sexta-feira, agosto 14, 2009
quinta-feira, agosto 13, 2009
Novas luzes ao fundo do túnel
Portugal a dar passos em frente.
Espera-se que até ao final do ano apareçam mais duas ruas LED, em Beja e em Cascais, bem como o desenvolvimento de outros projectos inovadores na área da energia."
Notícia retirada daqui.
Cliquem na imagem para depois verem o vídeo (8:30 de duração).
Depois, percebemos que o turismo até dava umas massas e toca a construir Algarves por esse litoral continental fora (e a Madeira não escapa). O processo está em curso e de boa saúde, apesar da crise na habitação.
Depois, um dia, com tudo ou quase tudo perdido, com o território desfigurado, com os recursos ambientais e paisagísticos irreversivelmente em crise, aperceber-nos-emos (não é uma questão de se, mas uma questão de quando - e aí é que está o busílis) que o turismo sustentável é que é o futuro. E teremos que destruir todo o mal que orgulhosamente continuamos a erguer. Novamente ou ainda pequeninos.
Mas nós ainda estamos no paradigma do crescimento e não no do desenvolvimento sustentável. Chamemos-lhe turismo mas queremos é chamar-lhe ordenamento do território. Sempre.
Portanto, no caso das energias, Portugal parece dar mais um salto em frente. Mas, no caso particular da iluminação pública, a obsolescência criada pelo desenvolvimento da tecnologia não tardará a repor o país na sua situação de atraso crónico em relação ao que já é possível fazer. Daí que Portugal seja sempre provisório. Ou anacrónico.
É nesse limbo que temos morrido.
E é nesse túnel que parecemos sentir-nos bem.
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Edward Soja
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quinta-feira, agosto 13, 2009
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Cidades, Espaços escritos
Um pormenor de geopolítica
E no fim de contas, relativizemos: há alguma novidade nesta história?
Mas vou abster-me de tirar ilações sobre este (nem sei o que ou como dizer... Haverá algum comentário que consiga dizer alguma coisa melhor que o que o comentado já diz?).
Acho, contudo, interessante fazer ressaltar certas palavritas da notícia...
São tão interessantes...!
Transcrevo na íntegra o texto aparece na página 53 da Visão de hoje, 13 de Agosto de 2009:
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Edward Soja
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quinta-feira, agosto 13, 2009
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Reciclagens: Espaços escritos, Média
quarta-feira, agosto 12, 2009
A lenga-lenga que não destrava línguas mas deixa sabor agridoce na boca dos subalternos
Quem controla esta produção e distribuição de mais-valias urbanísticas tem nas mãos o verdadeiro poder político e económico de Portugal, e goza privilegiadamente das suas riquezas. Tudo o resto — incluindo os rendimentos da indústria, da agricultura e dos serviços, enfim, da genuína produção — são bagatelas comparadas com o valor dos alvarás urbanísticos nos anos de bolha imobiliária.
Se não houver uma tributação do património imobiliário que iniba o subaproveitamento dos imóveis, e uma ampla oferta de imobiliário público para arrendamento (tanto habitações como solos rústicos para cultivo), resulta fatalmente que uma grande parte da terra e dos edifícios são mantidos desocupados pelos proprietários que nem os utilizam, nem os alienam por preço justo a terceiros que desejem aproveitá-los. Um anti-mercado cujos preços são controlados unicamente pelos ofertantes, que os colocam muito acima do custo de produção e os alçam até ao limiar máximo da capacidade de pagamento dos demandantes, deixando-lhes apenas os rendimentos mínimos para subsistir.
Tanto o Estado como os cidadãos acumulam hoje dívidas de montantes raramente vistos na História. Os contribuintes são chamados a nacionalizar bancos falidos pela morosidade imobiliária; cidadãos carregam hipotecas perpétuas muito superiores ao custo real dos imóveis que compraram. Todo este oceano de dívida destina-se, em última análise, a um só fim: pagar a crédito a fortuna desta nova aristocracia — um pequeno grupo social que além de ter ascendido por via da captura política de rendas fundiárias, passou a reter centenas de milhar de imóveis vazios nas nossas cidades e outras tantas centenas de milhar de terrenos devolutos e expectantes em redor delas.
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Edward Soja
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quarta-feira, agosto 12, 2009
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Reciclagens: Espaços escritos, PIN, Planeamento/OT
O mapa mais antigo?
Noticiado aqui.
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Edward Soja
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quarta-feira, agosto 12, 2009
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Reciclagens: Antropologia, Espaços escritos, Mapoteca
terça-feira, agosto 11, 2009
A uma Imobiliária???
a Maria Madalena Luisello Câncio Santarém Matos Gil
a zona de caça turística de Franguins e Vale de Gaio (processo
n.º 4852 -AFN), situada no município de Alcácer do Sal.
Vem agora a LSMG Imobiliária, S. A., requerer a transmissão
da concessão da zona de caça supracitada.
Assim:
Com fundamento no disposto no artigo 45.º do Decreto-Lei
n.º 202/2004, de 18 de Agosto, com a actual redacção:
Manda o Governo, pelo Ministro da Agricultura, do
Desenvolvimento Rural e das Pescas, o seguinte:
Pela presente portaria a zona de caça turística de Franguins
e Vale de Gaio (processo n.º 4852 -AFN) é transferida
para a LSMG Imobiliária, S. A., com o número de identificação
fiscal 504174894 e sede na Rua da Granja, 656,
Quinta da Granja, 4825 -310 Refojos de Riba d’Ave.
Pelo Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural
e das Pescas, Ascenso Luís Seixas Simões, Secretário de
Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, em 30
de Julho de 2009.
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Edward Soja
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terça-feira, agosto 11, 2009
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Reciclagens: Legislação, Planeamento/OT
Fotografia a arder
Com a perda do equilíbrio (é certo que a máquina da Gaia consiste num equilíbrio sempre precário que origina, por si, todas as transformações do dia-a-dia...), é normal uma maior frequência dos extremos. Enormes cheias pós-períodos de pouca pluviosidade e incêndios de grande magnitude são dois sinais (e riscos, também) desse desequilíbrio.
Ontem, nas notícias das 17h na Antena 2, a notícia foi dada de maneira um bocado diferente. Pelo que a ideia com que fiquei foi outra. Disseram que a área ardida na Europa até ao momento era já superior à área total do ano passado. Primeiro ponto, que este extracto não contradiz.
Mas ao referir-se à situação interna a jornalista disse que até ao momento Portugal não estava mal na fotografia. Ora, uma das duas informações não é verdadeira.
Mas assumindo esta notícia como verdadeira, logo pensei:
Estão a escamotear a verdade.
Porque é que não precisam que "esse sorriso na foto" se deve às condições climáticas que, até ontem (a esta hora, 15h, o IM regista 35º em Braga e 37º em Lisboa), não nos têm incomodado a pele? Ou porque não têm em conta que há cada vez menor área por arder (a alteração do uso de solo, a construção controlada e prevista pelos poucos que vão decidindo, os incêndios do passado... reduzem em grande escala o que aguarda as chamas)?
Se estamos bem, pensamos que é por levarmos a cabo um esforço pela limpeza, manutenção das matas, pelo ordenamento das florestas, pela recuperação de espécies e das áreas ardidas?
Humm... faltam-me informações que façam pensar que é por isso.
Deixemos que nos entretenham assim!
Há demasiado tempo que estamos mudos e quedos.
E com um sorriso estúpido na fotografia.
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Edward Soja
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terça-feira, agosto 11, 2009
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Reciclagens: Climatologia, Espaços escritos, Média, Riscos
domingo, agosto 09, 2009
PIN
Ler artigo completo aqui.
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Edward Soja
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domingo, agosto 09, 2009
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Reciclagens: Espaços escritos, PIN
sábado, agosto 08, 2009
MCLT - Comunicado
Estando o Movimento Cívico pela Linha do Tua (MCLT) a receber ainda mensagens e manifestações de solidariedade, resultantes do impacto e do interesse que a Reportagem Especial "Fim de Linha" suscitou, enviamos agora, para conhecimento de todos os interessados, o extracto do Diário da Assembleia da Republica do dia 22 de Julho, sobre a discussão da Petição pela Linha do Tua Viva, apresentada pelo Movimento Cívico pela Linha do Tua em 2008.
http://www.linhadotua.net/3w/index.php?option=com_content&task=view&id=489&Itemid=37
O MCLT congratula-se com o largo consenso verificado durante a discussão da Petição pela Linha do Tua Viva e agradece todas as palavras de simpatia que nos foram dirigidas, por vários deputados e bancadas parlamentares.
Mas, por outro lado, o MCLT não pode deixar de lamentar as afirmações do deputado do Partido Socialista, Luis Vaz, que apesar da sua experiência como autarca (Macedo de Cavaleiros) ou como deputado eleito pelo circulo de Bragança há já alguns anos, revelam uma impressionante ausência de responsabilidade cultural, cívica e politica no parlamento, ao não ter capacidade para reconhecer um modelo de desenvolvimento e de futuro sustentavel para Trás-os-Montes, capaz de gerar emprego e riqueza, fixar populações, promover a mobilidade e o turismo.
A Linha do Tua como fio condutor deste desenvolvimento é essencial e evidente!
Atentamente,
Movimento Cívico pela Linha do Tua
www.linhadotua.net
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Edward Soja
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sábado, agosto 08, 2009
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Reciclagens: Regiões, Transportes/Mobilidade
quarta-feira, agosto 05, 2009
Fim de linha
Caros amigos,
Quebrar o ciclo vicioso implica sempre uma petição de princípio. E se um conjunto de factores funcionam para um lado, não vejo dificuldades em perceber que o inverso funcionam para o outro. Não quebrar o ciclo vicioso leva, como as extinções das espécies, ao fim da linha.
Se todas as actividades de atracção de uma região fogem (ou desaparecem), não resta nada a fazer senão observar impotentemente o abandono, o envelhecimento e a degradação das estruturas humanas. Das quais, as vias de comunicação são uma, fundamental para tudo o resto.
Às vias férreas podem acusar de serem (estarem) estruturas antiquadas. Mas importa compreender que aquando da sua implementação, a concepção do mundo era outra. E talvez por isso elas se integrem tão bem e com tão poucos impactos (visuais, pelo menos) na paisagem.
Uma vez abandonadas estas, depois não faltam argumentos válidos para tipos de "desenvolvimento" (como a construção de barragens - limpando liminarmente quaisquer hipóteses de se ir pela recuperação do património ferroviário).
Algo não se compreende neste país.
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Edward Soja
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quarta-feira, agosto 05, 2009
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Reciclagens: Economia, Planeamento/OT, Regiões, Transportes/Mobilidade
segunda-feira, agosto 03, 2009
Legislação do MAOTDR
Eis a legislação do Ministério do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional referente à criação de dois fundos:
> Decreto-Lei n.º 171/2009. D.R. n.º 148, Série I de 2009-08-03
Cria o Fundo para a Conservação da Natureza e da Biodiversidade
> Decreto-Lei n.º 172/2009. D.R. n.º 148, Série I de 2009-08-03
Cria o Fundo de Protecção dos Recursos Hídricos
Saber mais em MAOTDR
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Edward Soja
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segunda-feira, agosto 03, 2009
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Hidrologia, Legislação
domingo, agosto 02, 2009
Satélite vai fotografar evolução de cheias e incêndios
Construído com a ajuda de engenheiros portugueses da empresa Deimos Engenharia, o DEIMOS1 pesa cerca de 100 quilos e ficará no espaço durante os próximos cinco ou seis anos.
Equipado com três câmaras ópticas, que se assemelham às vulgares máquinas fotográficas digitais, o satélite vai armazenar e transmitir dados essenciais para desenvolver aplicações e serviços nas áreas da monitorização do ambiente e recursos naturais.
Nuno Ávila, da empresa portuguesa Deimos Engenheria, apontou algumas das funcionalidades do satélite: “Permite saber qual a taxa de crescimento das plantas, controlar pragas, conhecer o teor de nutrientes no solo, fazer inventários florestais, conhecer a regeneração de uma zona vítima de uma catástrofe natural, entre muitas outras coisas”.
Ao cobrir todo o território português fornecendo imagens actualizadas de três em três dias, o satélite vai permitir ainda “detectar e seguir a evolução de umas cheias ou de um incêndio”, acrescentou o director da empresa.
Mas o grosso do trabalho da equipa de engenheiros portugueses vai começar quando se iniciar o processamento das imagens que chegam do satélite a uma altura de 686 quilómetros.
Segundo a empresa portuguesa o primeiro centro DEIMOS para processamento, arquivo e distribuição de dados vai ser criado na Universidade de Valladolid, ao qual se seguirão outros, nomeadamente na Deimos Engenharia, em Portugal."
Fonte: CiênciaHoje
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Edward Soja
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domingo, agosto 02, 2009
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Reciclagens: Riscos, Universidade
quarta-feira, julho 22, 2009
Inquérito sobre as Questões Significativas da Água
Comunicado
Exmo. Sr.
O período de participação pública das Questões Significativas da
Gestão da Água (QSIGA) está a terminar e a ARH do Norte, I.P. gostaria
de contar com os seus contributos.
Envio em anexo um inquérito que visa recolher a sua opinião sobre os
principais problemas da água na sua região e que deve ser preenchido e
remetido à ARH do Norte, I.P. através do e-mail: partipub@arhnorte.pt,
ou por correio para Rua Formosa, 254, 4049-030 Porto.
Desde já agradeço a sua disponibilidade e fico a aguardar o seu
importante contributo.
Com os melhores cumprimentos,
Dora Barros
Departamento de Planeamento, Informação e Comunicação
Rua Formosa, 254 4049-030 PORTO
GPS: 41º08'53.4''N | 8º36'20.1''W
Telf: 22 340 00 00 Fax: 22 340 00 10
www.arhnorte.pt
A data-limite é 31 de Julho.
Participemos!
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Edward Soja
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quarta-feira, julho 22, 2009
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Reciclagens: Hidrologia, Inquéritos
segunda-feira, julho 20, 2009
Guimarães 2012 - Capital Europeia da Cultura
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segunda-feira, julho 20, 2009
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domingo, julho 19, 2009
O Vale do Tua - A importância do Património no Desenvolvimento Regional
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domingo, julho 19, 2009
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Reciclagens: Eventos, Planeamento/OT, Regiões, Transportes/Mobilidade
sábado, julho 18, 2009
"Esta noite sonhei com Mário Lino"
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sábado, julho 18, 2009
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Reciclagens: Economia, Engenharia/Construção, Espaços escritos, PIN, Regiões, Transportes/Mobilidade
sexta-feira, julho 17, 2009
II SASIG
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sexta-feira, julho 17, 2009
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Reciclagens: Eventos, Formação, Mapoteca, NTI, SIG, Universidade
quinta-feira, julho 16, 2009
Clark Labs anuncia blog "EARTH SYSTEM TRENDS"
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quinta-feira, julho 16, 2009
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Reciclagens: Climatologia, Internet, Mapoteca, NTI
sexta-feira, julho 03, 2009
Eu por aqui, tu por aí...
Jean-Christophe Vie *
Em Portugal há 159 espécies ameaçadas, a maioria moluscos (67 espécies), mas também mamíferos (11), aves (8), peixes (38), plantas (16), invertebrados (16), répteis (2) e anfíbios (1).
Agora, porque o aqui é um reflexo do global, num assunto onde não há nem nunca houve fronteiras, eis o contexto.
O planeta tem cerca de 17 mil espécies de animais e plantas ameaçadas de extinção, revelou hoje a UICN (União Mundial para a Conservação da Natureza), através da sua Lista Vermelha. Nos últimos 500 anos já se extinguiram 869 espécies.
E para nos ajudar a levantar o moral, ou a força de mudar:
Actualmente, as alterações climáticas não são a maior ameaça à biodiversidade do planeta. Mas isso pode mudar, avança o relatório. Ao analisar 17 mil espécies de aves, anfíbios e recifes de coral, a UICN identificou uma proporção significativa de espécies que são muito vulneráveis às alterações climáticas e que ainda não estão ameaçadas. Deste grupo fazem parte 30 por cento das aves, 51 por cento dos corais e 41 por cento dos anfíbios.
O que quer dizer que estes números vão subir.
"Cada vez mais depressa"
"Cada vez mais depressa"
Pois, mas o que aqui está em causa é, antes de tudo, a perda de biodiversidade. E esta devido, além das alterações climáticas, à destruição de habitats.
E esta devido nosso modelo de desenvolvimento.
E este relaciona-se com o tipo de ordenamento e de planeamento que aplicamos.
E estes, por fim, traduzem os valores para os quais nos vamos sentindo sensibilizados.
Nós, os decisores dos usos do solo.
As distintas opiniões revelam distintas posições, distintos interesses.
Os decisores que têm, efectivamente, decidido sobre os destinos do uso do solo, têm tido como valores algo - podemos designa-lo como quisermos - que, obviamente, não preza o longo prazo.
Reflictamos sobre isto. Sobre quem somos e o que somos.
Ou SE somos.
Regressemos a casa. Ao chão. A terra.
Já há muito tempo que é tempo.
Fonte: Público
* Responsável pelo estudo apresentado.
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Edward Soja
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sexta-feira, julho 03, 2009
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Espaços escritos, Manifestos
quarta-feira, julho 01, 2009
Inquérito do mês
Os produtos abrangidos são os damascos, alcachofras, espargos, beringelas, abacates, feijões, couves-de-bruxelas, cenouras, couves-flores, cerejas, aboborinhas (courgettes), pepinos, cogumelos de cultura, alhos, avelãs com casca, couves-repolhos, alhos franceses, melões, cebolas, ervilhas, ameixas, aipo de folhas, espinafres, nozes comuns com casca, melões e chicórias whitloof.
Todos estes 26 produtos poderão passar a ser vendidos mesmo “deformados”, tendo a comissária da Agricultura, Mariann Fischer-Boel, comentado que, “na actual conjuntura de preços elevados dos produtos alimentares e de dificuldades económicas generalizadas, os consumidores devem poder escolher entre a mais vasta gama de produtos possível” e “não tem qualquer sentido eliminar produtos de perfeita qualidade, apenas porque têm uma forma «errada»".
"Esta decisão marca o início de uma nova era para os pepinos curvos e as cenouras nodosas", ironizou.
As normas de comercialização relativamente ao tamanho e forma manter-se-ão todavia para outros 10 tipos de hortofrutícolas, que representam 75 por cento, em valor, das trocas comerciais da UE: maçãs, citrinos, kiwis, alfaces, pêssegos e nectarinas, peras, morangos, pimentos doces, uvas de mesa e tomates.
No entanto, mesmo para estes 10 tipos de produtos os Estados-Membros poderão, pela primeira vez, autorizar os estabelecimentos comerciais a vender produtos que não respeitem as normas, desde que sejam rotulados de forma adequada, de modo a distingui-los das classes "extra", "I" e "II".
Estas novas normas serão aplicadas a partir de 1 de Julho de 2009.
Qualquer outro tipo de resposta, não presente no inquérito ao lado, pode ser colocada nos comentários deste tópico. O espaço está aberto.
Participem!
Nota: este inquérito não implica que vamos deixar de virmos dar-vos música.
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Edward Soja
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quarta-feira, julho 01, 2009
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Reciclagens: Inquéritos
segunda-feira, junho 29, 2009
4 Anos São Passados
Desde os seus inícios que o projecto Georden assumiu um carácter interventivo, participativo e - dentro das nossas modestas possibilidades - pedagógico. E foi sempre esse o espírito por que nos pautámos e que tentámos estimular em quem nos visita.
São inúmeras as virtualidades desta plataforma de comunicação que usamos, muitos de nós, para propor ideias, acrescentar conhecimentos, divulgar eventos e informações, manifestar - sustentando-as - as nossas opiniões, dar as nossas achegas ao que nos merece destaque e - sobretudo - lançar o debate sobre as questões da sustentabilidade e das concepções de desenvolvimento humano, social, cultural e económico.
Tais virtualidades, a seu devido momento, podem revelar-se inesperadas, fulgurantes na sua rapidez e na sua grandeza. Aí senti(re)mos o poder da comunicação. O rumo que as sociedades levam, ora guinando a bombordo, ora invertendo a estibordo, atirando com tais mudanças de direcção muita gente para fora do barco, assenta na forma como usamos e deixamos usar a comunicação que rege a vida em sociedade.
Nem sempre os dias são contados, nem sempre os dias são vividos intensamente. É o que acontece forçosamente a quem acaba por verificar que, no dia seguinte, afinal ainda cá estava. E se a frequência com que nos empenhamos na actualização nem sempre é a necessária, deixando muitos assuntos passarem ao lado, esmorecerem, isso conforma e dá mais significado ao uso do termo "virtualidades".
Oceanos revoltosos de caracteres, sons e cheiros, picadas dos mais variegados insectos e atropelos das mais belas máquinas que criámos são aquilo que sofremos dia-a-dia, nesta sociedade a que (quem?) chamam "sociedade de informação". Como a dicotomia "crescimento vs. desenvolvimento", que desde sempre assumimos como auto-evidente (mas, se for preciso, estaremos cá para sustentar os porquês de a encararmos assim), temos também uma outra, que nos vai tolhendo o cérebro e, por consequência, os membros: é a dicotomia "sociedade da informação vs. sociedade do conhecimento". Sociedade informada parece sê-lo. Mas será esclarecida? Consciente?
O tempo sempre foi o mesmo. Mas isso é relativo, pois vai rarefazendo-se quando o distribuímos em parcelas cada vez mais numerosas para as diversas tarefas que nos apelam a realizarmos. Tal como quando "sobra mês para pouco dinheiro". E por isso, desde cedo no nosso percurso pessoal, enquanto ser pensantes, a questão dos valores vem inevitavelmente ter ou chocar connosco.
Plantar uma árvore é mais importante que ler um blogue? Talvez. Esse fundamental gesto pode, também, ser consequência de ler um artigo num blogue. Bendito seja aquele que o consegue.
Cabe-nos avaliar (= dar valor, ponderar, retirar daqui para pôr acolá...). Cabe a nós saber avaliar. Cabe a nós (não há mais ninguém) aprendermos a avaliar. E para aprender a avaliar, temos de começar, para não cair numa petição de princípio, com um mínimo de inteligência, para destrinçarmos aquilo que nos vai "in-formando".
Quando um dia acharmos mais importante não ligar o computador para poupar energia, isso resultará (talvez...) de:
a) da mudança do entorno,
b) da mudança de nós próprios,
c) de ambas as mudanças
Compete a cada um de nós ajudarmos a que a) seja mais uma consequência de b) que o contrário. Do resultado desse jogo também se fazem leituras do nosso poder e autonomia enquanto indivíduos numa sociedade.
Durante estes quatro anos que hoje se completam propugnámos o debate e a discussão de ideias. Reciclar é preciso e sempre possível.
Renovamos os votos da participação pois é com essa candeia acesa que vamos prosseguir o nosso caminho.
O Georden está de parabéns, como o estão todos aqueles que nos visitam.
São muitos, alguns ou poucos. E todos podem contribuir, participar, melhorar. A sociedade é também de comunicação!
As possibilidades estão aí.
Usemo-las e tornemos a palavra "virtualidade" um pouco menos risível e desmobilizdora.
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GEORDEN
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segunda-feira, junho 29, 2009
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Reciclagens: A GEORDEN
domingo, junho 28, 2009
Música das regiões - Mediterrâneo (cont.)
Continuando em torno do maior berço de civilizações, passamos agora pela Itália, pela Tunísia e pelo Líbano. São mais três grandes e representativos nomes da cultura musical aqui no Georden.
Relembramos a quem nos visita que as músicas podem ser escutadas na AntenaGEO, na barra da esquerda, um pouco mais abaixo.
Intérprete: Lucilla Galeazzi
Origem: Itália
Tema: È tempo dell'amore
Extraído do álbum "Amore e Acciaio", de 2005
Lucilla é apenas um dos inumeráveis e espantosos exemplos da riqueza musical da Itália. Nascida em Terni, na região da Úmbria, bem no centro do país, este é ainda o seu álbum mais recente. As suas canções sintetizam várias influências, sempre num espírito de grande vivacidade.
Intérprete: Anouar Brahem Trio
Origem: Tunísia
Tema: Parfum de Gitane
Extraído do álbum "Astrakan Café", de 2000
Anouar Brahem, que esteve no Braga Jazz em 2006, é um dos mais internacionalmente reconhecidos tocadores de "oud". A tal popularidade não pode ser alheio o facto de gravar para a presitigiada editora ECM. O ambiente das suas músicas transmite serenidade e beleza. A descobrir com tempo e paixão.
Intérprete: Fairouz
Origem: Líbano
Tema: Habbou Badoun
Extraído da compilação "Golden Songs"
Podemos quase dizer que Fairouz está para o Líbano como Amália para Portugal. As suas primeiras interpretações editadas datam dos começos da década de 1950 (!), quando acompanhava o ensemble dos irmãos Rahbani. E dizemos quase, pois, entre outras coisas, a cantora é uma lenda ainda entre nós. A sua discografia é extensíssima e a cantora tem um repertório de mais de 1500 canções (!!). Mundialmente famosa pela sua voz, Fairouz é a marca da divisão de eras na música árabe.
Bem tentámos, através do site mais completo sobre a embaixadora da cultura libanesa, mas não conseguimos descortinar de que ano será esta canção nem em que disco terá surgido pela primeira vez. No entanto, não podíamos deixar de a trazer. Deliciem-se. E partam à procura de mais. Vivamos curiosos.
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Edward Soja
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domingo, junho 28, 2009
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Reciclagens: Inquéritos, Música
segunda-feira, junho 22, 2009
2.ª Edição da Acção Online de Iniciação ao software SIG SuperMap Deskpro
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segunda-feira, junho 22, 2009
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domingo, junho 21, 2009
Quase ia esquecendo o solstício…
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Vidal
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domingo, junho 21, 2009
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Reciclagens: Geógrafos
"O Elo Mais Forte"
Por LEM, 2007.
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GEORDEN
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domingo, junho 21, 2009
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Reciclagens: BD/Cartoon
sábado, junho 20, 2009
Merhaba Istambul!

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GEORDEN
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sábado, junho 20, 2009
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Reciclagens: Cidades, Foto do mês, Fototeca, Viagens







