Relacionado com a cultura está. Portanto, com o (des)nível democrático
Consequência - aqui é que está a rentabilidade - mais dinheirinho se dá aos programadores das nossas vidas.
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Edward Soja
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segunda-feira, setembro 26, 2011
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Reciclagens: Espaços escritos, Manifestos
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sábado, setembro 24, 2011
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Reciclagens: Manifestos
Da participação cívica no evento LISBOAIDEIA de divulgação do ORÇAMENTO PARTICIPATIVO, a proposta apresentada para a Plantação de árvores em todas as caldeiras abandonadas/esquecidas do Espaço Público da cidade, passou a projecto em votação para integrar o OP 2011|2012 da Câmara Municipal de Lisboa. Siga os passos para votar: http://lisboaparticipa. registe-se no portal (validar registo, clicando no link que será enviado para o email dado e só depois fazer Login), e aceda no separador Orçamento Participativo, seleccionando o menu Projectos em votação: Título:Plantação de Árvores em Todas as Caldeiras do Espaço Público Número:222 Área:Espaço Público e Espaço Verde Freguesia:Toda a cidade Prazo de execução:24 meses Custo:600000.00 Nº de Propostas: 1 Proposta(s): (Como utilizador registado, aparece por baixo destes dados referentes ao projecto, o botão para clicar e votar) VOTE E DECIDA: ESTE ANO VAMOS PLANTAR ÁRVORES Acompanha no facebook em: http://www.facebook.com/
Vamos todos votar para plantar e consolidar a arborização da cidade.
(696) PLANTAÇÃO DE ÁRVORES EM TODAS AS CALDEIRAS ABANDONADAS DO ESPAÇO PÚBLICO
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Edward Soja
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sexta-feira, setembro 23, 2011
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Reciclagens: Cidades, Planeamento/OT
Copa, Olimpíadas, Movimentos Sociais e Cidade de Excepção Só no Rio de Janeiro está previsto o desmantelamento de 130 favelas até as Olimpíadas. Para a construção de 3 grandes vias rodoviárias (Transcarioca, Transoeste e Transolímpica) serão necessários milhares de despejos e desmantelamentos. Os 73 terrenos do Metro, todos em áreas com infra-estruturas, em vez de serem usados para habitação popular, serão vendidos para adquirir fundos para o metro prometido ao COI. A Zona portuária carioca, onde cerca de 70% do solo é público, também entrou nos planos Olímpicos, para reforçar o projecto de aburguesamento da região. A política de “segurança” tem como prioridade criar zonas de paz (e de muros) nas redondezas dos equipamentos esportivos, nas vias de acesso dos turistas a esses equipamentos e nas áreas valorizadas ou em vias de valorização. Copa, Olimpíadas e o Rio de Janeiro No Rio de Janeiro, os efeitos deste modelo já podem ser sentidos. Todos os projectos de intervenção urbana, tanto na área de transportes, como habitação, segurança e saneamento são voltados para os mega-eventos desportivos. Afinal, os mega-eventos proporcionam alguns dias de grande divulgação da imagem da cidade, e a propaganda é a alma do negócio. Mas, se a propaganda é a alma, o que está a ser negociado é bem concreto: são os terrenos públicos e privados que poderiam ser usados para habitação popular. Estão a ser negociadas as isenções de impostos para os investimentos do capital, enquanto faltam recursos para saúde e educação. Estão a ser negociadas novas leis e parâmetros urbanísticos que atendam às grandes cadeias internacionais de hotéis, e que garantam também que os pobres serão removidos para bem longe. Do mesmo modo mais uma remodelação do Maracanã, outra do Sambódromo, além da construção, com dinheiro público, de vilas olímpicas para atletas, árbitros, média etc, de forma a que as construtoras recebam todos os benefícios, aluguem esses quartos para o poder público antes e durante os eventos, e depois os vendam para os ricos e especuladores. Em suma, está a ser negociada a cidade, e com ela todos os seus recursos e os já poucos direitos dos seus moradores e trabalhadores. Argumentam que vivemos um momento excepcional, que prazos para obras precisam de ser cumpridos para que o Rio e o Brasil não passem profundos constrangimentos internacionais. O resultado é a instauração de uma cidade de excepção. Só no Rio de Janeiro estão previstas remoções de 130 favelas até as Olimpíadas, milhares de despejos e remoções, repressão brutal, pobres para fora da cidades, ocupando novos terrenos em perigo de derrocadas a mais de 50 km, sem emprego, desenraízados. Coerção e consentimento, criminalização dos pobres e patriotismo da cidade… e há aqueles que resistem. A resistência é feita de lutas que começam antes, que se intensificam durante os eventos e que continuam depois de terminarem. A guerra social. Via Contrainfo A acumulação de capital na sua manifestação espacial: é aqui que a Geografia entra ao barulho com a Economia (capitalista). Este processo de espoliação tem vindo a ser accionado há anos e encontra-se descrito no livro de David Harvey.Brasil: A Pau e Circo ou a Pau no capitalismo e controlo social?
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quinta-feira, setembro 22, 2011
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quarta-feira, setembro 21, 2011
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Reciclagens: Economia, Espaços escritos, Manifestos, Média, Videoteca
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terça-feira, setembro 20, 2011
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A ministra da Agricultura Assunção Cristas afirmou é necessário incentivar o aumento das propriedades agrícolas e florestais e admitiu penalizar fiscalmente quem deixar as terras abandonadas. Público.
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terça-feira, setembro 20, 2011
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Reciclagens: Internet, Planeamento/OT

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segunda-feira, setembro 19, 2011
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Reciclagens: Economia, Manifestos
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segunda-feira, setembro 19, 2011
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sábado, setembro 17, 2011
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Crónica de Daniel Deusdado publicada no JN de Quinta-feira, dia 8 de Setembro de 2011.
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domingo, setembro 11, 2011
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Reciclagens: Economia, Espaços escritos, Regiões, Turismo/Lazer
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sexta-feira, setembro 09, 2011
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Reciclagens: Manifestos
Pela grande avenida, a cidade desperta.
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terça-feira, setembro 06, 2011
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Uma obra saída da pena do historiador e escritor Inglês Tony Judt, que morreu em Nova York de esclerose lateral amiotrófica em 2010, ano igualmente da publicação do livro.
Indispensável, este conjunto de texto ou ensaios, pela análise objectiva e clareza de ideias, e sobretudo pela capacidade de nos por a pensar numa época em que “sabemos o preço das coisas, mas não fazemos ideia do que valem”.
“A desigualdade é corrosiva. Ela apodrece as sociedades a partir de dentro. A repercussão das diferenças materiais leva algum tempo a mostrar-se: mas a seu tempo aumenta a concorrência pelo estatuto social e bens; as pessoas experimentam uma sensação crescente de superioridade (ou de inferioridade) segundo as suas posses; cristaliza-se o preconceito para com as posições inferiores da escala social; o crime aumenta e as patologias do desfavorecimento social vão-se acentuando cada vez mais. O legado da criação de riqueza não regulada é realmente amargo.” (Pág. 34)
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Vidal
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domingo, setembro 04, 2011
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Reciclagens: Biblioteca, História, Livro do mês
Vidal: rua de São Vicente - Braga (Agosto 2011)
Esqueçam a suposta mensagem política: não é da nossa responsabilidade.
Já por aqui se abordou a betonização sistemática da cidade de Braga, e já se falou muito sobre o despovoamento do centro da cidade, acompanhado pela degradação dos imóveis (chamemos-lhes assim) que o sustentam, ou sustentavam. Já por aqui se falou de público e privado e da (suposta) dificuldade de ajustamento de ambos os interesses. Já por aqui se falou de pessoas e da sua apetência por produtos modernos acabando invariavelmente num qualquer calabouço no 7º ou 8º andar de um prédio mais ou menos inacabado. Já por aqui se falou de pessoas e do seu gosto particular por endividamentos a 30 anos, para pagar a sua (?) casa (vulgo apartamento), com garagem, obviamente para o seu carro, ou seus carros, pagos a 5 ou 10 anos. Se tiverem sorte. Já sabemos que muitas dessas garagens à imagem das pessoas, também metem água; mas quando passeamos no centro de Braga, ou neste particular pela rua de São Vicente, uma angústia miudinha apodera-se do nosso corpo cujo centro nevrálgico, nesse momento, são os seus olhos. Com algumas veneráveis excepções, o que observamos são prédios abandonados e a cair de podres, outros em mau estado de conservação, e outros ainda entalados nos exemplos anteriores, tudo paredes-meias com alguns espécimes robustos de meados do século XX, e devidamente escoltados por uma matilha permanente de automóveis. Já aqui se falou de responsabilidade(s), ou da ausência desta(s). Talvez seja tempo de falar de irresponsabilidade, de desleixo, de incúria e, se calhar, de desprezo por quem nem sequer tem um tecto.
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domingo, agosto 28, 2011
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Reciclagens: Cidades, Flâneur, Fototeca, Minho, Regiões, Riscos
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sexta-feira, agosto 19, 2011
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Reciclagens: Eventos
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quinta-feira, agosto 18, 2011
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Reciclagens: Manifestos
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quarta-feira, agosto 17, 2011
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terça-feira, agosto 16, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Manifestos, Riscos, Videoteca
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terça-feira, agosto 16, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Riscos, Videoteca
...Pessoas que nós não vemos há anos, até.
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Edward Soja
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quinta-feira, julho 28, 2011
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Reciclagens: Manifestos, Minho, Planeamento/OT, Riscos
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Edward Soja
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domingo, julho 17, 2011
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Reciclagens: Biblioteca, Geógrafos, História, Livro do mês