segunda-feira, maio 30, 2011
sexta-feira, maio 20, 2011
Retrato de Cidade na Cidade
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sexta-feira, maio 20, 2011
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Reciclagens: Cidades, Foto do mês, Fototeca
quarta-feira, maio 11, 2011
Desculpe, importa-se de repetir?
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Edward Soja
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quarta-feira, maio 11, 2011
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Reciclagens: Economia, Estratos, Manifestos
sábado, maio 07, 2011
Mais um terrorista
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sábado, maio 07, 2011
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Reciclagens: Cidades, Manifestos, Média
sexta-feira, maio 06, 2011
Das notícias que não interessam
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Reciclagens: Espaços escritos, Manifestos, Média
quinta-feira, maio 05, 2011
Ensaio sobre a subversão necessária (Sobre lucidez)
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quinta-feira, maio 05, 2011
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Reciclagens: Cidades, Manifestos
A Natureza é tão bonita, caramba!...
Segundo os especialistas participantes, “estas formações, visíveis sem recurso a escavação, são únicas no mundo, sendo por isso um testemunho fundamental para estudos realizados e teorias formadas acerca do assunto”.
Os investigadores, provenientes dos mais diversos países como Rússia, Austrália, China, EUA, República Checa, Reino Unido, Espanha, Dinamarca e França, estudarão formações geológicas existentes no território de Valongo, mais propriamente na Serra de Santa Justa e Pias.
Em vésperas do simpósio internacional que se realizará em Espanha, especialistas provenientes da Rússia, Austrália, China, EUA, República Checa, Reino Unido, Espanha, Dinamarca e França estarão então em Valongo, na Serra de Santa Justa.
Os vestígios do período Ordovícico – durante o qual ocorreu o apogeu das trilobites –, existentes na Serra de Santa Justa e Pias, têm suscitado o interesse dos especialistas nacionais e internacionais.
Em 1994, a Câmara Municipal de Valongo, em colaboração com o Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto decidiu arrancar como projecto do Parque Paleozóico de Valongo, dedicado à importância do património geológico existente na Serra de Santa Justa.
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quinta-feira, abril 28, 2011
A fome como holocausto
Uma das grandes batalhas do século XXI vai ser a batalha da alimentação. Muitos países, importadores de alimentos, vêem-se afectados pelo aumento dos preços. Os Estados ricos foram suportando esse aumento até que, na Primavera de 2008, se assustaram com a atitude proteccionista de nações produtoras que limitaram as suas exportações. A partir de então, vários Estados com crescimento económico e demográfico, mas sem grandes recursos agrícolas e hídricos, decidiram assegurar as suas reservas alimentares comprando terras no estrangeiro. Ao mesmo tempo, muitos especuladores puseram-se também a comprar terrenos para fazer negócio, por estarem convencidos de que a alimentação será o ouro negro do futuro. A seu ver, até 2050 a produção de alimentos vai duplicar, para satisfazer a procura mundial. «Invistam em quintas! Comprem terras!», repete Jim Rogers, guru das matérias-primas. George Soros investe também nos agrocombustíveis, tendo adquirido terrenos na Argentina. Um grupo sueco comprou meio milhão de hectares na Rússia; o hedge fund russo Renaissance Capital comprou 300 000 hectares na Ucrânia; o britânico Lankom, comprou 100 000 também na Ucrânia; o banco norte-americano Morgan Stanley e o grupo agro-industrial francês Louis Dreyfus compraram dezenas de milhares de hectares no Brasil, etc. Mas foram principalmente os Estados com petrodólares e divisas que se lançaram na compra de terras por todo o mundo. A Coreia do Sul, primeiro comprador mundial, adquiriu 2,306 milhões de hectares; segue-se a China (2,09 milhões), a Arábia Saudita (1,61 milhões), os Emirados Árabes Unidos (1,28 milhões) e o Japão (324 000 hectares). No total, foram comprados ou arrendados no exterior 8 milhões de hectares de terras férteis. Regiões inteiras passaram a estar sob controlo estrangeiro em países com uma fraca densidade populacional e nos quais os governantes estão dispostos a ceder partes da soberania nacional. É um fenómeno preocupante. Numa declaração alarmante, a organização não governamental (ONG) Grain denuncia «um açambarcamento de terras a nível mundial» [1]. Os países do Golfo Pérsico, sem campos férteis nem água, foram os que se lançaram mais depressa nesta iniciativa. O Koweit, o Qatar e a Arábia Saudita estão à procura de terrenos disponíveis, onde quer que seja. «Eles têm terras, nós temos dinheiro», explicam os investidores do Golfo. Os Emirados Árabes Unidos controlam 900 000 hectares em Pequim, estando a pôr a hipótese de desenvolver projectos agrícolas no Caziquistão. A Líbia adquiriu 250 000 hectares na Ucrânia em troca de petróleo e gás. O grupo saudita Binladen conseguiu terrenos na Indonésia para cultivar arroz. Investidores de Abu Dabi compraram dezenas de milhares de hectares no Paquistão. A Jordânia vai cultivar alimentos no Sudão. O Egipto conseguiu 850 000 hectares no Uganda para semear trigo e milho… O comprador mais compulsivo é a China, pois tem que alimentar 1,4 mil milhões de bocas e só dispõe de 7 por cento das terras férteis do planeta. Além disso, a industrialização e a urbanização destruíram neste país cerca de 8 milhões de hectares e algumas regiões estão a desertificar-se. «Temos menos espaço para a produção agrícola e é cada vez mais difícil aumentar o rendimento», explicou Nie Zhenbang, que dirige a Administração Estatal dos Cereais [2]. A China passará a deter terras na Austrália, no Cazaquistão, no Laos, no México, no Brasil, no Suriname e em toda a África. Pequim firmou uns trinta acordos de cooperação com governos que lhe dão acesso a terras. As autoridades de Pequim por vezes enviam mão-de-obra da China, paga a menos de 40 euros por mês, sem contrato de trabalho e sem cobertura social. Por seu lado, a Coreia do Sul controla no estrangeiro uma superfície superior à totalidade das suas próprias terras férteis… Em Novembro de 2008, o grupo Daewoo Logistics estabeleceu um acordo com o governo de Marc Ravalomanana, presidente de Madagáscar, para arrendar 1,3 milhões de hectares, ou seja, metade das terras cultiváveis dessa grande ilha… O governo sul-coreano comprou também 21 000 hectares para a criação de gado na Argentina, país em que 10 por cento do território (uns 270 000 quilómetros quadrados) se encontra nas mãos de investidores estrangeiros que «beneficiaram da atitude dos diferentes governos para arrendar milhões de hectares e recursos não renováveis, sem restrições e a preços módicos» [3]. O maior proprietário de terras é a Benetton, industrial italiana da moda, que possui uns 900 000 hectares e se converteu no principal produtor de lã. Também o milionário norte-americano Douglas Tompkins detém uns 200 000 hectares, situados nas imediações de importantes reservas de água. Regra geral, a cessão de terras a Estados estrangeiros traduz-se em expropriações de pequenos produtores e em aumento da especulação. Sem esquecer a desflorestação. Um hectare de floresta proporciona um lucro de 4000 a 5000 dólares se for plantado com palmeiras, ou seja, 10 a 15 vezes mais do que se for aplicado à produção de madeira [4]. Isto explica a por que motivo as florestas da Amazónia, da bacia do Congo e do Bornéu estão a ser substituídos por plantações. É um retorno a odiosas práticas coloniais e uma bomba ao retardador. Porque a tentação dos Estados estrangeiros é a de saquearem os recursos, como faz a China, com mão-de-obra importada e pouco benefício local. Mas a resistência está a organizar-se. No Paquistão, os camponeses estão já a mobilizar-se contra a deslocação de aldeias para o caso de o Qatar comprar terrenos na região do Punjab. O Paraguai aprovou uma lei que proíbe a venda de terrenos a estrangeiros. O Uruguai está a considerar essa possibilidade e o Brasil a estudar a introdução de alterações na sua legislação. O neocolonialismo agrário rouba o trabalho ao campesinato e cria um «risco de empobrecimento, tensões sociais extremas e violência civil» [5]. A terra é um assunto muito sensível. Sempre provocou paixões. Representa uma parte da identidade dos povos. Tocar neste símbolo pode acabar mal. quinta-feira 12 de Fevereiro de 2009
Texto retirado do Monde Diplomatique
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quinta-feira, abril 28, 2011
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Reciclagens: Economia, Espaços escritos, Manifestos
quarta-feira, abril 27, 2011
A Praça
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Reciclagens: Escapadinhas
Sinais de nós
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terça-feira, abril 26, 2011
Reduzir a população
Destruindo os habitats.
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domingo, abril 24, 2011
sábado, abril 23, 2011
Dias da Terra
"Para salvar o planeta, livre-se do capitalismo."
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Reciclagens: Efemérides
quarta-feira, abril 20, 2011
Casinhas de Santana
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Reciclagens: Foto do mês, Fototeca
Parque Natural da Terceira
Decreto Legislativo Regional n.º 11/2011/A. D.R. n.º 78, Série I de 2011-04-20 Região Autónoma dos Açores - Assembleia Legislativa Cria o Parque Natural da Terceira
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terça-feira, abril 19, 2011
O Enigma do Capital, de David Harvey

Então não quero o mercado.
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Reciclagens: Biblioteca, Economia, Livro do mês, Urbanismo
segunda-feira, abril 18, 2011
Utilizações não-agrícolas na RAN
Portaria n.º 162/2011. D.R. n.º 76, Série I de 2011-04-18 Ministérios da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento, da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e do Ambiente e do Ordenamento do Território Define os limites e condições para a viabilização das utilizações não agrícolas de áreas integradas na Reserva Agrícola Nacional
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segunda-feira, abril 18, 2011
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Reciclagens: Legislação, Planeamento/OT
quinta-feira, abril 14, 2011
Ora aí estão os chacais a bater a todas as portas
Isto é muito grave! Não podemos permitir que os gigantes da biotecnologia e dos transgénicos se apoderem do pouco que resta da agricultura europeia. Já se apropriaram dos continentes americano, asiático e africano. E em Portugal já têm demasiado poder. Não se consegue comprar quase nada que não tenha saído das mãos da Monsanto ou da Syngenta. Por favor, assinem a petição. Não deixem que as sementes, base da alimentação, se tornem propriedade de multinacionais sem escrúpulos: os donos das sementes serão os donos do mundo.
Informe-se melhor nos respectivos sites
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Edward Soja
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quinta-feira, abril 14, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia
quarta-feira, abril 13, 2011
Viajar para dentro de nós
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Edward Soja
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quarta-feira, abril 13, 2011
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Reciclagens: Média
Está bem, mas não só
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Edward Soja
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quarta-feira, abril 13, 2011
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Reciclagens: Economia, Transportes/Mobilidade

