O que não vemos...

Clique para lerPúblico, 04.09.2008, p.16

Não há como contornar: o que nasce, nasce de algo. (Deixemos de lado as explicações criacionistas religiosas...).

Vários factores contribuem para um dado resultado. Os fenómenos regionais podem ter (e muitas vezes têm) causas exteriores à região. Já o aplicamos quando se falou de globalização. Os furacões, como outros factores que representam um risco (até que ponto meramente natural?) para as populações, ENGLOBAM-SE na tão propalada questão das alterações climáticas.

As coisas que não sentimos, podem ser tão pequenas como 0,3 graus célsius, mas em certos fenómenos, o factor multiplicador é grande e incontornável.
Que são 0,3 graus? O nosso corpo nem o sente...

Mas a frequência e a intensidade dos furacões cada vez mais noticiados nos últimos tempos deixam marcas, em forma de estatísticas e danos materiais e humanos.

Quando deixamos de olhar para o lado, deparamo-nos com cenários de destruição.
De menosprezarmos o que não se vê, passamos a não conseguir evitar o que se abate sobre nós.

Comentários

Mensagens populares