sexta-feira, fevereiro 26, 2010

Mergulhar na lama...

Clique para aumentar

Foto de Rogério Madeira, Ribeira Brava, 26.02.2010.

terça-feira, fevereiro 23, 2010

Aprender SIG com Software Open Source

Decorrerá no próximo dia 24 de Fevereiro, 4ª Feira, pelas 16h00, no Anfiteatro II da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), uma Palestra, a convite do Prof. José Gomes (DG / CEGOT), dedicada ao tema:
"Aprender SIG com Software Open Source
GISVM, uma Máquina Virtual para o Ensino de SIG"
Estrutura da Palestra:

1a parte: GISVM, a ferramenta ideal para ensino de SIG (Ricardo Pinho)
2a parte: Porquê o Ensino com Software Livre? (Ricardo Pinho, Nelson Silva e Adnilo Chande)
Todos serão benvindos, pois a entrada é livre! e agradeçemos a divulgação deste evento a todos os possiveis interessados.
Obrigado,
Ricardo Pinho
PS.
CARTAZ com mais informação! (click aqui para descarregar)
Endereço da FLUC, Largo da Porta Férrea, Coimbra (click aqui para localização no gmaps)

Via correio electrónico

sábado, fevereiro 13, 2010

Pegada Humana em Mapa


A Sociedade para a Conservação para a Vida Selvagem e o Centro para a Rede Internacional de Informação Científica da Terra uniram esforços na Universidade de Columbia para sistematizar e medir a influência do Homem na superfície da Terra. Apresentam-nos o resultado num mapa que podemos ver na ligação a que a imagem acima conduz.


Portugal, como se vê no pormenor, está cheio de manchas negras. E depois, ampliando, percebemos a negra faixa litoral de que muito parecemos orgulhar-nos. Poderemos pensar que até "nem está mal" atendendo a que muitas das suas paisagens ainda nos fascinam, e que "temos vivido mais ou menos... razoavelmente". Mas serve apenas para nos lembrar de que as paisagens, mesmo com elementos da Natureza, são já o resultado cumulativo da acção histórica do Homem.

Que impactos têm estes desequilíbrios?, Estas concentrações de "impactos"?
Também à luz destas questões devemos analisar as disfuncionalidades que vamos observando por aí.

quinta-feira, fevereiro 11, 2010

A Rua da Estrada

Imagem disponível no blogue Quintas de Leitura


A Rua da Estrada, novo livro do geógrafo Álvaro Domingues, editado pela Dafne, foi apresentado sábado passado, dia 6 de Fevereiro, na Vida Portuguesa, no Porto.
No terceiro andar do antigo estabelecimento mal se cabia, tantos foram os que quiseram estar presentes para o lançamento do livro (que foi anunciado na rádio e nos jornais... só faltou mesmo a televisão).
Com pequenas apresentações de alguns convidados (entre outros, Carlos Magno, Júlio Machado Vaz, Nuno Portas...), que escolheram fotografias que surgem no livro, foi um fim de tarde bem passado e bem disposto.

A obra, produto de muitas horas de viagem pelas estradas deste país (propositadas nem tanto, mas aproveitando-as para captar situações), expõe os mundos, atropelados, das bermas (e não só) das estradas que fomos construindo ao longo do nosso perfil de território cada vez mais betonizado.
A imagem acima dá-nos o mote (a primeira que surge lá dentro), com o olhar estranho e inquiridor dos rinocerontes em que nos tornámos.
Uma espécie de "Nós por Cá" muito mais subtil, sem musiquinhas ridículas, que expõe, com graça e silêncio às vezes, com violência outras vezes, a desordem das coisas. Para, precisamente, através destas miradas atentas, nos indagar sobre a ordem que atrás delas (porventura) as comanda e as faz serem como são e como estão.

Não há proposta de soluções (não devia haver...) sem diagnósticos, mas não é esse o objectivo de Álvaro Domingues. São pequenos textos, que convidam à poesia, que ilustram as fotografias. Lançam olhares e perspectivas. Porque, ao acharmos muitas delas surpreendentes, concluímos que nem isso temos feito.

Como se diz no livro, parar é o mais difícil num espaço de movimento incessante.

Ler o texto de apresentação aqui.

quarta-feira, fevereiro 10, 2010

SGP

A Sociedade de Geografia de Lisboa tem nova morada.

Aqui.