Cada vez menos dúvidas
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Edward Soja
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segunda-feira, abril 02, 2012
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Edward Soja
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Reciclagens: Cidades
Only one of the 54 nuclear reactors remains in operation, ant it is due to be switched off in May.
Quantas pessoas deixaram de precisar de energia (por já não estarem vivas)?
Como é que... em pouco mais de um ano, o Japão consegue desactivar quase todas as centrais nucleares, que são a maior fatia da energia do país, e não... desactivar o país?
COMO É QUE É POSSÍVEL TEREM TOMADO ESTA DECISÃO
Daqui depreendo que a energia nuclear no Japão não é necessária (no sentido de "obrigatória", que é isso que "necessário" quer dizer...).
É que há uns chicos-espertos que gostam de falar em meu nome e decidir o que eu não quero. Sei que não estou sozinho, mas cada um que pense realmente por si.
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Edward Soja
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quinta-feira, março 29, 2012
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Reciclagens: Espaços escritos, Manifestos
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Edward Soja
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quinta-feira, março 29, 2012
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia, Riscos
Imagem da pescadinha de rabo na boca (frita!!) replicada daqui
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terça-feira, março 27, 2012
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia
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quinta-feira, março 22, 2012
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Reciclagens: Antropologia, Biblioteca, Economia, Espaços escritos, Livro do mês
Well, I'm in love with a weather girl
She brings sunshine into my world
I expect I won't have to cry
She's dropping clouds out of the sky...
Quando apareceu a sociedadeindependentedecomunicação, o terceiro canal da têvê que não tardou a transformar numa realidade mais grosseira a epistolar canção dos Táxi ("TVWC" é o nome), havia meninas a apresentar o boletim meteorológico.
Depois, pouco tempo depois, surgiu uma televisão muito pouco católica (e nós com isso!...) onde pudemos aprender a pensar no que é ou deveria ser um boletim meteorológico. Era apresentado pelo amigo açoriano Anthímio de Azevedo e nele se mostravam imagens de satélite, com as nuvens sobre o escuro e uns pontinhos com cruzes que delimitavam ou apontavam o território nacional.
(Não muito mais tarde, o amigo açoriano dava a cara a uma conhecida marca de tintas, dizendo que eram boas para resistir à agressividade das chuvas químicas das cidades... ou seja, num simples anúncio ficávamos a pensar no porquê de as chuvas, nas cidades, serem agressivas...)
Na RTP, por essas alturas (meados de noventa, acho) lembro-me bem (porque se há coisas que ficam, também há coisas que queremos que fiquem), usaram dois temas do "Antarctica", do Vangelis, nomeadamente este e este, como som de fundo. Apenas uma voz ouvíamos falar e víamos uns quadros electrónicos com o tipo de céu que se previa. Vangelis, deixem-me dizê-lo, que sempre o vi como uma espécie de filósofo, ou então, mais correctamente dizendo, um psicólogo que perscruta a nossa mente e lhe reconhece as faltas. E também a estreita ligação à natureza de que parecem brotar muitas das melodias que compôs. Daí que a música encaixava muitíssimo bem.
Observar a natureza faz pensar.
Dantes davam os filmes que iam passar nos cinemas do país (ajudou-me a aprender a palavra "Nimas"...). Era uma longa lista que passava, de baixo pra cima, antes do jornal da noite. Antes de este ter sido transformado no veneno nosso de cada dia.
Dantes davam desenhos animados depois do dito jornal da noite. E ríamos com o Babalú, ou com a Tartaruga Touché ("En garde!...").
Dantes, mais pra trás no tempo, para preencher aquele bocadinho de tempo que faltava até começar tal programa, davam videoclips, sim, assim, soltos, de músicas. Lembro-me tanto da "Canção dos Sapos" (como lhe chamava; ou "We All Stand Together"), do McCartney (o McCartney sempre transportou aquele ar infantil que os Beatles tinham...) ou de algumas do então tão popular e sempre grande Júlio Pereira (como a "Celtibera"...) ou do Rão Kyao...
Já repararam como todas estas pausas para respirar foram suprimidas?...
E tal como deixamos de ter tempos livres quando os usamos (por exemplo a pensar ou a preparar o trabalho), os vazios deixaram de existir: passaram a estar ocupados... com o VAZIO da publicidade interminável e omnipresente.
Porque a dada altura, alguém deverá ter considerado que as imagens de satélite eram demasiado complicadas de entender.
Depois, - como ia a dizer - retiraram-nos as imagens de satélite e reduziram-nas a símbolos: nuvens com gotas a cair, escuras ou brancas, com um sol atrás delas, ou um sol com os raios a pingar, rectos.
Ignorar as causas das coisas é perdermos o material do pensamento. Até ao ponto em que não conseguirás pensar em nada sobre um assunto: faltam-te dados.
Sem futuro nem passado
O Novo Acordo Ortográfico (NAO) vai, em demasiados aspectos, neste mesmo sentido: suprime consoantes que fazem com que certas vogais sejam lidas abertas (e por isso é que dizemos as palavras como as dizemos...) e consoantes que nos fazem questionar o lá estarem (por causa da etimologia, isto é, faz-nos pensar na evolução da linguagem e na sua história...; e por causa da regra acima descrita)...
[Por conseguinte, lermos como abertas vogais que não são acentuadas é desrespeitarmos o NAO; do mesmo modo que lermos como fechadas vogais que deixaram de ser abertas pelas consoantes, suprimidas, é ridicularizarmos ainda mais o absurdo e o desmiolamento do NAO.]
(O NAO, como uma manifestação mais da vileza do tempo e da perfídia dos seus instituidores e líderes não eleitos, não podia deixar de acompanhar este processo de simplificação e reducionismo...).
Já repararam como estamos a perder muito mais facilmente a memória?
Já repararam que os peixes mortos são levados pela corrente?
Estamos cada vez mais distanciados do que fazemos, do que sofremos, sofrendo sem cessar, abortando assim formas de saber o que fazemos e de perceber as relações entre umas coisas e as outras.
Já repararam como continuam "sem cometer crime (e ser presos) os que abatem árvores e reduzem a terra a areia"?
One more tree will fall
how strong the growing vine.(One More Time To Live,
Moody Blues, 1971)Já repararam que Braga é das cidades com maiores amplitudes térmicas em Portugal? Porque será?
Pois...!
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Edward Soja
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terça-feira, março 20, 2012
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Reciclagens: Cidades, Climatologia, Manifestos, Música, Videoteca
quanto mais reduzimos nas velocidades
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Edward Soja
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segunda-feira, março 19, 2012
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Reciclagens: Manifestos

- As pessoas estavam a par desses resíduos?
- Claro que não: era um segredo protegido pelo projecto Manhathan e pelo exército americano.
Perante tantos resíduos químicos, foram construídas gigantes 170 cubas de betão que, para reduzir os riscos, foram afundadas no solo. Esta solução de armazenamento seria provisória. Infelizmente, nos anos 80 os engenheiros descobriram que 60 delas tinham fugas e estavam a contaminar os níveis freáticos. Hoje, restam 200 milhões de litros de melaço altamente radioactivo que urge neutralizar. Esvaziar as cubas é um enorme desafio tecnológico. Enquanto esperam, a contaminação radioactiva continua.
Em 2002, um relatório oficial relatava que 13 de 15 peixes (carpas) apanhados no rio Columbia estavam contaminados (com estrôncio-90). O consumo frequente multiplica o risco de cancro.
Tcheliabinsk (perto de Mayak, Montes Urais, Rússia)
Durante a Guerra Fria, na corrida ao armamento, a União Soviética construiu, desde 1945, dez complexos atómicos. Durante 30 anos, nada se soube do outro lado da cortina de ferro. Em 1976, um dissidente soviético revelou que houvera um grave acidente nos Urais, uma antecipação de Chernobil. Em 29 de Setembro de 1957 uma cuba de resíduos nucleares explodiu - um mega-Hanford - e durante 20 anos ninguém disse nada. Quando Medvedev fez tal revelação, os cientistas ocidentais não acreditaram.
- Porque não acreditaram em si?
- Quantos aldeões não morreram já de cancro, mas para onde é que podemos ir? Com as nossas pequenas reformas ficamos aqui até morrermos. Não temos escolha.
- Através de medições das emissões gasosas analisamos a dispersão do kripton-85 acima da chaminé da fábrica e concluímos que estamos numa situação de acidente contínuo. É como se tivéssemos um acidente nuclear permanente, mas legal.
A concentração de kripton-85 na atmosfera tem vindo a acumular-se.

Quando chega a Tomsk estes material altamente perigosos percorreram cerca de 8 mil quilómetros.
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Edward Soja
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quinta-feira, março 15, 2012
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia, História, Média, Riscos
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Edward Soja
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quarta-feira, março 14, 2012
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Legislação
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quarta-feira, março 14, 2012
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia
Decreto Regulamentar n.º 30/2012. D.R. n.º 52, Série I de 2012-03-13
(clicar)
Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território
Aprova a orgânica da Direcção-Geral do Território
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Edward Soja
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terça-feira, março 13, 2012
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Reciclagens: Legislação, Planeamento/OT
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terça-feira, março 13, 2012
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Reciclagens: Foto do mês, Manifestos, Música
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Edward Soja
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segunda-feira, março 12, 2012
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Ácidos somos, na água nos afogamos, a pó passaremos...
E que estamos nós a fazer para, sequer, minimizar esta situação?
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Edward Soja
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sábado, março 10, 2012
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Hidrologia
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Edward Soja
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sexta-feira, março 09, 2012
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia, Eventos, Manifestos
É assim.
Fazer umas maquias no Presente e deitar o Futuro fora.
Privatize-se tudo: Pavilhões Atlânticos, É-dê-pês, Águas de Portugal, Érre-tê-pês "e a puta que vos pariu."
São valores.
Mais os da bolsa que os da tábua.
Tábua de salvação, dirão.
Adie a morte para depois.
Os clientes nem vão notar.
Até ver.
Segundo a resolução publicada hoje, 9 de Março, em Diário da República.
Aqui.
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Edward Soja
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sexta-feira, março 09, 2012
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Reciclagens: Legislação
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Edward Soja
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sexta-feira, março 09, 2012
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Reciclagens: Climatologia, Riscos
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quinta-feira, março 08, 2012
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domingo, fevereiro 26, 2012
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Educação, Videoteca
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domingo, fevereiro 19, 2012
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Vidal
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quinta-feira, fevereiro 09, 2012
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Reciclagens: Geologia
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terça-feira, fevereiro 07, 2012
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia, PIN, Planeamento/OT, Portugal Provisório, Regiões, Riscos, Turismo/Lazer
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Vidal
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quinta-feira, fevereiro 02, 2012
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