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Mais previsões e ideias sobre os modelos usados em ESTOFEX.

Mais previsões e ideias sobre os modelos usados em ESTOFEX.
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Edward Soja
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quarta-feira, outubro 26, 2011
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Reciclagens: Climatologia, Mapoteca, Riscos
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Edward Soja
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segunda-feira, outubro 24, 2011
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Edward Soja
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sábado, outubro 22, 2011
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Reciclagens: Espaços escritos
Continuamos a ser nós quem os infiltramos (vulgo pomos) a comandar o Estado.
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Edward Soja
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quinta-feira, outubro 20, 2011
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Reciclagens: Espaços escritos, Manifestos, Regiões
«Quase três vezes o défice de Portugal é quanto o Estado vai pagar à EDP e à Iberdrola, as concessionárias das futuras barragens na bacia do Douro, durante os próximos 70 anos.
Um “desastre económico, social e ambiental”, que é como define uma dezena de grupos ecologistas e locais que enviaram à ‘troika’ um estudo que demonstra por que é que o “Programa Nacional de Barragens de Elevado Potencial Hidroeléctrico (PNBEPH) deveria ser imediatamente suspenso e revogado”.
As concessionárias das futuras barragens vão produzir “metade da energia prevista” no plano, com o dobro do investimento pedido, mediante o pagamento anual de um subsídio do Estado de 49 milhões de euros e ainda de 20 mil euros por megawatt produzido, assegurado pela lei da “Garantia de Potência”, que o ex-ministro Mira Amaral apelidou de “escandalosa” e recomendou “acabar, sob pena de ficar inviabilizada qualquer recuperação económica do país”.
“Isto é uma fraude sobre o Estado e sobre os cidadãos portugueses”, resume João Joanaz de Melo, presidente do GEOTA, um dos signatários da missiva à ‘troika’ e autores do estudo, que aguarda a sensatez vinda de fora para salvar o país.
“Positivo é o facto de ainda ninguém ter desmentido a nossa exposição, a ‘troika’ já ter começado a questionar o Governo sobre as barragens e o actual Ministério da Economia e o do Ambiente terem-nos dito que estão preocupados com este assunto e que estão a estudar o problema”, revelou a mesma fonte, apontando que “é preciso que a opinião pública reaja e faça parar as barragens, como aconteceu com Foz Coa”.
O défice nacional era de 6.687 milhões de euros, em Agosto passado. Durante as concessões das barragens, um total de 16 mil milhões de euros serão pagos às empresas de electricidade, que produzirão apenas 0,5% da energia consumida em Portugal, representam só 2% do potencial de energia que poderia ser obtida através de um programa de eficiência energética e respondem por 3% do aumento das necessidades energéticas do país.
“Se fossem feitos investimentos para obter uma eficiência energética equivalente ao que as novas barragens vão produzir, as contas de electricidade baixariam 10%. Mas, se fossem feitos investimentos com vista a obter o potencial máximo de eficiência energética, as contas dos consumidores baixariam 30%”, explica o estudo enviado à ‘troika’. Os investimentos em causa, na versão mais intensiva e dispendiosa, rondariam os 410 milhões de euros e teriam retorno em menos de três anos.
Além dos efeitos económicos, as barragens têm demonstrados prejuízos para o património natural e cultural e para a economia da região. “Ao contrário do que diz a propaganda oficial, as barragens geralmente não geram desenvolvimento local. Criam empregos na construção, mas muito menos do que noutros tipo de investimento, e apenas temporariamente. Por exemplo, projectos de eficiência energética ou de renovação urbana beneficiam toda a economia (famílias, Estado e instituições privadas, pequenas e grandes empresas) e geram cerca do dobro de empregos por milhão de euros investidos, em comparação com barragens ou outras grandes obras públicas”, argumentam.
"A quem é que aproveita o crime?”, questiona Joanaz de Melo. “Estas decisões não foram tomadas no interesse público, mas é do interesse público parar o programa nacional de barragens. Temos de parar este desastre”, concluiu.
A Comissão Europeia alertou o Governo português para os “sérios impactos ambientais”, no caso dos estudos efectuados no âmbito das barragens do Baixo Vouga e de Foz Tua, que “violam a legislação europeia, incluindo a Directiva dos Habitats e a Directiva da Qualidade da Água”. O Governo invocou o interesse nacional para anular a lei comunitária.
O parecer do Instituto Marítimo-Portuário, invocando ameaças reais à navegabilidade do Douro, andou “desaparecido” no estudo de impacto ambiental, pelo que, segundo Manuela Cunha, do Partido Os Verdes, “não ficaram acauteladas responsabilidades e ficou a EDP isenta de pagar as obras que venham a ser necessárias para garantir a navegabilidade”.»
sacado daqui.
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Vidal
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terça-feira, outubro 18, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia, Riscos
Pelo que ouvi ontem de manhã (17.10.11), já não foi quinta-feira, dia 14.10.11, o dia com mais fogos este ano.
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Edward Soja
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terça-feira, outubro 18, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Climatologia
A barragem estará situada dentro da Paisagem Cultural do Douro Vinhateiro, classificada como Património Mundial. Após um controverso processo de Avaliação de Impacte Ambiental, foi efectuada uma queixa à UNESCO, alertando para a desactivação da linha do Tua e para a afectação negativa da paisagem com a construção da barragem. A publicação do Despacho n.º 13491/2011, de 10 de Outubro do Ministério da Economia e Emprego e do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, com a necessária Declaração de Imprescindível Utilidade Pública, vem viabilizar à EDP S.A., o abate de mais de 1104 sobreiros e 4134 azinheiras em povoamentos e núcleos de valor ecológico elevado no Vale do Tua. Questionamos a consideração da inexistência de alternativas válidas para a construção do empreendimento, quando as mesmas não foram estudadas ao nível da Avaliação de Impacte Ambiental. Lamentamos o avanço do processo de construção da barragem, a qual a ser construída, produzirá o equivalente apenas a 0,07% da energia eléctrica consumida em Portugal em 2006 (Dados da Rede Eléctrica Nacional). Mais uma vez andamos em contraciclo, construindo barragens irrelevantes quando os países mais avançados já iniciaram a demolição das barragens com pouca utilidade. Num momento em que cada vez mais vozes se levantam contra o desperdício e o buraco económico que representa a construção de novas barragens, este despacho representa uma inaceitável subserviência à política de publicidade enganosa e facto consumado promovida pela EDP. É também um desrespeito vergonhoso às promessas feitas pelo Governo de reavaliar o programa nacional de barragens. Lisboa, 11 de Outubro de 2011 QUERCUS, GEOTA, CAMPO ABERTO, ALDEIA, LPN, FAPAS, COAGRET, MCLT, ASSOCIAÇÃO DOS AMIGOS DO VALE DO RIO TUA A Georden junta-se àquelas associações.Barragem da Foz do Tua ![]()
Governo autoriza abate de milhares de sobreiros e azinheiras ![]()
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sábado, outubro 15, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Manifestos, Regiões
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quinta-feira, outubro 13, 2011
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Reciclagens: Erosão, Manifestos, Planeamento/OT, Riscos
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quarta-feira, outubro 12, 2011
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Reciclagens: Manifestos
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terça-feira, outubro 11, 2011
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segunda-feira, outubro 10, 2011
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Reciclagens: Hidrologia, Mapoteca, Média, Riscos
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domingo, outubro 09, 2011
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Reciclagens: Planeamento/OT, Regiões
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sábado, outubro 08, 2011
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Reciclagens: Economia, Eventos, Manifestos, Média
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sexta-feira, outubro 07, 2011
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Reciclagens: Climatologia, Espaços escritos, Média

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quinta-feira, outubro 06, 2011
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Reciclagens: Mapoteca
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quarta-feira, outubro 05, 2011
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quinta-feira, setembro 29, 2011
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Reciclagens: Foto do mês, Fototeca
Primeiro foi este:
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Edward Soja
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quinta-feira, setembro 29, 2011
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- Onde depositamos voluntariamente as nossas poupanças?
- Quem gere o nosso salário e cobrança de produtos, folhas salariais, alugueres, serviços, etc.?
- Onde se depositam todos os nossos impostos quando são cobrados pelos Governos?
- Onde se depositam as nossas pensões de reforma?
Ou seja:
- Criticamos o sistema financeiro, ao qual pedimos que mantenha as nossas poupanças protegidas do “ladrão”.
- E criticamos o mesmo sistema ao qual pedimos o maior benefício quando temos poupanças para investir, enquanto exigimos taxas de juro mais baixas para esse dinheiro quando queremos especular com algum negócio.
O nosso problema é que criticamos a especulação financeira das elites e nós, desde a pequenez das nossas economias, fazemos o mesmo.
A sociedade adoeceu de cima a baixo e de baixo pra cima por seguir os critérios baseados na ambição (que são muito bem vistos por quase todos) e no egoísmo.
Se os mais humildes (milhares de milhões no mundo) não acreditássemos na história de que um dia também podemos vir a ser ricos e ter "poder", a historinha acabava e o actual sistema cairia com um castelo de cartas.
Mas tememos que isto aconteça, porque se o sistema económico actual e injusto desaparecesse, cairíamos no desconhecido e o desconhecido sempre infundiu medo.- Porque é que nestes momentos não exigimos com solução básica para muitos dos nossos males a criação de Bancos Públicos geridos democraticamente pelos próprios cidadãos e não pelos nossos representantes políticos profissionais?
- Porque é que não depositamos as nossas poupanças na chamada banca ética?
- Porque é que não levantamos todas as nossas poupanças, pequenas ou grandes, das entidades financeiras e as guardamos em casa? Não estariam mais seguras?
Talvez tenhamos medo de que qualquer das três opções feita por um número suficiente de pessoas possa provocar movimentos descontrolados e desestabilizadores dos interesses mafiosos que mexem os cordelinhos das nossas vidas.
Acho que é aqui que está o problema: o MEDO ou TEMOR do que POSSA acontecer e, pelo contrário, não do que ESTÁ a acontecer e acontece de cada vez que nos demitimos de fazer o que nos parece acertado.
Comecemos portanto a fazer coisas que nos parecem as correctas, ainda que pensemos que as nossas pequeninas acções não possam alterar o caminho das inevitabilidades, porque o temor ou a falta de amor por nós mesmos só pode acabar em violência.
Esta violência que nós mesmos estamos a semear quando estamos à espera de algo inevitável que temos de enfrentar e que na maioria dos casos acaba por não acontecer.
Não estejamos à espera de acontecimentos negativos, passemos à acção e confiemos no "efeito borboleta" das nossas pequenas acções positivas. Sejamos parte da "teoria do caos" onde pequenas acções positivas nos permitirão fluir harmoniosamente dentro do caos em que este sistema nos mantém subjugados.
Façamos as contas do que seria auto-gerir e bem as pequenas poupanças de milhões de pessoas de boa fé, que deixamos sem pensar nas mãos de bancos que especulam com a fome e a morte.
Estas pequenas poupanças, ainda que não pareçam, são um GRANDE CAPITAL, o único real, que deixamos impunemente nas mãos de gananciosos."
Efeito Borboleta:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_borboleta
Teorias do caos:
(em Castelhano)http://es.scribd.com/doc/
Banca ética:
http://www.triodos.es/es/
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Edward Soja
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terça-feira, setembro 27, 2011
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Reciclagens: Economia, Espaços escritos, Manifestos, Música, Videoteca
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Edward Soja
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segunda-feira, setembro 26, 2011
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Reciclagens: Espaços escritos, Manifestos
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sábado, setembro 24, 2011
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Reciclagens: Manifestos
Da participação cívica no evento LISBOAIDEIA de divulgação do ORÇAMENTO PARTICIPATIVO, a proposta apresentada para a Plantação de árvores em todas as caldeiras abandonadas/esquecidas do Espaço Público da cidade, passou a projecto em votação para integrar o OP 2011|2012 da Câmara Municipal de Lisboa. Siga os passos para votar: http://lisboaparticipa. registe-se no portal (validar registo, clicando no link que será enviado para o email dado e só depois fazer Login), e aceda no separador Orçamento Participativo, seleccionando o menu Projectos em votação: Título:Plantação de Árvores em Todas as Caldeiras do Espaço Público Número:222 Área:Espaço Público e Espaço Verde Freguesia:Toda a cidade Prazo de execução:24 meses Custo:600000.00 Nº de Propostas: 1 Proposta(s): (Como utilizador registado, aparece por baixo destes dados referentes ao projecto, o botão para clicar e votar) VOTE E DECIDA: ESTE ANO VAMOS PLANTAR ÁRVORES Acompanha no facebook em: http://www.facebook.com/
Vamos todos votar para plantar e consolidar a arborização da cidade.
(696) PLANTAÇÃO DE ÁRVORES EM TODAS AS CALDEIRAS ABANDONADAS DO ESPAÇO PÚBLICO
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Edward Soja
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sexta-feira, setembro 23, 2011
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Reciclagens: Cidades, Planeamento/OT
Copa, Olimpíadas, Movimentos Sociais e Cidade de Excepção Só no Rio de Janeiro está previsto o desmantelamento de 130 favelas até as Olimpíadas. Para a construção de 3 grandes vias rodoviárias (Transcarioca, Transoeste e Transolímpica) serão necessários milhares de despejos e desmantelamentos. Os 73 terrenos do Metro, todos em áreas com infra-estruturas, em vez de serem usados para habitação popular, serão vendidos para adquirir fundos para o metro prometido ao COI. A Zona portuária carioca, onde cerca de 70% do solo é público, também entrou nos planos Olímpicos, para reforçar o projecto de aburguesamento da região. A política de “segurança” tem como prioridade criar zonas de paz (e de muros) nas redondezas dos equipamentos esportivos, nas vias de acesso dos turistas a esses equipamentos e nas áreas valorizadas ou em vias de valorização. Copa, Olimpíadas e o Rio de Janeiro No Rio de Janeiro, os efeitos deste modelo já podem ser sentidos. Todos os projectos de intervenção urbana, tanto na área de transportes, como habitação, segurança e saneamento são voltados para os mega-eventos desportivos. Afinal, os mega-eventos proporcionam alguns dias de grande divulgação da imagem da cidade, e a propaganda é a alma do negócio. Mas, se a propaganda é a alma, o que está a ser negociado é bem concreto: são os terrenos públicos e privados que poderiam ser usados para habitação popular. Estão a ser negociadas as isenções de impostos para os investimentos do capital, enquanto faltam recursos para saúde e educação. Estão a ser negociadas novas leis e parâmetros urbanísticos que atendam às grandes cadeias internacionais de hotéis, e que garantam também que os pobres serão removidos para bem longe. Do mesmo modo mais uma remodelação do Maracanã, outra do Sambódromo, além da construção, com dinheiro público, de vilas olímpicas para atletas, árbitros, média etc, de forma a que as construtoras recebam todos os benefícios, aluguem esses quartos para o poder público antes e durante os eventos, e depois os vendam para os ricos e especuladores. Em suma, está a ser negociada a cidade, e com ela todos os seus recursos e os já poucos direitos dos seus moradores e trabalhadores. Argumentam que vivemos um momento excepcional, que prazos para obras precisam de ser cumpridos para que o Rio e o Brasil não passem profundos constrangimentos internacionais. O resultado é a instauração de uma cidade de excepção. Só no Rio de Janeiro estão previstas remoções de 130 favelas até as Olimpíadas, milhares de despejos e remoções, repressão brutal, pobres para fora da cidades, ocupando novos terrenos em perigo de derrocadas a mais de 50 km, sem emprego, desenraízados. Coerção e consentimento, criminalização dos pobres e patriotismo da cidade… e há aqueles que resistem. A resistência é feita de lutas que começam antes, que se intensificam durante os eventos e que continuam depois de terminarem. A guerra social. Via Contrainfo A acumulação de capital na sua manifestação espacial: é aqui que a Geografia entra ao barulho com a Economia (capitalista). Este processo de espoliação tem vindo a ser accionado há anos e encontra-se descrito no livro de David Harvey.Brasil: A Pau e Circo ou a Pau no capitalismo e controlo social?
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Edward Soja
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quinta-feira, setembro 22, 2011
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