terça-feira, setembro 09, 2008

E entre 2 x 2 e bê-á-bá...

Do rio que tudo arrasta, diz-se que é violento.
Mas ninguém acusa as margens que o comprimem!
Bertolt Brecht



Ler para relembrarDiário do Minho, 07.09.2008, p.3


Hoje em dia, levarmos com uma notícia destas é quase insólito. Como é que foi possível tamanha razoabilidade?
A questão é mais complexa do que o que parece, mas dito desta forma, espantamo-nos como é que é possível ainda estarmos a discutir as questões básicas da ocorrência de cheias em meio urbano...

Ao ver um mapa, a carta topográfica, o googlemaps alguém já esbarrou com o caminho que o rio Este faz desde que entra na cidade até que sai? Já alguma vez viram curso de água tão recto em tão pequeno percurso? Pois cá por casa, se pudéssemos acelerar como fazemos nas estradas, era neste afluente do Cávado que atingiríamos as maiores velocidades.

É esta a concepção que temos de um rio?
Que querem dizer com essa coisa de margens?

"Renaturalizar o rio para minorar cheias" significa tentar recuperar o original, voltar ao princípio das coisas, aquele que se manteve durante tantos séculos e que subitamente foi quebrado. Significa que é patente a insustentabilidade da forma como planeamos as nossas cidades e o papel que atribuímos aos rios que por elas passam (meros escoadouros de resíduos que queremos é ver longe da vista. Por isso apertamos as margens e as fazemos em cimento - para que não fique cá nada, para que tudo seja levado. E depressa!
"- O mar é muito grande!", vamos ainda dizendo
...)

Renaturalizar o rio? Sim, mas fazê-lo em todo o percurso urbano parece-me muito difícil, pois será necessário demolir alguns prédios (um deles bem recente, na zona junto às piscinas da rodovia) e habitações (observar o que se passa no começo da Rua dos Barbosas. Isto para não mencionar o caso de Celeirós, onde depois de passar bem pelo meio do parque industrial é entubado e parece desaparecer da superfície...
Porque esta é a concepção que vamos tendo dos rios...).

Estão a ver a Câmara a demolir prédios? A mesma que permitiu e sua edificação? Em nome de um rio? E para onde vão as pessoas? Estão a ver?
Mas eu, ainda crente, não me espantaria assim tanto se isso acontecesse.
COMO? - perguntais.
Ora, se isso der para sacar dividendos em indeminizações.
Os interesses empresariais e privados infiltram-se no poder para em nome do interesse público conseguir umas massas... Sabem-na toda!

Ah, mas estou a fazer previsões para amanhã e ainda nem chegamos a ontem!...

segunda-feira, setembro 08, 2008

Braga: acidente grave

 Rua dos Chãos, 18h. Acidente ocorreu do lado esquerdo da imagem junto ao taipal (onde se encontra o camião). Esta imagem não manifesta a dimensão do ocorrido.

Acidente em Braga, mais concretamente na rua dos Chãos em pleno centro histórico. Quando lá passei, pelas 18h o aparato era grande: televisões, bombeiros, policia, protecção civil. Segundo me foi dado entender o prédio (em obras) terá ruído. Aparentemente (as versões são muitas) existem vítimas mortais e pessoas ainda soterradas (operários da obra e transeuntes ?). Uma desgraça, amigos. Sem mais comentários...

Faro, viver a ria...

1º Concurso de Arte Fotográfica do Município de Faro

"O Município de Faro, consciente das potencialidades que a Ria Formosa encerra em si, resolveu chamar as atenções dos portugueses e dos seus munícipes em particular, para a sua área ribeirinha promovendo pela primeira vez, um Concurso anual, onde se procurou a excelência de expressão de cada um na Arte da Fotografia, dedicado ao tema – FARO, viver a Ria.

(...)

No período de 18 de Julho a 18 de Agosto de 2008, a organização recebeu centenas de trabalhos fotográficos, dos quais 219 foram aceites a concurso, pela qualidade apresentada.

(...)

O Júri analisou a qualidade técnica e estética dos trabalhos, tendo como base os seguintes critérios: o tema na sua generalidade e a forma como foi abordado, a qualidade técnica da imagem e a sua composição.

Os vencedores da 1ª edição deste concurso foram:
Monocromo, suporte PapelFoto de Ana Abrão. Clica para aumentar
1º - Ana Abrão (ao lado)
2º - Carlos Sousa
3º - Luís Silva
4º - Carlos Sousa
5º - José Gonçalves






Cores, suporte PapelFoto de José Ferreira. Clica para aumentar
1º - José Ferreira (ao lado)
2º - João Eduardo Pinto
3º - J. Pinheiro Correia
4º - Carlos Sousa
5º - Pompílio Rombinha






Digital – MonocromoFoto de Malin Löfgren. Clica para aumentar
1º - Malin Löfgren (ao lado)
2º - Maria de Cortes
3º - Malin Löfgren
4º - Malin Löfgren
5º - Jorge Manzano





Digital - CoresFoto de Carlos Sousa. Clica para aumentar
1º - Carlos Sousa (ao lado)
2º - Carlos Neto
3º - Tiago Grosso
4º - Malin Löfgren
5º - Jorge Manzano








O Prémio Cidade de Faro foi atribuído à concorrente Malin Löfgren, por ter apresentado o melhor conjunto de trabalhos fotográficos e de consistente qualidade superior."

Organização: Município de Faro, Teatro Municipal de Faro, E.M. e Associação Cultural Música XXI.
Apoios: Águas do Algarve; ALGAR; EPSON; Gráfica Comercial; Hotel EVA; Niobo Fotografia; Studio 8a e Vinilconsta.

Difundido via e-mail.

Inverte-se a marcha...

Clique para ver em detalheImagem extraída do Diário do Minho, 05.09.2008, p.9


A partir de hoje, segunda-feira, 8 de Setembro, o túnel da Av. da Liberdade vai ter trânsito no sentido contrário. As obras que agora começam visam o prolongamento do túnel e a requalificação do topo norte desta avenida.

Não é só nesta artéria que se inverte o sentido do tráfego. Também pelas Av. António Macedo, Rua do Anjo e Rua D. Afonso Henriques se circulará ao contrário do que até aqui. Isto vai obrigar a alguns encerramentos e condicionamentos.

As obras vão aumentar a zona pedonal no topo norte da Av. da Liberdade e prevê-se (estaremos atentos!) que estejam acabadas daqui a 8 meses.

Esta informação está a ser veiculada, com umas palavras mais terra-a-terra, pelo dinossauro Mesquita Machado nos meios do burgo... E é só por essa forma menos formal de se dirigir aos concidadãos que se pode explicar - parcialmente, no entanto - que a mensagem venha acompanhada de um "Pub" (no canto superior esquerdo da imagem). Mas quê? Isto não é do interesse de todos? Será que foi paga?
Quem sabe...
+ info

domingo, setembro 07, 2008

Olha, apetece-me! (III)

Também o regresso desta rubrica.
E as saudades de uma paisagem idílica, à justa medida de um desenvolvimento em equilíbrio. Mais abaixo, acima e a quase toda a volta é o descalabro total, com o turismo massivo, incapaz de proporcionar umas boas férias a turistas conscientes, mas que, graças ao milagre mercadológico das agências de viagem de hotéis sem telhado, vai somando cada vez mais adeptos. Ficam os destroços. Em altura e no chão.

Ver com maior pormenorImagem 3 - Ep Catalunya Canta, pela Polifónica de Gerona (Zafiro, 1961)

Esta imagem é de um disco de sardanas, as canções populares da Catalunha, de um tempo mais protegido do mercantilismo e da rentabilização do espaço. O pormenor dos espaços de cultivo (sim, não parecem meros jardins) junto a cada habitação não é um pormenor qualquer. Pode traduzir uma forma de vida, talvez com menores deslocações para o abastecimento das populações; traduz uma maior ligação ao sector produtivo, um espaço conpaginável com a arquitectura popular, modesta...

Que bela paisagem para um domingo!*

* Nota: aos domingos em Portugal não parece acontecer nada a que a televisão ache conveniente chamar notícias: "morrem uns automobilistas", "a praia está boa", "hoje joga o Benfica" (sempre que o dizem assim, parece que joga sozinho...), "o evento teve muita "aderência" por parte do público", "vai haver sol", e "um gato salvou um homem".
Muito boa tarde e voltamos a ver-nos amanhã.

"CYBER-BUTEKIM" 12

Clica para aumentar Por Toni Stalker, 2005.

sábado, setembro 06, 2008

"O Sétimo Selo", de José Rodrigues dos Santos




Título: O Sétimo Selo
Autor: José Rodrigues dos Santos
Ano: 2007
Editora: Gradiva
ISBN: 978-989-616-208-5
Paginação: 504 páginas


Por onde começar?
Qualquer escritor já se deve ter interrogado sobre quais os resultados que o seu livro pode ter. Na sociedade ou no mero leitor. Há alguns que num esforço imenso tentam controlar todas as frases, escolher aquelas palavras e não outras, moderar o fôlego com as pausas necessárias, deixar espaço para pensar, às vezes, ser dúbio... tudo para controlar, para agarrar pelo pescoço o "querido leitor".

Tal como no cinema, onde muitos não procuram - mas não lhe podem fugir - a alienação, eu gosto desse grupo de escritores. Porquê? Ora, porque na minha maneira de ver foram / são capazes do domínio da arte da escrita, da arte de comunicar, de emocionar, de passar - enterrando-a bem em nós! - a preciosa mensagem de que querem a toda a força libertar-se. E sabemos muito bem que chegar aos outros, com ou sem megafones, requer muito trabalhinho...

Que o digam os visionários, desacreditados pela cegueira do presente e pelo umbiguismo dos valores da sociedade... Ou - entrando assim na história deste "Sétimo Selo" - que o digam os cientistas, a quem
- cortam fundos para investigação
- são comprados por empresas
- escolhem sobre o que devem investigar
e / ou
- oferecem balas na cabeça
(e ponto final, parágrafo)

O livro que escolhi para hoje, pela matéria que aborda, não precisa de nada dessa "arte" de manipular os leitores. José Rodrigues dos Santos não é (não há problema em dizê-lo; o próprio tem humildade suficiente para reconhecer que não é a isso que aspira...) um prosador de primeira água, que desses há poucos (e isto sou eu quem o afirma). Jornalista de formação, percebe-se de imediato o intento em transmitir factos reais, baseados e confirmados por quem sabe. E isso é notoriamente o mais importante. Daí que no posfácio não deixe de agradecer aos colaboradores, revisores científicos e conselheiros (diremos quem foram no próximo artigo sobre o livro do mês) que ajudaram a tornar este "Sétimo Selo" naquilo que deveria ser.

E que deveria ser este livro?
(Atenção, afirmo-o já: não fui pago para fazer publicidade, nem sou vendedor da editora que lançou este livro no mercado...
Bem, feita esta a advertência, vou prosseguir)
Devia ser um livro para mudar tudo. A frase na contra-capa está lá e é (não devia, É!) para ser levada a sério:

"Prepare-se para o choque."

(Continua.)

Nota: Envie a sua sugestão de leitura para georden@gmail.com que posteriormente publicaremos neste mesmo espaço.


sexta-feira, setembro 05, 2008

Um visão que se tornou realidade...

Há uns dias li este breve texto sobre a Quinta do Lago, que vos transcrevo na íntegra e com alguns comentários meus, entre parênteses e a vermelho:

"26 Abril de 1970...
Clica para aumentarUma suave brisa primaveril envolvia André Jordan enquanto este caminhava por entre o pinhal e praia... (será que alguém, hoje, consegue caminhar, na Quinta do Lago, entre pinhal e praia sem ter um segurança à perna?
Claro que sim... mas, também, entre campos de golfe, moradias de luxo, hotéis, etc.)
tinham-lhe dito que o Algarve estava prestes a tornar-se numa mina de ouro... (uma mina de ouro para alguns, um buraco já sem minério para muitos...)
Na época, um terreno com uma área de 550 hectares (ora, isto dá X campos de golfe, X moradias de luxo, X hotéis, X...), fora propriedade da família Pinto de Magalhães por mais de 3 séculos; depois de algumas dificuldades para encontrar o sítio, ele chegou à antiga casa da Quinta, hoje a Casa Velha; a vista era estonteante (pois era, o meu pai também me disse isso!) e Jordan comentou: “Este é o sítio!E assim, uma visão se tornaria realidade. (Quem bom, estamos todos felizes!)
As negociações para fechar a compra demoraram cerca de 12 meses e Jordan rodeou-se de um grupo de colaboradores de reconhecido mérito internacional, cujas capacidades ele admirava há muito. O primeiro Plano Geral foi concebido por um grupo de arquitectos e engenheiros liderados por Pedro Vasconcelos e Luís Nobre Guedes. (Se foi por arquitectos e engenheiros, estamos descansados!).
A filosofia da Quinta do Lago era oferecer aos seus clientes (Clientes? O território será sempre um produto!), quando eles assim o desejem, a possibilidade de desfrutarem de privacidade, tranquilidade e isolamento (Qualquer empresa de segurança trata disso!) e, ao mesmo tempo, de uma activa vida social e desportiva conjugada com uma ampla gama de infra-estruturas de lazer. (Pois, pena essas infra-estruturas não serem acessíveis à comunidade).

Clica para aumentarUma eficaz campanha de publicidade e marketing, que visava a elite dos EUA e Europa, cedo começou a dar os seus frutos. A Quinta do Lago começou a atrair as atenções de uma série de nomes sonantes da aristocracia, da alta sociedade, do mundo da política, dos negócios e do desporto.
“O período que teve início em finais de 1973 foi de enorme crescimento e vinham compradores de todo o lado, incluindo Portugal, Bélgica e França... nos dias que se seguiram à Páscoa de 1974, foram vendidos 50 lotes em apenas uma semana”, disse-nos Capela, então no Dept. de Vendas (1972).

Mas, com o 25 de Abril em 1974, o sonho de Jordan tornar-se-ia num pesadelo. ("pesadelo"... Começou a dormir com insónias... pronto!)

Em 1975 o estado Português tomou conta da Quinta do Lago. (Poxa! Antes os privados que o Estado a gerir um aldeamento turístico) Jordan volta ao Brasil, e em 1982, quando regressou, apenas o campo de golfe sob os cuidados de Mário Barruncho, se apresentava em condições razoáveis. O mercado imobiliário tinha estagnado. “As vendas pararam por completo e, claro, alguns dos clientes que tinham reservado lotes, retraíram-se”, recorda Capela. (Afinal o 25 de Abril foi mau).

Mas a equipa de trabalhadores (De trabalhadores? Ou de exploradores? Ah! Referem-se à maioria dos retornados e operários da construção civil que ergueram a Quinta do Lago) nunca parou e continuou a acreditar no futuro do empreendimento (onde há lucro, há sempre futuro!); em 1981 a Planal voltou às mãos dos seus accionistas.
Decidido a fazer voltar a Quinta do Lago à sua forma inicial e a convencer potenciais compradores da sua viabilidade, Jordan começa a sondar grandes empresas com vista a atrair novos investidores interessados, não nos pequenos lotes, mas em grandes projectos, e em 1985 já tinha transformado as dívidas de cerca de 8 milhões de dólares em activos no valor de mais de 30 milhões de dólares.
Em 1987, Jordan vende a Planal S.A a um consórcio inglês liderado por Roger Abraham e David Thompson, enquanto a Quinta do Lago goza ainda dos benefícios do incremento imobiliário no Algarve. Em 1989 Abraham vende o consórcio e Thompson nomeia Domingos da Silva Administrador da Planal S.A. e das empresas associadas.
Domingos da Silva tinha agora nas suas mãos a difícil tarefa de manter a imagem da Quinta do Lago e enfrentar a concorrência emergente, criada pelos vários empreendimentos de categoria elevada que surgiram ao longo da costa algarvia (Quantos são? Já são centenas?).
Os anos 90 assistiram à consagração da Quinta do Lago, não só como um dos mais importantes empreendimentos turísticos da Europa, mas também, como líder do turismo de qualidade no Algarve, facto comprovado pelos vários prémios que recebeu. (Sempre acreditei no potencial da Reserva Natural da Ria Formosa).
Em Julho de 1998 os donos da Quinta do Lago mudaram de proprietários e a família Thompson vendeu a Planal, S.A à família O’Brien da Irlanda, os actuais proprietários."


Fotos e texto retirado de quintadolago.com

Apesar de ter nascido no início da década de 80, como algarvio, este texto despretou em mim algo muito forte. Quase que me chegaram as lágrimas aos olhos quando o acabei de ler.
Ainda bem que há pessoas como o Jordan que conseguem concretizar os seus sonhos e de mais alguns...

quinta-feira, setembro 04, 2008

Lançamento da Revista VRSA - Nº 1

Clica para aumentarVRSA - Revista de Cultura, Património e Ambiente

8 Setembro, às 18h
Centro Cultural António Aleixo, em VRSA

"O Presidente do Município de Vila Real de Santo António convida V. Exa. para a apresentação da revista VRSA, número 1, Verão e Outono 2008, que terá lugar no Centro Cultural António Aleixo em Vila Real de Santo António, no próximo dia 8 de Setembro, pelas 18h00.
VRSA é uma revista sobre cultura, património e ambiente, pretendendo criar um suporte dinâmico e atractivo para uma divulgação ampla da dinâmica cultural e dos valores patrimoniais e paisagísticos, dirigido à população local e visitantes do município de Vila Real de Santo António.
Por outro lado, dará a conhecer novos dados sobre a investigação histórica e arqueológica, valorizando a riqueza e diversidade dos patrimónios (monumentos, sítios, saberes-fazeres, paisagens) e as especificidades do território, estimulando o usufruto dos valores culturais, ambientais e patrimoniais potenciando, numa perspectiva pedagógica, o envolvimento e a participação da comunidade local e visitantes."

Apareçam!


+ info
Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela
Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
Tel./Fax: 281 952 600

terça-feira, setembro 02, 2008

O urso que pula...

Clica para ele pularSabem para que servem os trampolins no Pólo Norte?

(...)

Para o urso pular...

Foto retirada do site www.ambienteemfoco.com.br

domingo, agosto 31, 2008

"CYBER-BUTEKIM" 11

Clica para aumentar Por Toni Stalker, 2005.

domingo, agosto 24, 2008

sábado, agosto 23, 2008

A linha não é TUA pois não?


Três acidentes em 2008, um dos quais (o de ontem) com vítimas mortais. A acrescentar ao de Fevereiro de 2007, que contava já, desculpem-me a expressão, com mortes no currículo, e que terá levado ao encerramento da linha, para “investigações” e “reparos”. Recorde-se que em 2006 esta já teria sido alvo de “reparações” no valor (nada simbólico) de dois milhões de euros. Note-se que o número de incidentes (e consequências), em apenas ano e meio supera os últimos cem anos (quando a linha não era perigosa?). 
Deve ser impressão minha, mas devem estar ansiosos para encerrar a coisa. Em nome da segurança, claro. E talvez, quem sabe, para esburacar uma auto-estrada na montanha (para assim “aproximar” o interior) ou, construir complexos turísticos para o seu desenvolvimento e fixar, sem rir, populações. Ainda há por aí uns miasmas sobre barragens e a importância da autonomia energética. Agora, as luminárias parecem desconfiar que há gato. Já imaginaram se a coisa fosse, sei lá, na linha de Sintra, como seria?


segunda-feira, agosto 18, 2008

"Gis For Web Developers", de Scott Davis

Gis For Web Developers
Scott Davis
Pragmatic Bookshelf (October 9, 2007)


É um livro que de uma forma acessível explica o funcionamento dos SiG' s com recurso a informação geográfica e aplicações distribuídas gratuitamente pela Internet. Ajuda a desmitificar e a compreender os SIG' e iniciando o leitor a desenvolver as suas próprias aplicações.

domingo, agosto 17, 2008

sábado, agosto 16, 2008

Vinho, o néctar dos... geógrafos!

O vinho é uma bebida substancialmente maravilhosa apropriada ao homem, na saúde e na doença, se o administrarmos na justa medida, segundo a constituição de cada um.
HIPÓCRATES (460-370 a.C.)


(Não, não estamos a considerar-nos seres omni-isto, omni-aquilo. Não.
Passamos a explicar.
)

Num copo de vinho está contida muita história, muita cultura (a forma como o Homem escreve na terra e é por ela escrito). E que melhor síntese há da união da geografia humana com a física que a história do vinho? Sim, ok, a história da alimentação... Pode ser.

Qualquer bom enólogo tem uma grande parte de geógrafo. E um bom geógrafo saberá um pouco sobre vinhos. Porque o vinho, por todo o sítio que passou, absorveu a biologia, o clima, a geologia, a orografia, a história, a política, a economia, a sociedade... que lhes deram origem. Tudo isso está, em maior ou menor medida, naquelas cores, aromas e sabores.

Quantos livros já se escreveram onde ele, discreto, estava presente?
E quantas publicações foram a ele exclusivamente dedicadas?
Há países e regiões que não têm vinho. Não produzem vinho. Condicionalismos naturais, sobretudo.
Não custa muito e é enriquecedor visitar a Wikipédia para lermos um pouco sobre esse líquido maravilhoso.

O sector vitivinícola move uma grande roda de outros ramos de actividade. E, bem o vimos aqui há uns tempos, pode demonstrar a sua força contra as leis que tentem enfraquecê-lo. Não passam de interesses, diga-se. Convém é analisar até que ponto sustentáveis, éticos e legítimos.
Por exemplo, já nos parece mais inquestionável a importância do uso de rolhas de cortiça nas garrafas de vinho. Qualquer conhecedor o dirá: porque lhe dá outra qualidade e características. E - mais importante - é toda uma economia da cortiça (malditos os monopólios!) que vai permitindo a resistência da espécie Quercus suber, árvore de fundamental papel ecológico que alguns preferem derrubar. Mais uma vez, em nome de quê?

Resumindo e nada concluindo, um bom geógrafo é aquele que prefere um bom vinho a uma boa cerveja...

sexta-feira, agosto 15, 2008

Correios e Organização do Território



E para hoje, os Correios. A começar por um bocadinho do passado das comunicações.
Sabiam que o correio público foi criado em 1520 (por D. Manuel I)? (Por cá, claro...)
Que a UPU, União Postal Universal foi criada em 1874, e que Portugal estava nos países fundadores?

Datam de 1882 os primeiros marcos de correio, que foram instalados na cidade de Lisboa.
Foi em 1958 que Portugal atingiu 1 milhão de telefones instalados. Em 69 a empresa é tornada pública.
Com a introdução do Código Postal, em 1978, já estamos a acercar-nos da vinda deste artigo ao Georden. Em 92 os CTT passaram a ocupar-se mais dos correios. Em 95 tem lugar a 1ª fase de privatização da PT. Em 98 o Código Postal passa a ter 7 dígitos...

E paramos por aqui.

Como já deixava entrever no artigo anterior, interessa-nos saber como é que, ao longo da sua história, e com a criação do Código Postal, os CTT estruturam o território. Ou seja, porquê atribuir aqueles dígitos àquela zona? Onde está o mapa dessa divisão por zonas postais? Os diversos mapas estão disponíveis, sim, e estão em diversos formatos: ArcView, Pdf e MapInfo e Geomedia. Basta escolher, aqui.

Para indicações mais pormenorizadas fomos consultar a lista dos Códigos Postais (de 2003), onde podemos ler o seguinte:
- o primeiro algarismo do código corresponde a uma das 9 regiões de Código Postal, a saber:

1 - Zona de Lisboa
2 - Estremadura e Vale do Tejo
3 - Beira Litoral
4 - Minho (Viana e Braga)
5 - Trás-os-Montes e Alto-Douro
6 - Beira Interior
7 - Alentejo
8 - Algarve
9 - Açores e Madeira

E os algarismos seguintes estão relacionados com as zonas em que cada uma dessas regiões se divide (",correspondendo na maioria dos casos à área de actuação de um Centro de Distribuição Postal"). Ou seja, a divisão do território (e a escala, questões basilares, de maior importância em Geografia), prende-se, neste caso, com questões de logística. Nada de espantar, pois se queremos ter um bom serviço, isso passa muitas vezes por uma boa localização.

"Cada
zona do Código Postal é composta por uma ou mais áreas de Código Postal, cada uma com uma DESIGNAÇÃO POSTAL, a qual, fora dos centros urbanos, corresponde, em geral, a freguesias."

É o caso de São Bartolomeu de Messines, (freguesia do concelho de Silves), cujo Código Postal é 8375.
De resto, estas áreas parecem coincidir com os concelhos.

"O segundo conjunto de 3 algarismos do Código Postal identifica pequenas parcelas do território dentro de cada área de Código Postal: ruas, partes de ruas, bairros, pequenas localidades ou agrupamentos de pequenos lugares."

Bem, e com isto já tão dividido, só analisando aturadamente e em pormenor poderíamos descortinar como é que o território foi organizado e traduzido em números...

Porque no geral, os CTT pegaram numa base já existente. E até aí chegamos. A partir daí, esqueçam.
Será que teríamos de ir às raízes históricas, politico-administrativas? Ou estas pouco poderiam dizer-nos?

Os serviços dos CTT já tinham obrigação de disponibilizar meios de consultarmos os três algarismos que faltam, através de um SIG. Sabemos que se trata de muita informação. Mas isso nunca foi problema. Pois não?

quinta-feira, agosto 14, 2008

Às voltas com as Páginas Amarelas



Quem não pegou já num daqueles pesados volumes que nos diziam para "irmos pelos nossos dedos"?
Quantos estudos não terão já recorrido às Páginas Amarelas? Até que ponto são credíveis, representativos e úteis? Quais as suas limitações?

Ultimamente (e cá em casa passa-se o mesmo) tenho reparado que as últimas edições em papel desse famoso livro não são nem do ano passado, nem do anterior. Será que está relacionado com a nova possibilidade electrónica?
As Páginas Amarelas disponibilizam (não mencionam há quanto tempo...) os seus serviços pela internet (entre outros meios). Lê-se na página da empresa:

"Com uma actualização diária, as Páginas Amarelas na Internet são a forma mais dinâmica de consultar contactos existentes na base de dados nacional. Este acesso à informação da Páginas Amarelas SA é, na verdade, um dos mais interessantes meios de promoção de informações comerciais, registando mais de 6 milhões de pesquisas mensais."

O site de pesquisa está aqui. O directório PAi consiste numa catalogação dos serviços por grandes sectores de actividade que se subdividem em campos mais específicos, até chegarmos ao que pretendemos. A parte da catalogação é sempre importante, quando há todo um mundo em bruto à nossa frente. (E como isto é válido para muita coisa, também alguns problemas poderão decorrer daí. Neste particular não vamos apontar dedos...)

Numa aturada busca sobre um determinado sector, que estive a fazer durante cerca de 2 horas, pude ficar com a ideia de que o serviço é muito útil. Para localizar as empresas, instituições ou outras entidades, entenda-se. O site recorre à plataforma TeleAtlas e chega bem para a finalidade proposta: localizar aquela loja, aquele instituto...

Aspecto negativo é a escassa informação por parte das entidades comerciais e de serviços, públicas ou privadas. O que nos faz perguntar se - sempre tendo em vista o alcance que pretendem atingir, ou seja a sua "área de influência" - não optarão por outros meios para se darem a conhecer.

E, já o sabíamos desde o começo, a melhor forma de conhecermos é sempre fazer uma visita ao estabelecimento em si.

quarta-feira, agosto 13, 2008

Portugalio


O site Portugalio oferece-nos uma ferramenta simples, ainda em fase de desenvolvimento, para encontrarmos localidades, ruas, freguesias, concelhos...
Depois a resposta escolhida aparece localizada no mapa, através da plataforma Virtual Earth.

Basta digitarmos o nome do que procuramos e escolher as hipóteses.
Foi um site que descobrimos a saltar na rede.
Consoante o que procuramos, as respostas dadas podem surpreender-nos.

Por exemplo, José Afonso, que há bem poucos dias (dia 2 de Agosto) teria completado os 79 anos, vai tendo alguma expressão espacial em praças, ruas, escolas, travessas...
Ver resultado desta pesquisa aqui.

O que quer dizer que, para os que não o revivem no dia-a-dia, alguém vai sendo obrigado a lembrar-se deste nome...

Portugalio, para conhecermos melhor Portugal.

domingo, agosto 10, 2008

segunda-feira, agosto 04, 2008

Festa brava nada sustentável...

Clica para aumentar Angra do Heroísmo, Rogério Madeira, 28.06.08.

Com o Verão chegam as touradas. Será esta festa, que muitos apelidam de "Brava", uma festa sustentável e/ou tolerável?

Foto do mês de Julho publicada apenas no dia 4 de Agosto de 2008. Peço desculpa a todos pelo atraso na sua publicação.

domingo, agosto 03, 2008

domingo, julho 27, 2008

sexta-feira, julho 25, 2008

CINCOS'08

Clica para entrarCongresso de Inovação na Construção Sustentável

23 a 25 de Outubro de 2008
Hotel das Termas da Curia, Curia, Portugal

"A Plataforma para a Construção Sustentável é hoje uma rede que congrega empresas, centros de I&D, autarquias e outros agentes comprometidos com este tema da sustentabilidade e em usá-lo como mote para a inovação. O seu interesse abrange toda a fileira do Habitat e tem como objectivo concentrar recursos para valorizar empresarial e socialmente o conhecimento sobre a sustentabilidade do ambiente construído.

De modo a concretizar este objectivo, entendeu esta Plataforma promover um evento internacional dirigido a empresas, centros de I&D, autarquias e demais agentes interessados em divulgar o que fazem nesta área e discutir o papel que a Construção Sustentável pode ter sobre a Inovação, particularmente, na fileira Habitat. Um fórum onde os diversos agentes de inovação se possam encontrar e gerar parcerias úteis.

Assim surge este Congresso de Inovação na Construção Sustentável (CINCOS’08) a realizar na Curia (Portugal), no Hotel das Termas da Curia, de 23 a 25 de Outubro de 2008 e para o qual desejamos convidá-lo a participar."

Prazos importantes
• Limite de envio de Resumos – até 23/07/2008;
• Notificação de aceitação dos resumos aos autores – até 30/07/2008;
• Envio das comunicações – até 15/09/2008;
• Notificação sobre a publicação das comunicações até 30/09/08
(Aos resumos e comunicações enviadas após a data definida não se garante a publicação das comunicações respectivas).
Os resumos e as comunicações podem ser em Inglês ou Português. Os resumos (modelo em attach) devem indicar o tema em que se inserem e devem ser enviados por correio electrónico para
centrohabitat@centrohabitat.net

+ info
centrohabitar.net

quinta-feira, julho 24, 2008

Andanças

Clicar para dançar13.º Festival Internacional de Danças Populares
04 a 10 de Agosto de 2008
Carvalhais, S. Pedro do Sul (Viseu)

Aqui está uma boa sugestão para quem ainda não sabe o que fazer nas suas férias. Para além da sua componente artística (música e dança popular), este festival promoverá, também, um modo de vida mais saudável e sustentável, o denominado Eco-Andanças.
"Nasceu da tentativa de diminuir o impacto ambiental do Festival, mas na verdade excede-a em muito ao sugerir modos de estar que podem ser adoptados no dia-a-dia dos participantes", entre os quais se transcrevem:

:: Almoço solar
Este ano teremos oficinas de culinária... solar! Como se pretende que estas oficinas sejam saboreadas, a participação estará sujeita a inscrição e limitada a 12 pessoas.

::Redução e reutilização
A extraordinária adesão dos participantes à caneca-Andanças converteu-a num item hoje essencial no Festival, animando-nos a promover um “descartável-zero” em 2008. O único plástico a entrar no recinto será o das garrafas de água que os participantes decidam levar por sua conta: pedimo-vos que reutilizem a vossa garrafa utilizando os pontos de água que este ano multiplicámos e tornámos mais acessíveis.
Quanto à cantina, mantêm-se os descontos para quem levar os seus próprios pratos e talheres, os quais podem ser lavados no lava-louças comunitário e gratuitamente guardados no Pratário entre refeições.
Agradecemos a vossa colaboração na utilização dos ecopontos e na redução dos consumos de água e energia. Os objectivos da utilização de recursos renováveis e de eficiência energética são prioridades num esforço onde é tão indispensável pensar novas estratégias de gestão do Festival, como em novas atitudes individuais.
Os resíduos orgânicos da Cantina são utilizados para compostagem: parte dos legumes consumidos na Cantina provêm de agricultura biológica que utilizou composto produzido a partir de resíduos da edição Andanças 2007.


:: Iniciativas de demonstração da utilização de energias limpas
Este ano duas das viaturas utilizadas pelos voluntários da organização serão carros eléctricos.

:: Eco-conversas
Acontecem depois de almoço e são dedicadas às questões energéticas.

:: TShirts justas
Sabemos que alguns participantes gostam de levar para casa o logotipo Andanças como lembrança de um festival bem passado, pelo que tem sido hábito ter no Festival t-shirts à venda. Como não nos agrada contribuir para um consumismo puro e duro, este ano teremos à venda apenas t-shirts Comércio Justo. E vamos ainda mais longe: convidamos esses participantes a levar para o Andanças uma t-shirt que já possuam, sobre a qual colocarão, com a nossa ajuda, o logotipo da edição deste ano!

Retirado originalmente do site PédeXumbo

quarta-feira, julho 23, 2008

Vota no Georden no Super Blog Awards


Informamos que já podem votar no vosso blog favorito, para a atribuição dos prémios do Super Blog Awards. Para votarem têm de estar registados e logados no site da
Super Bock.
O Georden está inscrito na categoria "Educação/Ambiente", por isso não deixem de votar!

Corporate Connection

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Designed by Zohar Manor-Abel, 2003.

terça-feira, julho 22, 2008

CONVITE - Nô Djunta Mon

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"O ISU - Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária convida a aparecer n'OS ARTISTAS, na próxima quinta-feira (24 de Julho), para uma noite ao som da ZonaReGGae LIVE! Selections (Roots, Dub, Revival) apartir das 23:30H.

Esta é uma festa Nô Djunta Mon, projecto que irá decorrer em São Tomé e Príncipe em Agosto e Setembro. A equipa será constituída por 3 voluntários que irão dinamizar actividades nas áreas da formação de animadores locais, mulheres e jovens, animação infantil e educação comunitária, na Roça Água Izé e Bairro do Riboque na Ilha de São Tomé."

A entrada é livre e por uma boa causa!

"O ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária é uma ONGD (Organização Não Governamental para o Desenvolvimento), fundada em 1989, que tem como base de intervenção, o Voluntariado, a Cooperação e a Educação para o Desenvolvimento e a Exclusão Social.

O núcleo de Faro desta ONGD, a funcionar na Universidade do Algarve desde 2004, no âmbito das actividades do Gabinete para a Cooperação, encontra-se a formar e preparar uma equipa de voluntários para a dinamização do projecto de voluntariado para a cooperação NO DJUNTA MON (Nós Juntamos as Mãos em crioulo) a realizar-se pelo 3º ano consecutivo em São Tomé e Príncipe. O objectivo deste projecto é promover o voluntariado como forma de cidadania activa, e permitir o desenvolvimento das comunidades locais beneficiárias do projecto."


+ info
www.isu.pt

segunda-feira, julho 21, 2008

2º Concurso de fotografia "Patrimónios de Cacela"

Clica para aumentarTema: Saberes-fazeres do mar, barrocal e serra.

"A partir de Agosto e até Setembro estará aberto o 2º Concurso de fotografia "Patrimónios de Cacela", promovido pelo Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela / Câmara Municipal de Vila Real de Santo António. O concurso tem como objectivo a divulgação e valorização do património cultural e natural da freguesia de Vila Nova de Cacela, estimulando diferentes olhares em relação aos patrimónios da zona. Este ano propõe-se como tema os saberes-fazeres relacionados com o mar, o barrocal e a serra.
Os trabalhos deverão ser entregues em mão ou remetidos por correio para o Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela, localizado na antiga escola primária em Santa Rita, freguesia de Vila Nova de Cacela. O regulamento pode ser consultado em cm-vrsa.pt ou em http://www.ciip-cacela.blogspot.com/. Informações adicionais poderão ser solicitadas ao Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela pelo telefone 281952600 ou através do e-mail: ciipcacela@gmail.com."

Organização
Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela Velha

Participe e divulgue!
Enviado via e-mail
Centro de Investigação e Informação do Património de Cacela
Câmara Municipal de Vila Real de Santo António
Tel./Fax: 281 952 600

domingo, julho 20, 2008

"CYBER-BUTEKIM" 5

Clica para aumentarPor Toni Stalker, 2005.

sábado, julho 19, 2008

sexta-feira, julho 18, 2008

DESIGNFORFUTURE08 - Artesanato Pop

Clica para aumentar 24 Julho - 19 Agosto
Galeria da Restauração (Largo da Restauração)
Museu da Cidade de Olhão
3ª a 6ª feira, 10h-12h30 e 14h00-17h30; Sáb. 10h00-13h00

ENTRADA LIVRE
designforfuture.org


Inauguração 24 de Julho, 5ª feira, 18h00!


"A cultura tradicional é o resultado de uma identidade local e de uma experiência social únicas. A cultura contemporânea toma a forma de produto da vida urbana, da reflexão global, e de uma economia em constante mutação e quase irracional.
O popular e o artesanal sofrem as conotações de um passado obsoleto, de objectos com normas estáticas e imutáveis.
Mas tradição é muito mais do que uma colecção de artefactos ou rituais objectificados, pelo contrário, o tradicional comporta mecanismos singulares de transformação, invenção e até de renovação. Compete às disciplinas da inovação, como a arte e o design, catalisar este potencial e desenhar os modos para devolver o "popular" à tradição.
Um futuro promissor depende muito de como a tradição resolverá a sua complexa interacção com a modernidade. Ou, melhor, como a contemporaneidade apreenderá a cultura tradicional como o seu mais eficiente mecanismo de inovação."

quinta-feira, julho 17, 2008

Gestão Costeira Integrada

Clica para ler Revista de Gestão Costeira Integrada para Países de Língua Portuguesa
Ano 7, N.º 8, Fascículo 1, 2008.

Informo que já se encontra publicado o 1º fascículo do número 8 da Revista de Gestão Costeira Integrada. Um excelente e-journal para a comunidade científica, e não só, interessada em estudar e aprofundar o seu conhecimento sobre as zonas costeiras.


"Esta revista pretende abranger os países que têm como língua oficial o português (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, S. Tomé e Príncipe e Timor Leste) que, no conjunto têm mais de 210 milhões de habitantes.

A Revista de Gestão Costeira Integrada pretende incentivar ampla troca de experiências desenvolvidas nos vários países, bem como desenvolver o intercâmbio entre os diversificados actores interessados na gestão costeira, a todos os níveis. Assim, as páginas da revista estão abertas a todas as áreas técnicas e científicas, da Oceanografia à Economia, da Geologia à História, da Biologia ao Direito, da Engenharia à Sociologia.


A revista, na globalidade, pode ser descarregada
aqui, onde se pode efectuar o download, artigo por artigo.
No caso de pretender submeter um artigo clica aqui."

Via e-mail, Alexandra Sena - CCDR Algarve

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quarta-feira, julho 16, 2008

CLIMA 2008

Clica para entrarI Congresso Nacional sobre Alterações Climáticas
29 e 30 de Setembro de 2008
Universidade de Aveiro
Com o Alto Patrocínio de Sua Excelência, o Sr. Presidente da República

Este evento pretende constituir-se como um fórum de reflexão sobre esta temática e afirmar-se como um evento de referência, passando a realizar-se em cada 2 anos.

Objectivos
- Abordar o estado do conhecimento sobre as causas, implicações e soluções de mitigação das alterações climáticas;
- Divulgar e debater as principais orientações estratégicas e políticas em termos europeus e nacionais;
- Divulgar e incentivar as boas práticas de combate e mitigação dos impactes das alterações climáticas, promovendo a divulgação dos trabalhos desenvolvidos pelos investigadores e empresas portuguesas;
- Constituir um espaço de reflexão sobre o papel da Engenharia do Ambiente na procura de soluções que permitam combater e mitigar os impactes das alterações climáticas;
- Promover uma reflexão conjunta entre os principais stakeholders nesta matéria, incluindo decisores políticos, investigadores, empresas e representantes da sociedade civil.

Temas
- Políticas e estratégias europeias de combate às alterações climáticas;
- Mitigação dos impactes das alterações climáticas;
- Estratégias em Portugal de combate às alterações climáticas;
- Os sectores da Energia, Transportes, Resíduos e Florestas e as alterações climáticas;
- Papel dos diversos stakeholders: agências de energia e autarquias locais, empresas e sociedade civil.


Descontos nas inscrições até 31 de Julho de 2008.

Este é um evento
Carbono Zero.

Organização
APEA - Associação Portuguesa de Engenharia do Ambiente


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clima2008.info