da grande. A pequena está preparada para 24 horas. É uma mochila que está pronta para as minhas caminhadas e retiros de fim de semana, para me orientar pessoalmente e ao mesmo tempo para dar apoio à formação no Grupo 250 de Mafra.


Que contém (no sentido dos ponteiros do relógio):
  • Mochila com elásticos/mosquetões e com a minha identificação com grupo sanguíneo;
  • Marmita com talheres de campanha.
  • Enlatados e bolachas/barritas energéticas (normalmente tenho apenas 1 ou 2);
  • Telemóvel não iria na mochila, provavelmente no bolso, mas quando ficasse sem rede ou sem bateria iria para a mochila. Também não é fundamental numa situação de refugiado, mas hoje não consigo viver sem ele. Até consigo! Mas quando não o tenho, sinto falta...
  • Carteira com todos os meus documentos e algum dinheiro (tenho fotos da família e também selos postais, para quando quiser matar saudades e enviar notícias à família);
  • Relógio também não iria na mochila, iria no pulso;
  • Panamá. Sempre me acompanha quando prevejo uma jornada de caminhada.
  • Água (ando com água e quando termina serve sempre de recipiente para voltar e encher de água de uma fonte, torneira ou até ribeiro desde com água límpida);
  • Abafo. Serve para proteger o pescoço, boca e nariz do vento e frio. Para mim é útil;
  • Apito com conta passos. Poderá servir para muita coisa: Chamar atenção! Alertar perigo! Informar localização! E quem sabe arbitrar um jogo… :P
  • Caneta e bloco de apontamentos. Sempre andam comigo, para apontar tudo o que achar necessário e/ou partilhar info escrita com alguém;
  • Aspirinas. As que estão na foto eram 4, só foi usada uma porque dei ao meu pai. Podem ajudar-nos a nós próprios e aliviar a quem nos solicita ajuda.
  • Canivete multifunções tipo Suiço. Para tudo e mais alguma coisa.
  • Isqueiro. Para fazer fogo;
  • Produtos de higiene (normalmente apenas escova e pasta dentes pequena e papel higiénico);
  • kit 1.º socorros (que neste momento até está incompleto).

Caso soubesse que teria que partir por muito mais tempo, como é o caso que se verifica neste desafio. Levaria então também a mochila grande.


E esta contém:
  • Tenda. Não é importante, mas em tempo de chuva e frio, pode dar jeito;
  • Esteira de campismo. Coloquei na foto, mas nunca vai nas minhas viagens!
  • Saco-cama. Um bem quentinho é fundamental!
  • Camisola e roupa interior. Normalmente só levo uma muda. Quando tenho que mudar, lavo e vai a secar na mochila.
  • Toalha. Não é fundamental, mas serve como toalha de praia, de toalha de banho, de toalha de mesa, de saia, de cachecol, de chapéu/gorro viking e aconchegar um bébé, etc.



Esta seria a minha mochila!

Normalmente pesa até 10kg. Ficaria a faltar muita coisa... roupa, calçado e comida... Ficaria a faltar provavelmente objetos de valor sentimental e material... mas que não são importantes nestas situações...

Provavelmente esperaria que poderia contar com ajuda de outras pessoas... voluntárias e anónimas... que me dariam a mão... e eu em jeito de gratidão aceitaria sem hesitar...

Gostaria de enaltecer a organização deste desafio #esefosseeu, à Plataforma de Apoio aos Refugiados. Que pelo que vejo nos OCS e acompanho na internet têm feito um trabalho imenso/enorme, mesmo contra a hipocrisia que se ouve nas nossas praças e ruas. Têm sempre feito um papel de educação/sensibilização da nossa Comunidade. Um bem haja a todos vós. Força nisso! Sustentem sempre o Sustentável. À Associação dos Escoteiros de Portugal #esefosseuaep, por se ter associado a este projeto, muito bem. Sempre prontos! A nossa missão também é esta mesmo... Canhota!


sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Psicogeografia

... E íamos nós pelos ares quando alguém que vinha em sentido contrário, nos disse:

- Não estais a perceber absolutamente nada.
Por isso, vou resumir-vos o que é que se está a passar.

Vós vedes os textos à vossa volta, mas todos os caracteres vos são ilegíveis. Por exemplo, este texto que agora está aqui, se for demasiado longo, de determinado ponto os vossos olhos não passarão. O excesso de texto cansa por antecedência, mesmo sem vos perguntardes ou vos deterdes nisso. E é precisamente por esse motivo que agora se impõe uma pausa. Pode ser bem sucedida através de um parágrafo, 

Assim.


Ou através de algum espaçamento entre as linhas.

Ah, deixem-me falar-vos duma boa piada. É que eles, lá nas universidades, fazem aquilo com tanto espaçamento, entre as linhas e entre as letras, que cada calhamaço até impressiona o próprio pacóvio que escreve (ou copia) os trabalhos. De modo que ele diz para si mesmo "Eh, pá, isto e tal...", não interessa agora estar a precisar.

Há também aquela táctica que é a da rendição, ou se o "texto" (sim, entre aspas) a comunicar assim o requer, à imagem, antepondo infalivelmente a máxima de que "uma imagem vale mais que mil palavras. Por extenso ou em numeral. Assim: 1 Imagem Vale + que 1000 Palavras. Fica catita e tal e cumpre-se mais uma banalidade e todos gostamos delas, não foi assim que te ensinaram para estares bem integrado na sociedade?

Portanto, recorremos aqui ao nosso amigo Raimundo Quintal, cujas mui ilustrativas fotos reproduzimos - cremos que não se importará que o façamos. Com o título "Pouco aprenderam com a dolorosa lição da natureza" (pôr frases a negrito, mesmo que não estejam à cabeceira dos textos, é também um truque muito usado nos meios habituais). As legendas são do geógrafo madeirense:

 Ribeira da Madalena - foz demasiado estreita , assoreada e incapaz de dar vazão ao caudal lamacento numa próxima cheia repentina - 02.02.13
 O estaleiro da AFA continua a crescer na Meia Légua. O canal de escoamento da Ribeira Brava continua estrangulado - 18.02.13
 Deslizamento na vertente oriental e obstrução do leito da Ribeira da Madalena, a jusante da estrada regional -02.02.13
 O estaleiro da AFA continua a crescer na Meia Légua. O canal de escoamento da Ribeira Brava continua estrangulado - 18.02.13
 A vertente oriental da Ribeira de Santa Luzia no troço entre a Fundoa e os Viveiros é facilmente erodida sempre que o caudal cresce - 15.11.12
 Água de Pena - o promotor e o empreiteiro da nova estrada não repararam no ribeiro. Os serviços de hidráulica do governo regional ignoram o problema. Quando chover intensamente o mesmo empreiteiro ganhará dinheiro no desassoreamento.
 Ribeira de Santa Luzia  - troço entre a Fundoa e os Viveiros - os deslizamentos e os desabamentos de blocos rochosos reduzem a secção de vazão e poderão provocar a obstrução do canal sob a rotunda dos Viveiros.
Entretanto continuam as obras de desfiguração da Baía do Funchal com o argumento do aumento de segurança da cidade em futuras cheias repentinas - 18.02.13



Agora que prestamos um bom e notável serviço para alertar e informar as populações 

(atenção, isto pode soar a tom irónico, mas os gritos fundamentados de Raimundo Quintal são mais uma corrente contra os maré do conformismo e da estupidez no altar e a mandar nos ditos servos, e aqui, com estas imagens e divulgação, prestamos homenagem ao geógrafo e um favor à lucidez) (fazer ressalvas também é adequado nos textos compridos: pode também ajudar a quebrar a "seriedade" do "corpo", vulgo "aborrecimento")

para que quando a tragédia voltar a acontecer ("não é uma questão de "se", mas uma questão de "quando") (tal como estão as coisas, parece haver uns espertinhos que andam a pedi-las...) sabermos que há responsáveis a julgar e encarcerar. Porque se o assassinato é punível com pena de prisão, porque não hão-de estes casos, flagrantes, de cair fora desta alçada? Olhem, naquele caso lá do meteorito da Sibéria também as seguradoras lavaram as mãos: porque o seu trabalho é fazerem dinheiro - se tiverem que dispensar alguma soma da enorme maquia que vão juntando, então, declaram falência.

Mais uma pausa.

E mais um parágrafo a nadar no nada.

O problema para que andamos a alertar desde o começo deste texto é que a vida é um processo contínuo. Não tem intervalos. Isto, se não enveredarmos pela concepção - aliás, que subscrevo - de que cada filho que nasce é uma metamorfose mais da mesma vida (mas isso seria irmos por um caminho que não cabe agora aqui - esta é outra frase comum em teses académicas...). E se tudo é contínuo e a linguagem uma forma de organização do mundo, como apreendê-lo bem, correctamente?

Do que estamos a falar é do ruído em si. 
Dos gritos que damos no meio do vozear constante das grandes aglomerações urbanas, cada vez mais confundidas com aglomerações humanas.

Chegamos a casa cansados. Cansados do esforço físico que fizemos no trabalho cada vez mais exigente e esvaziante. Cansados do esforço da atenção requerida pelos assaltantes estímulos que se dirigem a nós como os vendedores de cartões de crédito.

Donde decorre que, a dada altura, demasiado fatigados, nos fechamos ao exterior e procuramos em nós, à nossa maneira, finalmente, o porto de abrigo mais que devido. Para mantermos a sanidade. 
Lermos um livro, escrevermos. Simplesmente ouvir música, olhando para dentro e escutando com atenção as notas e a poesia.

Deste processo de fechamento resulta a destruição da geografia. É uma frase nada inédita, cremo-lo, mas bem séria. Da abstracção forçada pelo controlo mediático e comunicativo (das coisas que, se reflectirmos, pouco nos interessam) vamos, lentamente, arrancando os papeis de parede que com tanto labor aprendemos a colar às coisas. Esse papel de parede, com a cola a deformá-lo (e à parede também) é o sentido de que as impregnamos.

Assim, no nosso cantinho, talvez ouvindo música pelos nossos "fones" (gosto desta palavra originariamente grega), ou alienados na teclagem do telemóvel, que nos faz já nem olhar à esquerda ou à direita (e isto é também uma metáfora) nas passadeiras que nos vão, de longe a longe, estendendo (com o prejuízo de sermos atropelados e mal-vistos pelos condutores apressados e obrigados à atenção que os peões parecem muito bem dispensar), vamos passando pelos espaços agora vazios.

O espaço não passará de um vácuo que teremos de preencher.
E se formos vazios só de vazio poderemos enchê-los.
E deles não rezará a história e a história não rezará por eles.


E tudo perde o sentido, pois que o sentido - tal como a direcção, numa seta - não passa de uma relação entre, pelo menos, dois pontos.
Se a nada nos relacionarmos, não saberemos, de vez, ler os vários e variegados textos que nos são apresentados.

Há ainda aquela nova forma de comunicar, parida da vertigem dos tempos ditos globalizados, não modernos pois é uma faceta mais do velho obscurantismo, que é a de que querer tudo abarcar (talvez para precisamente deixar tudo de fora mas com a sensação contrária), que é a de estabelecer hiperligações no "corpo" do texto. Por exemplo, aquela Ribeira Brava ali em cima fotografada tinha sido captada pelo Rogério pouco após o massacre de Fevereiro de há três anos.

Foto de Rogério Madeira, Ribeira Brava, 26.02.2010.

O excesso de informação será cada vez mais excesso e - como na internet - passaremos à frente das coisas que estão a gritar-nos para que as ouçamos, as leiamos, as pensemos.

Este é o fim da Geografia.
Porque a Geografia tem que ver com tudo.
Porque a Geografia nada voltará a dizer-te, então.


A parte da "psico" no título deste artigo tem que ver com a parte interactiva que tem de se estabelecer com o objecto por parte do sujeito.

Obrigado a quem conseguiu ler tudo isto.
Significa que ainda consegue ter capacidade de atenção e concentração, sem as quais nenhum raciocínio bem construído se consegue.

Que um homem que não pensa e não consegue organizar o seu pensamento não passa de animal inferior às suas expectativas.
Amén.

Hey, you blacklist, you blacklist, I've seen what you have done. 
I've seen the men you've ruined and the lives you've tried to run, 
But the one thing that I've found is, the only ones you spare 
Are those that do not have a brain, or those that do not care. 

sexta-feira, setembro 14, 2012

A economia atrofia

Não, não devem ter percebido bem o título.
A economia atrofia, e não "é atrofiada". Que isto ainda é Português.
... mas se ninguém já mais pensa, então qualquer tentativa de comunicação está morta à nascença.
 
A economia desideologizou-se (g'anda palavrão!), dizem.
Que quer isso dizer?
 
Se até a sacrossanta lei da oferta e da procura, que tanto nos asseveram que "é mesmo assim" e "sem perceberes isso, não entenderás nada"...
 
[direi melhor: se não entender aquilo, não entro no reino da manipulação pela estupidez!]
 
...pode ser questionada quando questionamos... o valor.
É a este que temos de atender, é este que devemos analisar e criticar.
Se o preço (não confundir com valor) não passa de uma convenção à qual nem nos perguntaram, primeiramente (instituição), se acedíamos... e à qual acedemos de cada vez que, pobrérrimos, apenas dispondo da miséria do dinheiro, o trocamos pelos produtos que mantêm os nossos cadáveres obedientes e adiados por cá, por mais uns tempos da rentabilização e engrandecimento do capital.
 
Sim, a nós ninguém nos pergunta nada.
A nós não nos chamam para irmos a referendo sobre as coisas que nos afectam directamente a vida e as formas e nos reduzem as possibilidades de viver.
 
 
A Política foi primeiro a arte de impedir as pessoas de se intrometerem naquilo que lhes diz respeito. Numa época posterior, acrescentaram-lhe a arte de forçar as pessoas a decidir sobre o que não entendem.
Paul Valéry
 
Não entendem, e quanto menos lhes for explicado, melhor!
Porque o Poder mutante, mutante para permanecer Poder - há séculos - sabe bem que ninguém nasce ensinado.
 
E quando acedemos a alguma forma de poder que pode destronar a máquina desse poder vigente, então lá se trocam as voltas, mudam-se umas coisinhas para tudo o que trabalhaste nada ou pouco voltar a valer. Num jogo do gato e do rato em que és sempre tu, indivíduo solitário entre os milhões que fazem de ti rolo de carne para canhão a ir para a frente da batalha, a levar e amortecer os tiros que eles próprios estimulam a que dispares, tu do outro lado da barricada de ti mesmo, inimigo de ti próprio, vendido e comprado, parasitado e dependentizado pelo veneno do Poder.
 
Querem-te para produzires.
"O que interessa é que os proles se propaguem; tudo o mais é indiferente", assim preza o grande irmão que é o paizinho a que vais dar de comer todo o santo dia, todo "o patrão nosso de cada dia".
Se a máquina está bem montada e a tua vida é uma roldana mais para a levar ao bom porto onde nunca atracarás para descansar,
então....
 
mata-te!
 
Tu és a base e a cadeira salazarenta, mas amnésica, do poder.
Se tu serrares as tuas pernas, o ditador cai.
Sem ser de podre!

 
Mas isso não é solução, não é suficiente.

Terás de fazer estragos durante a tua passagem.

Não estejas à espera que ele caia: empurra-o como e o mais que puderes!
É isso que te é implorado pela liberdade e negado pelo Poder e as instituições atrofiantes de merda cá do vil e torpe burgo terrestre.


 
"White man came / across the sea / He brought us pain / and misery", já cantava o Bruce Dickinson, vindo com a Dama de Ferro dois anos antes do 1984, ou seja, migalha de tempo metafórica e proporcional à instalação do império da porcaria que nos atola, quais atóis em que fazem experiências atómicas a ver se resistimos, a ver como reagimos, anotando os seus troikistas-cientistas as suas estatísticas a publicar para os manuais do aperfeiçoamento do poder que há-de vir, se este que vigora chegar a partir ou virar de casaca.
 
 
"Em meados de Julho de 1945, quando o general Dwight Eisenhower, então comandante das forças aliadas, é informado pelo secretário de Estado da Guerra americano, Henry Stimson, que a bomba atómica será de qualquer maneira lançada, a sua reacção é também digna de nota:
Enquanto ele expunha os factos, a senti um terrível mal-estar. Comuniquei-lhe as minhas apreensões, baseadas na convicção de que o Japão já estava vencido e que a bomba não tinha utilidade nenhuma."
John Hersey, Hiroshima (Antígona, 1997, p.215)
 
Nós já estamos vencidos, mas o ódio e o mesmo ressentimento que ergueram Hitleres querem criar feridas e furúnculos nos nossos joelhos. de peregrinos aos altares do capitalismo-comunismodoconsumo. E é por isso que ninguém assalta bancos para destruir o dinheiro: assalta bancos para fundar e comprar mais bancos e, aí sim, e assim, roubar mais a quem eles subjugaram.
De vez e até à última gota do suor e do sangue que só te disseram servirem para fazer guerras.
As guerras deles, mas a morte tua, só tua e dos milhares que seguem a teu lado para o abismo que inventaram para ti dizendo que era o possível cèuzinho de merda. (Sim, viram bem, ali está um acento grave, não porque era para esse lado que viravam os acentos quando os determinatizavam, mas porque a palavra deixa de ser aguda... e explicação, quiçá estúpida, era mesmo necessária?)
 
E assim, vais ser tido num hospital que eles compraram e privatizaram e, se puderes, pagas!
Do que não se lembraram antes de ti foi de não ter que poder e deixar esses fazedores de dinheiro à espera do Hulot que tu não serias.
 
E assim, vais crescer com fraldas descartáveis que duram sei lá quantos anos a degradar-se nas condições parcamente ambientais que os teus anteriores permitiram e te deixaram.
E assim, vais andar num carrinho que custou sei lá quantos luxos imbecis e de suores de camisolas.
É fixe a vista? Cospe prà frente, a toda a velocidade!, que não tarda vais levar contigo no focinho!
E assim vais papando a papa que o papa professa para ti, depois de converter o papá e a papisa sentados frente à tvwc, water-closet da propaganda das multinacionais sem rosto decifrável e apagável da alimentação, do vestuário, da educação, da habitação, do imobiliário, do amém serviço de Estado e seus acólitos municipais esbanjadores de alcatrão.
 
E assim, vais aprender bem as lições da história vistas sempre pelo lado do vencedor na tua escola por ele comprada, na tua escola da vida formadora para o "mercado de trabalho", seu colaborador amestrado prometedor e com grande potencial. Da mesma educação que, se for para renovar ou mudar, em nada te ajudará senão a te manteres à parte e não seres integrado e seres um "desleixado" e "vai trabalhar, malandro!", "desnaturado", "marginal", ou até "desempregado".
 
E assim, ao longo do teu crescimento, vais comer, vestir e... UI!!! TRABALHAR!! ao serviço deles, para eles, por eles, que te puseram no seu lugar a fazeres-lhes as vezes.
Eles é que põem as tuas mãos à obra, a tua boca à disposição do próximo produto de laboratório, o teu corpo à mercê das próximas vacinas antigripais e anti-ratinhos, anti-cancros, ratinho-orelhas-nas-costas da tua miséria ligada à máquina...
Eles é que têm motivos de sobra para te adularem, mas também para te rejeitarem se a tua maré de descontentamento subir e os encharcar.
 
E tu, mesmo assim, não vês em que é que o seu Poder está manifesto.
Mas basta olhares já, já tão alargado o seu domínio senhorial, para qualquer coisa tornada produto comprável e vendável, qualquer que seja o resultado não-natural que é erigido à tua volta.
 
 
 
Há muito que eu via este símbolo pelos campos de milho e me perguntava, na dúvida, se não seria isto obra do deus mafarrico que compra, ocupa, manipula (palavra-chave) e faz de cada agricultor-base gato-sapato dos seus pés fedorentos a arder no brómio do dinheiro.
Ainda ontem vi mais uma - estão por todo o lado!, não é na lua!, na lua não há manipulados, portanto não há manipuladores... mas tão-somente porque não há manipuláveis...,triste pena de alguns - e me lembrei de vir investigar.
Hoje ao ver esta imagem, cedida pelo Ondas3, me caíram os queixos da dúvida e se me abriu a boca da ira, ao perceber que esta MERDA está por todo o lado, invadiu tudo, com o beneplácito da ignorância, claro está, sempre ela no pódio a vencer-nos a corrida escorregadia.
 
Atentai bem, seus terroristas, na bela e verde palavrinha do canto inferior direito da placa na imagem e aí tereis as dúvidas estilhaçadas.
 
Não há estatísticas que aguentem o peso deste poder, do poder destruidor do dinheiro e do poder atrofiador da economia que o cria e sustenta.
Não há recenseamento possível para fixar o vento venenoso a semear doença. Imperialmente.
 
Que droga foi que venderam aos agricultores para que eles comprassem esta merda??
Sim, foi a vida.
A vida-doença, a vida-morte.
 
E talvez uma manipulação destas seja, como as ilhas de plástico flutuante e microscópico, o maior progresso da ciência bélica dos tiranos: injectaremos os chips no nosso corpo e um dia lá vamos, accionados a um clique da claque do Poder, para nos desligar. A seu bel-prazer.
Ou plastificados por dentro e aos poucos, ou então teorias da conspiração para o futuro e sempre a merda do futuro, sempre a merda do futuro a ameaçar sem sustentação, dizeis? mas se o futuro não vos serve de explicação, que me dizeis ao poder que é cumprido aqui e agora, sem precisar do futuro para nada? Digam lá?
 
Emprestado do mesmo Ondas3, deixemos então o futuro para o domínio das vossas, dizeis, teorias da conspiração - que isso, acusais, não passa de "ideologia" - e vejamos algumas formas de controlo dos corpos e almas, AQUI E AGORA:
 
- Se um agricultor quiser semear algodão, milho, soja ou colza só o pode fazer comprando sementes transgénicas, uma vez que os gigantes dos transgénicos dominam 90% do mercado; muitos agricultores foram processados e acusados de roubo de patentes de sementes transgénicas quando de facto as suas culturas foram contaminadas por sementes e pólen de culturas transgénicas espalhadas pelo vento; eles não roubaram sementes nem patentes, eles foram vítimas de trespasse, de invasão de propriedade e, por isso, têm tentado fazer aprovar leis que os defendam da invasão de sementes transgénicas;
- São tretas as garantias dadas pelo ministério da Agricultura dos EUA de que os produtos alimentares transgénicos são seguros e que não precisam de rótulo; o próprio ministério já admitiu que essas garantias se baseiam em testes levados a cabo não por entidades independentes mas pelas próprias corporações que lideram o mercado dos transgénicos; o consenso científico mundial diz que os transgénicos não são seguros e, por isso mais de 40 países exigem a sua rotulagem e alguns até os proibem por comprovadamente serem maus, por exemplo, para o fígado e para os rins e contribuirem para a obesidade; se as gigantes das biotecnologias não se cansam de propagandear que os seus produtos vão eliminar a fome, reduzir a aplicação de pesticidas e de fertilizante químico, aumentar a tolerância à seca e a produção, então por que razão acham que rotular uma embalagem que contém transgénico vai confundir o consumidor? se estão assim tão seguros do seu sucesso, se realmente acreditam que os seus produtos são melhores, por que têm medo de os rotular? 
O que a realidade tem mostrado é que o cultivo de transgénicos tem aumentado a necessidade da aplicação de cada vez mais pesticidas, tem aumentado o aparecimento de parasitas cada vez mais resistentes aos químicos aplicados, para não falar do endurecimento das plantas do trigo e do algodão transgénicos a tal ponto que chegam a furar os pneus dos tractores.

Outras reflexões e desmontagens aqui 
 
 
Que foi que nos venderam, a nós, consumidores, para continuarmos a comprar esta merda invasiva??
Sim, foi a vida.
A vida doente.

A morte fingida.
 
Estou cansado de ver esta porcaria e esta economia-açougueiraprofissional a arregimentar os homens em varas.
De empalar e (varas) de porcos.

sexta-feira, setembro 07, 2012

Descobertas

Para mim novidade, e que novidade, o sítio do Património de Influência Portuguesa: HPIP. Fabuloso. Em construção e actualização, está aberto a colaborações.


Traçado aproximado da muralha

Kochi [Cochim/Cochin/Santa Cruz de Cochim], Kerala, Índia

Lat. 9.967083, Long. 76.244017

terça-feira, agosto 28, 2012

Amadora conta?


Amadora, em 1940, via-se assim.
 
 
E este retrato é tão impressionante como estoutro que já aqui também divulgámos.

A evolução dos efectivos na Amadoradados do INE, gráfico via cm-amdora.pt
 (reparemos como a coisa está estável, com tendência para o decréscimo, já há duas décadas...)
 
A fotografia aérea lá em cima (passe o talvez pleonasmo), a circular pelo grupo Geografia PT (autor ou arquivo não referidos), deixa-nos a pensar no que RAIO ESTAMOS A FAZER...
À paisagem.
Ao modo de vida.
À concepção da morte.
(Puxa!. sim, sim... Quem se desliga da vida, desliga-se da morte. E vice-versa. Por isso é que a morte é tabu, para que desaprendamos de lutar. Pela vida e contra tudo o que a oprime...)
 
 
À força do crescimento (populacional, porque técnico, porque económico, porque violento...) saem sacrificados os laços, tão duradouros, estáveis e -além do mais- com toda a garantia de futuro - que unem o animal Homem (um animal mais na biota) à Terra.
Talvez já não unam. Talvez esses laços, a havê-los - claro que os há! e essa é a esperança.... dos outros seres vivos- estejam apenas tão frouxos como um suicida que nem força anímica tem para saltar da cadeira...)
 
E se a vida é viver, doravante ou há muito, apenas num tapete flutuante, a empregada da limpeza não se deixará levar: connosco cegos, ela trata de pôr as asneiras para baixo do tapete.
 
Mas nós romperemos esse tecido cada vez mais fino e frágil com as nossas botas cardadas e insensíveis e acharemos duas coisas: um passado longínquo e um presente a prazo.
 
E isso será somente o que o futuro já tem reservado para nós.
Uma réstia, inútil, de consciência.

Amadora conta como exemplo (...a nunca mais seguir)?

terça-feira, setembro 20, 2011

"Casas, Sim, Barracas, Não"

A ministra da Agricultura Assunção Cristas afirmou é necessário incentivar o aumento das propriedades agrícolas e florestais e admitiu penalizar fiscalmente quem deixar as terras abandonadas. Público.


E a propósito, vai tomar atitude idêntica para com os proprietários de casas abandonadas nas vilas e cidades?


Via Ondas3

sábado, junho 18, 2011

Mapa de fluxos de informação - 15M

Na natureza das sociedades humanas, a informação propaga-se de formas muito diferentes. A forma como se propaga tem uma importância vital tanto para a própria existência da vida como para o tecido social. No BIFI [Instituto Universitário de Investigação Biocomputação e Física de Sistemas Complexos, da Universidade de Zaragoza] perguntamo-nos como foi o processo de propagação da informação, se é ou não parecido com outros processos e se podia ter sido previsto.*





O estudo realizado em colaboração com Cierzo Development tinha como objectivo investigar, por um lado, as propiedades estatísticas da informação difundida e, por outro, como são os padrões de conectividade entre aqueles que emitem essa informação e entre aqueles que a recebem.

O estudo compreende o período entre o 25 de Abril e o 26 de Maio de 2011. A partir das 70 palavras-chave relacionadas com o movimiento 15M, fez-se o rastreio de todas as mensagens trocadas entre usuários que continham uma destas. No total detectaram-se e usaram-se 581.749 mensagens provenientes de 87.569 usuários. Os dados aqui analisados representam aproximadamente um terço de todas as mensagens e posts gerados no mundo. A partir destes dados, espera-se contar com novas fontes e colaborações para aprofundar ainda mais o estudo deste tipo de redes complexas.

Através de ferramentas computacionais e da teoria das redes complexas, na qual o BIFI é uma referência mundial, analisaram-se e relacionaram-se as palavras-chave que se foram criando através de uma popular rede social.nonosvamos ou democraciarealya, foram as primeiras a ser criadas. Seguiu-se um mais genérico genérico 15M, fazendo referência à data da primeira concentração. Posteriormente, a reunião de pessoas na Puerta del Sol de Madrid deu lugar a acampadasol, e a esta logo se seguiram outras em toda a geografia espanhola, as quais deram lugar a acampadabcn, acampadavlc, acampadagranada, acampadazgz, acampadabilbao e um extenso etc..., para chegar finalmente a globalcamp.

Poder obter uma quantidade suficiente de dados estatísticos em tiempo real é uma oportunidade única. Outros eventos de seguimento massivo -como os desportivos- tendem a estar demasiado concentrados numas poucas horas. Outros temas com muita estatística costumam ser de variação lenta. Algo como o 15M é uma situação perfeita para os estudos de formação e propagação de redes. E a sua presença online permite obter una informação que depois se poderá extrapolar a outras redes similares das quais não se podem obter dados directos.


Fonte: 15Mbifi.es
Tradução de Eduardo F.

* - O objectivo é prever para controlar.
Já se sabe. Não é despiciendo, portanto, com quem fica esse saber.


E por cá, como seria?

E amanhã, 19 de Junho de 2011 - dia em que em mais de 800 cidades no mundo se vai sair à rua - como será por cá?
(A normalidadezinha mesquinha do costume, já tememos...)


Não olhes
(apenas)
:
Junta-te.

quarta-feira, janeiro 26, 2011

O blogue do tio em viagem

Em Barcelos, por exemplo, o Tio, não é um desses panfletos encalhados em folhetins de devassa jet7 ou coisa parecida. O tio, talvez seja um bar, um amigo, ou esse ressoar de latas que terminavam as nossas noites junto a máquinas obsoletas de cerveja. Ou a viagem, como aqui:





terça-feira, janeiro 18, 2011

O vício e a responsabilidade diluída



Vamos lá tautologiar um bocadinho?
Vamos.


Dispomos de meios (tecnológicos) avançados para resolvermos os nossos problemas terrestres. Ou terrenos, se preferirem.

Mas.

Há várias formas de resolver os problemas.
Dentro de cada forma de os resolver, os problemas e as soluções são encarados e orientadas mais neste ou naquele sentido.

Não, não importa apenas que os problemas sejam resolvidos.
Importa, em primeiro, que a resolução dos problemas não ponha em causa a própria resolução dos problemas.
Importa, depois
(- isto parece um politicamente correcto, vazio e bacoco a falar...)
que a resolução dos problemas não crie outros problemas. E nem outros, nem mais problemas.

A forma como olhamos para os problemas depende do nosso ponto de vista.
O nosso ponto de vista depende do lugar que ocupamos na problemática.

Quer isto dizer que as pessoas mais indicadas para resolverem os problemas são aquelas que por ele são afectadas?
Talvez.

Mas não se costuma dizer que...
os que podem, não querem
e
os que querem, não podem
?

Então continuemos virados
cada um para seu lado
e os problemas por resolver
e, não só por resolver mas,
a crescer.
Em número e magnitude.


Dispomos de meios tão avançados que parece absurdo não os resolvermos.
Mas vamos lá esmiuçar um bocadinho este absurdo:

"Esta m.... não anda, pá, porque a gente não quer qu'esta m.... ande.
Tenho dito!
A culpa é de todos, a culpa não é de ninguém.
Não é isto verdade?:
Quer dizer, há culpa de todos em geral e não há culpa de ninguém em particular..."

Etc., etc., etc.*


Mas
- só mais uma coisinha -
...

as nossas acções e vontades dependem dos nossos interesses.



E é nestas rodinhas que a Humanidade tem andado.
E para a frente, julga ela.



* - trata-se, pela enésima e sempre recorrente vez, de uma passagem do "FMI", de José Mário Branco.

sábado, dezembro 11, 2010

Um sítio fabuloso

http://www.pordata.pt/azap_runtime/# base de dados de Portugal Contemporâneo. Não é que interesse muito, mas o presidente do conselho de administração é o senhor António Barreto. Mais que tudo é útil e existe.

domingo, janeiro 03, 2010

Mapas dos Desastres

No âmbito da sua tese, o geógrafo Luiz Amadeu Coutinho criou um serviço interactivo bem interessante e útil.

A ideia é simples, um sítio onde qualquer um pode inserir no mapa a ocorrência de algum desastre natural em qualquer parte do mundo e em qualquer data.
O
Disaster Map pretende reunir pessoas de todo o mundo que pretendam compartilhar suas histórias relacionadas a Catástrofes. Todos podem contribuir com textos, links, fotos e videos. Conte sua história.

Passo a passo

1 – Faça o login na página inicial, clicando nas opções de conta no lado direito. (Pode utilizar sua conta do Google ou criar um user no próprio serviço)



2 – Em seguida, na página em que aparece o mapa, preencha o campo vazio com o endereço (rua, número, bairro e cidade) e clique em “pesquisar lugar”.



3 – Após encontrar o local, clique em “Mark on the map”. Agora é só preencher os campos com a descrição do Desastre, Tipo, Data. Você também pode incluir videos do youtube ou qualquer outro site de vídeos que tenham o recurso "Embed". Também é possível incluir fotos de serviços como o Flickr, Picasa, ou links para imagens publicadas noutros sites. Por fim é clicar em Save.


E já está!
Participem.

domingo, novembro 15, 2009

Também virtualmente

Já tínhamos chamado à atenção para este assunto há cerca de dois meses atrás.
Estamos perante um caso de apropriação de espaço a que não podemos pôr cobro.
A que polícia ou tribunal vamos pedir para interceder?

Nas cidades, basta dar um tempo, se estivermos atentos, vemos como um mesmo espaço vai tendo diferentes usos. Isso acontece no âmbito, digamos, interno (em que a actividade é dentro do mesmo sector. E aqui o comércio será talvez o caso mais frequente) ou externo, em que uma actividade dá lugar a outra com a qual pouco ou nada tem a ver (o mais habitual, para estes casos, é vermos áreas de REN ou RAN a cederem sempre ao mesmo: cimento e betão).

No caso que aqui trazemos podemos invocar as teorias da conspiração, que têm por base o princípio básico de há um objectivo que é, como sempre foi e continuará a ser o dos poderes obscurantistas e anti-liberdade, o controlo do pensamento. O pensamento é feito daquilo que se sabe (sim, a frase é mesmo esta... vá, leia-a lá novamente: O pensamento é feito daquilo que se sabe). Daí livros como "1984", de George Orwell, ou "Farenheit 451", de Ray Bradbury, onde fica bem patente que "o conhecimento é subversivo".

Também a informação que vai contra os poderes dominantes e que querem esmagar todos os aspectos da nossa vida - os poderes totalitaristas como a música nos centros comerciais, que, onde quer que estejamos (até na casa-de-banho, onde gostamos de estar sossegados) infiltram o seu veneno - tende a ser substituído. Como uma peça avariada, um pensamento indesejado...

Também virtualmente os espaços são substituídos.
Os endereços, cujos registos supostamente deviam estar protegidos (por que autoridade? Se essa autoridade falha, que autoridade é essa?), são "roubados" e aquilo que pensávamos lá ir encontrar... já lá não está. O pior é que, em vez de nada lá estar, está outra coisa que em nada nos ajuda.

A vítima virtual é a PSL - Plataforma Sabor Livre.
As vítimas reais são aqueles que como nós, queremos divulgar e fazer respeitar os valores da sustentabilidade e da biodiversidade.


sexta-feira, novembro 06, 2009

Portal das Energias Alternativas

Clique para entrar

Se quiserem saber um pouco mais sobre energias alternativas sugerimos a consulta do Portal das Energias Alternativas.
É um espaço que concilia a agradável imagem gráfica com a boa organização da extensa e variada informação que disponibiliza: para além de nos dar uma resposta técnica sobre o que são energias alternativas, responde-nos também alguns mitos sobre energia e propõe várias formas como podemos poupar energia.
É sem dúvida alguma, um espaço cibernético de passagem obrigatória!

quinta-feira, julho 16, 2009

Clark Labs anuncia blog "EARTH SYSTEM TRENDS"

A GEOSFERA, distribuidora dos produtos SIG Clark Labs em Portugal, vem por este meio divulgar a apresentação do blog criado pela Clark Labs intitulado "Earth System Trends". Este blog tem por intuito demonstrar a capacidade de análise das variações do sistema terrestre segundo a nova aplicação "Earth Trends Modeler" (ETM), incorporada na mais recente versão do IDRISI Taiga.

O "Earth System Trends" foi concebido especialmente para a análise de diferentes séries temporais de imagens recolhidas de sistemas observatórios terrestres e inclui um conjunto de ferramentas de extrapolação de tendências e variabilidade do sistema terrestre, de importância cimeira para domínios como a análise das variações climáticas e a dinâmica de ecossistemas.

Convidamo-lo desde já a visitar o blog "Earth System Trends" (www.earthsystemtrends.org) e a verificar em primeira mão as potencialidades desta aplicação desenvolvida pela Clark Labs e que está integrado no novo IDRISI Taiga".

GEOSFERA Lda
Drawing the future in Geographic Information Systems
Tel. 21 1502004

segunda-feira, junho 22, 2009

2.ª Edição da Acção Online de Iniciação ao software SIG SuperMap Deskpro

Em face à elevada afluência de público na 1ª Edição da Acção Online de Iniciação ao software SIG SuperMap Deskpro, a GEOSFERA está agendar a realização de uma 2ª edição da referida acção, com data prevista para os dias 7, 8 e 9 de Julho, com início previsto às 9 horas da manhã e a duração de 3 horas por dia.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas a título pessoal ou em nome de instituições, sendo que no final da mesma serão passados certificados de participação. Para se inscrever envie um email para geosfera.comercial@geosfera.pt com os seus dados pessoais (nome, morada, actividade, instituição, contacto telefónico e email) ou preencha a ficha em anexo com os mesmos dados e remeta para geosfera.comercial@geosfera.pt.
Esta acção online foi concebida tanto para pessoas individuais como para instituições, sendo que todas as instruções pertinentes constam da ficha de inscrição em anexo.

A GEOSFERA deseja que esta acção vá ao encontro das necessidades da comunidade que utiliza os sistemas de informação geográfica e aconselha que as inscrições sejam feitas o mais breve possível (até à data limite de dia 26 de Julho), dado que esta acção terá um máximo de 40 participantes.

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GEOSFERA Lda
Drawing the future in GIS
Rua General Ferreira Martins, nº10, 8ºA
1495-137 Algés (Portugal)
Tel. 00351 211502004