É Janeiro e tudo na mesma...
De volta… lembra-se o calendário, que isto das datas tem que se lhe diga. Aliás, a igreja mais não fez do que aproveitar as datas antigas, ditas pagãs, mas muito convenientes. Temos assim o natal e passagem de ano, personificadas na dita renovação, no recomeçar, coisa que também se dirá lá mais para a primavera. Se ainda não sabem (pode acontecer) a origem e evolução do calendário até aos nossos dias, sugere-se a leitura de um instrutivo livrinho (cerca de 640 páginas) denominado Os Descobridores- de como o homem procurou conhecer-se a si mesmo e ao mundo, de Daniel J. Boorstin, editado pela Gradiva. É de fácil leitura e sempre dá para brilhar, no café, com os amigos.
Respeitando o sentir da época, embora eu pense que por esta altura os tugas já caíram na real (sendo certo que não vão aprender nada), alinhavam-se, desta forma, algumas ideias para escritos próximos:
-Deambulações recentes por Tomar e Barcelos, terras velhíssimas e misteriosas.
-Uma critica não encapuçada à cultura(ou ausência dela) de Braga, não apenas a oficial mas também aos seus detractores, que, claro, assobiam a sua (própria!) cultura.
-Espaços novos e novas Geografias.
-Alguns livros e anátemas.
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