quinta-feira, agosto 18, 2011
quarta-feira, agosto 17, 2011
Nettezza Urbana, de Antonioni
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terça-feira, agosto 16, 2011
O lugar do lixo II
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Manifestos, Riscos, Videoteca
O lugar do lixo (Nós não fomos embora)
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Riscos, Videoteca
quinta-feira, julho 28, 2011
A quente
...Pessoas que nós não vemos há anos, até.
No vórtice dos ventos, todos estes pensamentos são consumidos pelas chamas às nossas frentes. Pelo fogo à nossa frente e lá por cima.
A quente.
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quinta-feira, julho 28, 2011
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Reciclagens: Manifestos, Minho, Planeamento/OT, Riscos
domingo, julho 17, 2011
Portugal - Estudo de Geografia Regional, por Pierre Birot
Esta é a nossa proposta de Julho.
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domingo, julho 17, 2011
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Reciclagens: Biblioteca, Geógrafos, História, Livro do mês
sexta-feira, julho 15, 2011
"La la la la la, life goes on..." (Life?)
Relatório aponta desenvolvimentismo como ideologia anti-indígena
Quem Construiu Humaitá?
Intervenção militar na Amazónia: A repressão contra os camponeses continua
Hidroelétricas na Amazónia não produzirão energia limpa
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sexta-feira, julho 15, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia, Regiões
domingo, julho 10, 2011
Os bancos...
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Reciclagens: Economia
quinta-feira, julho 07, 2011
Do nada nada vem
Do nada nada vem.
Este sistema, denominado de fito-etar, é uma alternativa ecológica às etares convencionais e caracteriza-se por recorrer ao leitos de plantas e a microrganismos como meio de tratamento de águas residuais, recriando assim as condições depurativas encontradas nas zonas húmidas naturais.
“É um tratamento biológico feito através de plantas e de microorganismos que as colonizam e que promove a degradação natural dos poluentes", explicou ao «Ciência Hoje», Paula Castro, investigadora da ESB-UCP, destacando que esta alternativa promove a biodiversidade e também tem uma boa integração na paisagem."
Notícia CiênciaHoje
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quinta-feira, julho 07, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Espaços escritos, Universidade
quarta-feira, julho 06, 2011
O Atlântico vai acabar...
O Atlântico vai acabar... MAS essa não é a questão essencial.
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quarta-feira, julho 06, 2011
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Reciclagens: Geologia, Manifestos
A espoliação continua...
O Georden não é indiferente à supressão da ligação ferroviária Porto-Vigo.
É um absurdo pegado.
Mas, infelizmente, dentro da lógica a que nos têm vindo a habituar.
Sem confrontarem os interessados.
De cima pra baixo, que é como sempre se fez e fará através dos meios de comunicação de massas. Sem qualquer respeito.
Aliás, nem sei porque ainda se dão ao trabalho de o anunciar...
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quarta-feira, julho 06, 2011
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Reciclagens: Música, Transportes/Mobilidade
terça-feira, julho 05, 2011
Mais um fora-da-lei: Suíça
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Reciclagens: Manifestos, Regiões
Capitalismo, essa arma de destruição massiva...*
Fonte: Amusing Planet
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terça-feira, julho 05, 2011
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Reciclagens: Cidades, Demografia, Economia
segunda-feira, julho 04, 2011
DESTRUIR, de cima a baixo, a cadeira que nos vai derrubar
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segunda-feira, julho 04, 2011
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sábado, julho 02, 2011
PPP? PQP!!!
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Reciclagens: Espaços escritos, Manifestos, PIN, Regiões
terça-feira, junho 28, 2011
Em mudanças?
Neste momento, está em curso uma autêntica operação de manipulação da opinião pública, procurando fazer crer que a antecipação de fundos comunitários constituiria uma importante ajuda a Portugal, pois contribuiria para diminuir as dificuldades actuais. Essa eventual antecipação é até apresentada, de uma forma clara ou velada, como já uma vitória do novo governo e uma prova de que a Comissão Europeia, leia-se Durão Barroso, está empenhada
Se a análise for feita por programas a gravidade da situação ainda se torna mais clara. Até 31 de Março de 2011, não foram utilizados, podendo-o ser, a nível do Programa Factores de Competitividade, designado também por COMPETE, que tem como objectivo o apoio à inovação e modernização das empresas, 1.054 milhões €; no Programa Potencial Humano (POPH), que visa o aumento da qualificação dos portugueses não foi utilizado 1.397 milhões €; no programa Valorização do Território, que tem como objectivo combater às assimetrias regionais e desenvolver as diversas regiões do País, nomeadamente as mais atrasadas, ficou por utilizar, até ao fim de Março de 2011, 1.717,9 milhões €; em relação aos Programas das Regiões Norte, Centro, Lisboa, Alentejo e Algarve ficaram por utilizar 2.387,2 milhões € de fundos comunitários; na RA da Madeira ficaram por utilizar até 31.3.2011, podendo-o ser, 220,5 milhões e; e na RA dos Açores, ficaram por utilizar 240,7 milhões € de fundos comunitários até 31.3.2011.
E a pergunta que naturalmente se coloca é a seguinte: Por que razão isto aconteceu, quando era tão necessário que os fundos comunitários do QREN fossem utilizados atempadamente no combate à grave crise que o País enfrenta? Que razões terão impedido até Março de
Uma solução para a escassa utilização dos fundos comunitários seria conseguir que a U.E. aumentasse a comparticipação comunitária no financiamento dos projectos que, excepto o POPH, varia de reembolsáveis, 50%, máximo 85%, diminuindo a dos beneficiários assim como criar linhas de crédito bonificadas de apoio a projectos com participação comunitária. Mas por isto o governo não se interessa e os comentadores oficiais nos media não falam, preocupando-se com a antecipação de mais fundos comunitários, quando já não se consegue utilizar atempada e totalmente os que já estão disponíveis. Tal só pode ser entendido como fruto de um grande desconhecimento e como mais um acto de propaganda e de manipulação da opinião pública.
sacado daqui: 5dias.net
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Vidal
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terça-feira, junho 28, 2011
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Reciclagens: Portugal Provisório, Regiões, Riscos
sexta-feira, junho 24, 2011
O reino da Dinamarca espalhado aos quatro ventos*
* e não, não é nenhum trocadilho ou alusão à energia eólica...
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Edward Soja
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sexta-feira, junho 24, 2011
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Reciclagens: Economia, Manifestos, Videoteca
sábado, junho 18, 2011
Mapa de fluxos de informação - 15M
Fonte: 15Mbifi.es
Tradução de Eduardo F.
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sábado, junho 18, 2011
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Reciclagens: Antropologia, Internet, Manifestos, Universidade, Videoteca
quinta-feira, junho 16, 2011
Vejam quem tem sempre escolta
Com cara de bons amigos...
Este método é velhinho....
Já aparecia descrito n'"As Vinhas da Ira", do Steinbeck.
Porque somos mais, mesmo que estejamos errados, a nossa versão irá prevalecer.
Agora é a nossa vez.
Estamos a construí-la.
E no fundo, esta é mais uma tentativa falhada de nos desacreditarem.
Mas não é assim que o vão conseguir.
Por isso, aguardaremos - sabemo-lo - novas formas de nos destruírem.
Tal como pressentimos no artigo anterior, isto vai acabar muito mal.
Porque a razão não pode nada contra a violência das armas.
Em fila, encostados à parede, ou cercados pelas polícias do mundo,
disparados de prédios, ocultos, ou disparados do ar, inacessíveis e ocultos, só a nossa morte nos calará.
Porque a razão e a dignidade está do nosso lado.
Nós somos vida.
A violência é contra nós.
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terça-feira, junho 14, 2011
Sinfonia Surreal em construção
Primeiro andamento:
- Eu tive um sonho
Há uma barreira que nos separa,
entre os que estamos deste lado e os que estais desse lado.
E chove muito.
Os vendedores da fruta estão indignados.
Talvez discutam para perceber o porquê de os preços que os produtores recebem serem tão baixos.
Talvez exijam melhores salários.
E se nós e os produtores recebêssemos mais que esta miséria?
Para onde vai o dinheiro que nós não recebemos, que nós nunca recebemos?
Para quem...?
Um desses vendedores, irado, de vassoura em riste, escorraça-me dali pra fora, como quem quer varrer o chão.
Não, amigo - pensei -, tu não estás a perceber.
Eu nem pude manifestar a minha posição.
Eu não estou contra ti.
Fujo, deixando-os para trás.
Chove muito
e trepo até um lugar mais ermo,
protegido
e mais só comigo,
mas completamente encharcado pela chuva que cai.
Descemos a Avenida da Liberdade.
Sim, pelo meio da estrada: não há mais carros - o trânsito somos nós.
Os prédios à nossa volta esmagam-nos.
Grito para trás,
para as janelas fechadas e vazias,
"Temos de sair prà rua,
juntos,
muitos,
quantos mais melhor."
[Porque levo isto, vivo, revivo, na memória que nunca me deixam morrer:
]
Ao fundo da avenida, há uns degraus para uma piscina gigante
À chuva e ao frio, desobedecemos à razoabilidade:
alguns mergulham na água gelada, rindo.
Vêde! Temos sede de infinito!
Não tememos a morte.
A vida não é um crime.
Eu vi-te, miúdo.
Vi como tu és pequeno - tão pequeno...! - e enfrentaste os cassetetes dos fardados.
És a força da vida.
A morte que te deterá é parcial.
Porque em ti, a luta continua.
Para além de ti.
E eu ergo-te no ar e abraço-te.
Tu fumas, em sinal de desobediência à vida que te quer matar.

Segundo andamento:
- Eu tenho um sonho
Hoje acordei com o coração a bater.
Terceiro andamento:
- Eu tenho uma distopia*
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terça-feira, junho 14, 2011
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Reciclagens: História, Manifestos, Música
SÊ A MUDANÇA QUE QUERES VER NOS OUTROS
You say you want a revolution
Well you know
We all want to change the world
You tell me that it's evolution
Well you know
We all want to change the world
But when you talk about destruction
Don't you know you can count me out
Don't you know it's gonna be alright
Alright Alright
You say you got a real solution
Well you know
We'd all love to see the plan
You ask me for a contribution
Well you know
We're doing what we can
But when you want money for people with minds
that hate
All I can tell you is brother you have to wait
Don't you know it's gonna be alright
Alright Alright
You say you'll change the constitution
Well you know
We all want to change your head
You tell me it's the institution
Well you know
You better free your mind instead
But if you go carrying pictures of Chairman Mao
You ain't going to make it with anyone anyhow
Don't you know know it's gonna be alright
Alright Alright
(Lennon / McCartney, 1968)
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Edward Soja
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terça-feira, junho 14, 2011
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