segunda-feira, março 28, 2011
sexta-feira, março 25, 2011
Ridículo (diferente de "risível")
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sexta-feira, março 25, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Manifestos, Média, Riscos
quinta-feira, março 17, 2011
Portugal Provisório...




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quinta-feira, março 17, 2011
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Reciclagens: Manifestos, Portugal Provisório
quarta-feira, março 16, 2011
Os generais do sistema perfeito
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quarta-feira, março 16, 2011
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Reciclagens: Manifestos, Planeamento/OT
terça-feira, março 15, 2011
Compor o ramalhete...
Projecto de Regularização, Renaturalização e Ordenamento
da Zona Ribeirinha do Rio Este”
Nova vida do Rio Este começa agora!
A Câmara Municipal de Braga inicia esta terça-feira (15 de Março) os trabalhos de “Regularização, Renaturalização e Ordenamento da Zona Ribeirinha do Rio Este”, curso de água que atravessa a zona urbana de Braga.
Adjudicada à empresa “Arlindo Correia & Filhos, SA” por 2 348 960 euros, a empreitada, que tem um período de execução de 548 dias, é financiada a 80 por cento por fundos comunitários, no âmbito do programa regional “ON 2”.
O “Projecto de Regularização, Renaturalização e Ordenamento da Zona Ribeirinha do Rio Este” incide no troço mais urbano desta linha de água, entre a Avenida Frei Bartolomeu dos Mártires e a Ponte Pedrinha, numa extensão aproximada de 2,9 quilómetros.
São seus objectivos a reabilitação e requalificação ambiental da bacia do Este, o que vai influenciar positivamente a qualidade da paisagem e a promoção do estabelecimento do ecossistema ribeirinho.
«Mediante o ordenamento da área de intervenção pretende-se também promover a utilização dos espaços ribeirinhos pela população e transformá-los num importante elemento estruturante e amenizador da paisagem», sublinha Ilda Carneiro.
Estão, assim, contempladas algumas intervenções para melhoria pontual das condições de escoamento, nomeadamente a limpeza e desobstrução do leito e margens e a redefinição de secções transversais.
As soluções propostas relativas ao ordenamento da zona ribeirinha compreendem, entre outras acções, a criação de uma via ciclável em percurso contínuo, o que melhora a acessibilidade, a segurança e o conforto dos utentes ao longo desta linha de água.
Compreende igualmente a substituição do revestimento do leito (fundo e margens) e a plantação de vegetação ribeirinha, requalificando o “corredor fluvial”.
Prevê-se ainda a criação de vários “planos de água”, através da construção de pequenos açudes, de forma a criar um corpo de água permanente.
No âmbito da intervenção está prevista a concessão de dois espaços destinados a café-bar, com esplanadas voltadas para o rio, localizados nas áreas verdes das ruas Machado Vilela e Armando Lira (Ponte Pedrinha).
Contemplada está igualmente a criação de percursos temáticos, de carácter pedagógico, que tirem partido da relação entre a distância percorrida a pé ao longo da via principal, para a relacionar com outras distâncias, como as do sistema solar ou as percorridas pelos navegadores portugueses.
São consideradas ainda algumas intervenções pontuais, como o tratamento e encaminhamento da descarga do colector da Avenida da Liberdade, os muros em alvenaria em Santa Tecla, e a limpeza e desobstrução de levadas na Zona dos Galos.
O projecto de execução contempla ainda um plano de monitorização, que consiste essencialmente na implementação de marcas de cheia, na medição de caudais e na monitorização contínua da qualidade da água.
O rio Este nasce na Serra do Carvalho, a uma altitude de 512 metros, na zona de transição entre os concelhos de Braga e Póvoa de Lanhoso, percorrendo cerca de 52 quilómetros desde a nascente até à sua confluência com o rio Ave, dos quais 23,9 quilómetros se localizam no concelho de Braga.
Comunicado aos munícipes.
Ah... já estava a ver que iam demolir os prédios que a CMB aprovou até agora (até agora, porque já não resta mais espaço...). Que alívio...
As obras e as monitorizações são necessárias.
Mas, obviamente, tinha de haver uma concessãozita qualquer a actividades comerciais relacionadas com a intervenção - estranharíamos se assim não fosse no reino da promiscuidade (público e privado, betão e qualidade...)
A maquia é gira: a desculpa do costume é a de não sermos tecnocratas, e não podermos argumentar sobre é excessiva.
Se ainda puder, talvez até derrape.
Estas coisas gostam muito de derrapar..
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terça-feira, março 15, 2011
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Reciclagens: Engenharia/Construção, Hidrologia, Minho
segunda-feira, março 14, 2011
O sistema perfeito
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segunda-feira, março 14, 2011
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Reciclagens: Manifestos, Média
sábado, março 12, 2011
quarta-feira, março 02, 2011
Escopofilia (Sitiações na Cidade)
Yo no sé muchas cosas, es verdad.
Digo tan sólo lo que he visto.
Y he visto:que la cuna del hombre la mecen los cuentos,
que los gritos de angustia del hombre los ahogan con cuentos,
que el llanto del hombre lo taponan los cuentos,
que los huesos del hombre los entierran los cuentos,
y que el miedo del hombre...
ha inventado todos los cuentos.
Os soldados também são (vão sendo...) homens, iguais e tão pouco livres como os que os confrontam. (Imagem retirada daqui)
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quarta-feira, março 02, 2011
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Reciclagens: Economia, Manifestos, Média, Música
terça-feira, março 01, 2011
Paul Claval em Guimarães
Paul Claval Terra dos Homens: a Geografia 9 de Março de 2011 - 15:00 Universidade do Minho, Azurém, Guimarães C2.36 Paul Claval (1932-) é um geógrafo francês, professor emérito da universidade de Paris IV-Sorbonne. Interessou-se pela Geografia económica nos anos 50, pelo trabalho de economistas espaciais, e trabalhou com diversas orientações da Nova Geografia durante os anos 60. A partir dos anos 70 dedicou-se à Geografia cultural, realizando diversos trabalhos considerados como pioneiros na disciplina, procurando sempre mais os processos económicos, sociais e políticos do que a descrição geográfica. Em 1992 fundou a revista Géographie et cultures, e em 1996 ganhou o prémio Vautrin Lud, um equivalente na Geografia ao prémio Nobel. Com uma obra vastíssima – composta por cerca de 40 livros e centenas de artigos –destacam-se os livros Principes de géographie sociale (Princípios de Geografia Social, Genin et Litec, 1973); Espace et pouvoir (Espaço e Poder, PUF, 1978); La Logique des villes - Essai d’urbanologie (A lógica das cidades, Litec, 1981); La Géographie Culturelle (A Geografia cultural, Nathan, 1995); Histoire de la géographie française: De 1870 à nos jours (História da Geografia Francesa: de 1870 aos nossos dias, Nathan, 1998); Epistémologie de la géographie(Espistemologia da Geografia, Nathan, 2001); La Géographie du XXIe siècle (A Geografia do século XXI, L’Harmattan, 2003); Géographie régionale - De la région au territoire (Geografia Regional – da região ao território, Armand Colin, 2006). Em Portugal publicaram-se alguns livros de Paul Claval que tiveram grande difusão e sucesso: A Nova Geografia (Almedina, 1982); Geografia do Homem – Cultura, Economia e Sociedade (Almedina, 1987); e já mais recentemente História da Geografia (Edições 70, 2007); e A Construção do Brasil - Uma grande potência em emergência (Piaget, 2010). Orador convidado do Departamento de Geografia em 2002, para as IV Jornadas de Geografia e Planeamento, esta é a segunda visita de Paul Claval à Universidade do Minho. Nesta palestra, Paul Claval propõe-se falar do seu mais recente livro, publicado no Brasil (Editora Contexto) no final de 2010: Terra dos Homens: a Geografia. A obra divide-se em quatro partes: ‘A Geografia como prática’; ‘A Geografia como experiência do espaço e dos lugares’; ‘A Geografia como ciência: a contribuição dos gregos e a sua reinterpretação na Renascença’; ‘A Geografia como ciência: a Geografia moderna e as suas mutações’. Info: www.geografia.uminho.pt
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terça-feira, março 01, 2011
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Reciclagens: Eventos, Geógrafos, Universidade
sábado, fevereiro 26, 2011
Quem ouve o homem?
Um ano depois, em entrevista à RTP, Raimundo Quintal fala-nos do que esteve e continua a estar errado (na Madeira, mas não só).
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sábado, fevereiro 26, 2011
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Reciclagens: Climatologia, Geógrafos, Hidrologia, Média, Riscos, Videoteca
sexta-feira, fevereiro 25, 2011
A taxa de lucro é historicamente decrescente
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Reciclagens: Biblioteca, Economia
Diversidade cultural como pão prà boca
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Reciclagens: Eventos, Minho, Turismo/Lazer, Videoteca
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
As ribeiras são corpos vivos
"Numa primeira fase, concordei que se tivesse escolhido a praia para fazer o depósito provisório da pedra e da areia transportada pelas ribeiras. Simplesmente, esses inertes foram ficando. Continua a destruir-se a paisagem lindíssima da Madeira para extrair mais pedra, quando se podia usar a que está ali. Foi por isso que aderi ao cordão humano. Esta foi a primeira vez que os madeirenses vieram para a rua sem haver um artista convidado ou espetadas - vieram em defesa da baía do Funchal."
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Reciclagens: Climatologia, Efemérides, Portugal Provisório, Regiões, Riscos
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
Andarilho e Cantor
Bendito sejas tu.
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Reciclagens: Efemérides, Música, Videoteca
terça-feira, fevereiro 22, 2011
Da revolta sopra o vento
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segunda-feira, fevereiro 21, 2011
Enterrar o aterro
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Reciclagens: Efemérides, Hidrologia, Manifestos, Média, Regiões
domingo, fevereiro 20, 2011
Cast a stone
Comunicado via Quercus
A primeira pedra da barragem da Foz do Tua simboliza a pedra que se quer colocar em cima de um defunto aquando do seu enterro. Simboliza o desejo pela morte do Turismo do Tua, da biodiversidade do Vale, do Desenvolvimento Sustentável, do Património Humano, Cultural e Arquitectónico e da Linha do Tua com mais de 123 anos de História. Demonstra ainda o desrespeito pelo passado e o “não querer saber” do futuro. O desrespeito pela identidade da região. |
A Quercus lembra que a futura barragem, a ser construída, produzirá o equivalente a 0,07% da energia eléctrica consumida em Portugal em 2006 (Dados da Rede Eléctrica Nacional). Esta barragem afectará de modo irremediável o Património Natural do Vale do Tua, um dos mais bem conservados de Portugal. Afectará também de forma irreversível a paisagem Património Mundial do Douro Vinhateiro. A construção desta barragem: - viola a Directiva Quadro da Água, por destruição da qualidade da água O Núcleo Regional de Vila Real da [1] - As novas grandes barragens requerem um investimento de 3600 M€, implicando custos futuros com horizontes de concessão até 75 (setenta e cinco) anos. Somando ao investimento inicial os encargos financeiros, manutenção e lucro das empresas eléctricas, dentro de três quartos de século as nove barragens terão custado aos consumidores e contribuintes portugueses não menos de 7000 M€ – mais um encargo brutal em cima dos que já se anunciam por força da crise e em cima dos custos de deficit tarifário eléctrico que neste momento atinge cerca de 1800 M€. A mesma quantidade de electricidade que as barragens viriam a gerar pode ser poupada com medidas de uso eficiente da energia, na indústria e nos edifícios, com investimentos 10 (dez) vezes mais baixos, na casa dos 360 M€, com períodos de retorno até três anos, portanto economicamente positivas para as famílias e as empresas. Estas estimativas foram feitas por : - Madeira A, Melo JJ (2003). Caracterização do potencial de conservação de energia eléctrica em Portugal. VII Congresso Nacional de Engenharia do Ambiente. APEA, Lisboa, 6-7 Novembro 2003 - Melo JJ, Rodrigues AC (2010). O PNBEPH numa perspectiva de avaliação estratégica, política energética e gestão da água. 4ª Conferência Nacional de Avaliação de Impactes (CNAI´10). APAI/UTAD, Vila Real, 20-22 Outubro 2010. |
Ver também Movimento Cívico pela Linha do Tua
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domingo, fevereiro 20, 2011
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia, Hidrologia, Manifestos
sábado, fevereiro 19, 2011
Ai ele é isso? (caso ainda não soubéssemos...)
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sábado, fevereiro 19, 2011
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Reciclagens: Engenharia/Construção, Portugal Provisório, Regiões, Riscos
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Orlando Ribeiro, o documentário
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sexta-feira, fevereiro 18, 2011
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quinta-feira, fevereiro 17, 2011
100 Anos: 2 Rupturas, Um Repto
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quinta-feira, fevereiro 17, 2011
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Reciclagens: Biblioteca, Geógrafos, Portugal Provisório






