domingo, junho 01, 2008
sábado, maio 31, 2008
Recomendações da CP para o nosso conforto...
Isto quererá dizer que ainda existem zonas de Fumadores nos comboios da CP?
2. “Por cima do seu lugar, dispõe de uma luz individual de leitura, comandada por um botão.”
Uma luz individual, de leitura e comandada por um botão é uma luz muito específica para mim. Se quiser desenhar, posso ligá-la?
3. “Para o seu vestuário existe um cabide na parte fixa do cortinado.”
Estarei num “salão” naturista?
4. “Estão à sua disposição 2 W.C. localizados numa das extremidades deste salão. A sua ocupação é sinalizada num indicador luminoso, cor de laranja, situado por cima da porta de acesso ao salão do lado do W.C.”
Onde estão localizados? Onde? Onde? Se fosse cego não veria nada e nem conseguiria ler esta informação toda. Acabava por me cagar todo...
5. “À entrada do salão existem compartimentos de bagagem para malas volumosas. Como medida de precaução não deve colocar aí objectos de valor.”
E o que fazemos às malas volumosas de valor?
6. “As portas do salão abrem-se, sem esforço, com uma simples pressão no manípulo. Fecham-se automaticamente.”
Salão? Pensei que se chamasse carruagem...
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cp.pt
Durante a minha viagem, cheguei a pensar: Será que isto foi traduzido do alemão? Algumas das recomendações parecem...
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Rogeriomad
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sábado, maio 31, 2008
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sexta-feira, maio 30, 2008
Eu como Bacalhau da Noruega...
(Sim, fui eu que tirei as fotos. Nunca ouviram falar em temporizador automático?)
Bosque da Noruega
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Rogeriomad
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sexta-feira, maio 30, 2008
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quinta-feira, maio 29, 2008
Para o geógrafo viajante...
Foto retirada do artigo "InterCidades" do blog Inovação & Inclusão.Sou azarado...
...e pior de tudo foi viajar com passageiros que são muito sensíveis à luz do Sol...
...sou mesmo azarado!
Percorri 600 km num túnel.
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Rogeriomad
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quinta-feira, maio 29, 2008
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Reciclagens: Flâneur, Geógrafos, Transportes/Mobilidade, Viagens
quarta-feira, maio 28, 2008
Festimad Sur com o tema "Biodiversidade Musical"
"Bajo el lema "Biodiversidad Musical", Festimad Sur amplia sus horizontes musicales con la inclusión como cabezas de cartel de Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra el viernes, día 6 de junio, y de Linkin Park, en su única actuación en España, el sábado 7.A las 16:00 horas del Viernes se abrirán puertas con las actuaciones de los grupos seleccionados por el certamen más veterano de los festivales españoles, Festimad Sur Music. Vita Imana, The Rejects, Rokcinante, Nu Eve, Gizmo, Fetus In Feto y Day Of Rising son las bandas a descubrir por los espectadores con mentalidad más exploradora.
Tras ellos, tres formas diversas de afrontar el compromiso entre música y palabra: Kumar desde Cuba, Bigg desde Marruecos y, desde Madrid/Guinea, El Chojín.
El sábado, desde las 17:30 h. Nunnery calentarán al público, seguidos por los galeses The Blackouts y Lostprophets hasta que, sobre las 20:00 h., comience la esperara presentación en excusiva de Linkin Park, tras más de 4 años de ausencia de los escenarios españoles.
No faltarán a la cita las actividades de participación habituales en Festimad Sur: Fotomad, los espacios de muestra de sensibilización social, cultural y ambiental y Graffiti Sur que, tras batir el Record Guiness durante la pasada edición, en ésta se atreve con una recreación actualizada de las Pinturas Negras de Goya a cargo, entre otros, de Beto, Moze, Kool y Mata. "
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Rogeriomad
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quarta-feira, maio 28, 2008
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domingo, maio 25, 2008
"Êxodo nacional"
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Rogeriomad
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domingo, maio 25, 2008
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sábado, maio 24, 2008
2º Seminário "Eficiência Energética"
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Energia, a Biblioteca Municipal Álvaro de Campos, em Tavira, recebe, no próximo dia 29, Quinta-feira, o 2º seminário “Eficiência energética”.Uma iniciativa da Divisão do Ambiente e Energia da CM Tavira que visa dar-nos a conhecer uma utilização mais eficiente da energia através da aposta nas fontes de energia renováveis como uma solução para combater o problema das alterações climáticas.
Gab. Comunicação e Imagem
Praça da República
8800-951 Tavira
Telef.: 281 320 532
Fax: 281 324 752
E-mail: comunicacao@cm-tavira.pt
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Rogeriomad
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sábado, maio 24, 2008
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sexta-feira, maio 23, 2008
O carro fotógrafo da Google
A Google está a percorrer as ruas de Madrid, Barcelona, Valência e Sevilha com estes automóveis, que se encarregam de fotografar todas as suas ruas, passo a passo, com o objectivo de estender o serviço de Street View nestas 4 cidades espanholas no Google Maps e Google Earth.O Street View já existe em cerca de trinta cidades americanas e algumas europeias e oferece uma visão panorâmica (360º) das ruas como se estivéssemos a conduzir.
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Rogeriomad
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sexta-feira, maio 23, 2008
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Assim é que era...
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Vidal
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sexta-feira, maio 23, 2008
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terça-feira, maio 20, 2008
Tecnologia RSS do Georden
De forma geral, todos os blogs disponibilizam um link que dá para ser lido em qualquer leitor de RSS. O do Georden é:
Se o conteúdo do Georden é do vosso interesse, propomos três coisas:
- Adicionem este link nos feeds favoritos do vosso explorador de internet;
- Adicionem este link no vosso leitor de RSS preferido. Dois deles podem ser o Google Reader e o Bloglines. Explorem-nos!;
- Para quem tem conta no Gmail, adicionem este link nos clipes do vosso e-mail (Configurações » Clipes da Web » Introduzir link » Pesquisar » Adicionar).
São só umas dicas para sustentar entre amigos.
Abraço.
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Rogeriomad
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terça-feira, maio 20, 2008
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segunda-feira, maio 19, 2008
A nossa agenda...
Olá a todos.
A partir de hoje o Georden disponiliza o seu calendário de eventos e efemérides no final da sua página (façam scroll para ver). Com isto, a secção "Efemérides" desapareceu da barra lateral dando lugar à "Agenda" que nos mostra os eventos mais próximos da data actual.
"Sustentem o Sustentável de forma programada..."
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Rogeriomad
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segunda-feira, maio 19, 2008
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domingo, maio 18, 2008
sexta-feira, maio 16, 2008
"Andanças com Heródoto", de Ryszard Kapuscinski
Andanças com HeródotoRyszard Kapuscinski
Edição: Campo das Letras, 2007
Tradução: W. J. Szymaniak; Isabel Ponce de Leão
Imaginem a Polónia do pós (2ªgrande) guerra. Imaginem um país destroçado, uma Universidade em escombros, sem livros. Imaginem as aulas de História Antiga,
Agora imaginem um jovem licenciado em História, imberbe jornalista. Imaginem um Heródoto censurado (ou esquecido?), e esse jornalista a Leste, literalmente, de tudo.
Imaginem que esse jornalista queria ser correspondente, passar a fronteira.
Agora imaginem que, antes da sua primeira viagem ao exterior, em plena guerra-fria, a sua redactora-chefe lhe oferece um livro: Histórias de Heródoto. Essa obra nunca mais deixou Ryszard Kapuscinski até à sua morte, em 2007.
Andanças com Heródoto, principia com a sua primeira (de muitas viagens e obras que publica - sendo considerado em 1999 o melhor jornalista polaco do séc. XX) à Índia, ainda na década de 1950. Inexperiente e com um Inglês macarrónico, sente-se perdido num mundo desconhecido. Começa então, como Heródoto, a observar o melhor que pode:
A Índia é tão grande! Como descrever então aquilo que, na minha percepção, não tinha limites?(…)
Não sei se Heródoto tinha chegado á índia(…)De qualquer forma conheceu lugares muito distantes da Grécia e descreveu vinte províncias chamadas Satrápias da Pérsia, o Império mais poderoso da altura(…).
A viagem continuou por outros lugares e é interminável.
Adenda: Heródoto – apelidam-no de pai da Geografia e da História. Não sei se o terá sido. Foi certamente um dos primeiros verdadeiros historiadores e geógrafos sistemáticos; observador incansável e intrépido contador de estórias. Nasceu em Halicarnasso e viveu entre 485(?) a
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Vidal
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sexta-feira, maio 16, 2008
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quinta-feira, maio 15, 2008
Festival Mundial da TERRA 2008
"De 5 a 8 de Junho irá decorrer em Sever do Vouga a primeira edição portuguesa do Festival Mundial da Terra, levando assim Portugal a participar numa aliança internacional composta por mais de trinta países que lutam pela preservação do nosso Planeta e pelo respeito dos Direitos Humanos. O Festival Mundial da Terra, iniciado em 2004, é uma iniciativa da Associação francesa Terre Alliance, sediada em Paris, e, decorridos três anos, este evento vai poder realizar-se em mais de 45 cidades, espalhadas pelo mundo.Privilegiando os temas: ambiente, desenvolvimento sustentável, solidariedade e paz no mundo, o Festival pretende possibilitar uma interacção forte e decisiva entre os diversos grupos (associações, ONGs, empresas, cidadãos, escolas, poderes locais) que, em diversos pontos do planeta, combatem por uma defesa eficaz do meio ambiente, e por um desenvolvimento económico sustentável. O objectivo é sensibilizar as opiniões nacionais e internacionais, incitando-as a acções concertadas para se criar sinergias e encontrar soluções inovadoras."
Ver toda a press release
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Rogeriomad
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quinta-feira, maio 15, 2008
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quarta-feira, maio 14, 2008
Por falar em oceanos...
O imenso espaço marítimoO mar ocupa 71% da superfície do planeta.
O mar tem-se regido há muito pelo princípio da "liberdade de nevegação". Este princípio foi formulado pela primeira vez em 1609 pelo holandês Grotius: "os Estados devem controlar apenas as baías, estreitos ou zonas costeiras ao alcance da vista ou do canhão".

Para um direito do mar.
Depois da 2ª Guerra Mundial, o princípio da liberdade de navegação foi posto em causa pelo efeito do desenvolvimento da pesca industrial, e pela apropriação, por parte de certos Estados, de zonas de pesca, bem com as explorações de hidrocarbonetos em regime offshore, que representam mais ou menos de 22% das reservas totais estimadas.
Este contexto contribuiu para a formulação do direito sobre o mar. A Convenção sobre o Direito do Mar foi assinada em 1982 em Montego Bay, e ela permite aos Estados exercer a sua soberania sobre os mares e oceanos.

As delimitações marítimas
Assim sendo, temos os limites das águas marcados pelas marés mais baixas, que servem de linha de base para as delimitações marítimas. Aquém dessa linha de base temos as águas interiores, onde se incluem portos, enseadas, estuários, algumas ilhas costeiras.
A soberania é total, idêntica à praticada em terra. Para além desse limite, temos as águas territoriais, com uma margem de 12 milhas náuticas, um pouco mais que 22 km (uma milha náutica equivale a 1852 metros). Nas águas territoriais, os Estados exercem uma soberania completa, compreendendo os fundos marinhos e submarinos. Mas têm de deixar navegar os navios de outros Estados sem autorização prévia, e apenas os navios com propulsão nuclear e os submarinos devem navegar à superfície e levar o padrão nacional.
A zona contígua estende-se por mais 12 milhas, perfazendo um total de 24 milhas desde a linha de base. Nesta zona, o Estado pode reprimir qualquer infracção à sua jurisdição, nos domínios fiscais, aduaneiros, sanitários ou de imigração...
Só depois vem a Zona Económica Exclusiva, a ZEE, que se estende por 200 milhas marítimas desde a linha de base.

A ZEE da França
Graças às suas ex-colónias e territórios d'além-mar, a França possui uma das maiores ZEE do mundo: 11 milhões de km2, menos que os Estados Unidos mais claramente mais que a Austrália.
Nas suas ZEEs, os Estados não são soberanos, mas podem explorar, extrair, proteger todos os recursos que aí acharem, bem com nas águas, nos fundos marinhos e submarinos: peixes, vegetais e, claro, petróleo e gás. A liberdade de navegação está garantida para todos os navios, incluindo navios de guerra, e todo o Estado estrangeiro pode fazer passar oleodutos ou cabos submersos.

O domínio do alto-mar
Para lá dessa ZEE começa o domínio do alto-mar, e é a Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos, sedeada em Kingston, na Jamaica, que gere os fundos marinhos como Património Comum da Humanidade.

Existem muitos conflitos que giram em torno da delimitação das zonas de soberania marítima. É o que se passa no Golfo da Guiné, devido à sua riqueza em hidrocarbonetos. Nomeadamente o caso em torno do arquipélago de São Tomé e Príncipe.
Sendo a distância entre o arquipélago e os Estados costeiros do Golfo inferior a 400 milhas náuticas, as zonas sobrepõem-se.
Sao Tomé tem pois de negociar a delimitação da sua fronteira marítima, segundo o princípio da equidistância, com o Gabão e a Guiné Equatorial.

A delimitação de uma zona comum
Juntamente com a Nigéria, São Tomé decidiu em 2001 fixar uma zona comum de exploração dos recursos petrolíferos e pesqueiros. A questão é que a Nigéria negociou em posição vantajosa, ficando com 60% dos ganhos, não recebendo São Tomé, portanto, mais que 40% do produto da zona explorada.

A delimitação de fronteiras marítimas da Guiné Equatorial
A Guiné Equatorial possui um território localizado entre os Camarões e o Gabão. Mas administra também a ilha Bioko, onde fica a capital, e a minúscula ilha de Annobon. Tal configuração confere a este pequeno país um espaço marítimo gigantesco.
Para delimitar a sua ZEE, o Gabão assinou vários acordos com São Tomé e Príncipe em 1999, e depois com a Nigéria, mas o estabelecimento definitivo das suas fronteiras prossegue.

O conflito na baía de Corisco
São Tomé e a ilha guineana de Annobon impedem o Gabão de aceder ao alto-mar, e amputam a ZEE a que Libreville aspira. Além disso, os dois Estados travam um disputa pela ilha de Mbanié. Em Maio de 1999, a Guiné fixou unilateralmente a sua ZEE integrando esta ilha no seu espaço marítimo. Ora, também o Gabão a integrou no seu mar territorial, pois a ilha encontra-se perto da costa gabonesa. Em causa, o potencial em petróleo. Uma intervenção da ONU levou os dois Estados a encetar negociações para alcançar um acordo. Mas em pleno 2008 continua sem fim à vista.

As ilhas Spratlys
No Mar da China meridional situa-se um arquipélago constituído por 180 ilhéus, recifes, baixios, dos quais apenas 36 ficam submergidos na maré alta: são as ilhas Spratly. Estes ilhéus desabitados são reivindicados por 6 Estados da região: a Malásia, Brunei, as Filipinas, o Vietname, Taiwan e a China, porque essas águas escondem jazidas petrolíferas, cujas reservas estão por confirmar.
A Malásia, Brunei e as Filipinas apenas pretendem a parte das Spratly situada no prolongamento da sua ZEE. O Vietname reivindica quase todo o Mar da China meridional, pois Hanoi crê que herdou as ilhas Spratly, devido a direitos exercidos pelo imperador de Annam. Depois, também a França colonial as reivindica, tal com a China e Taiwan, que consideram que as ilhas Spratly e as Paracel são conhecidas pelos Chineses desde o século II, integrando-as portanto no seu espaço marítimo.
Estas posturas diplomáticas idênticas conduziram à tomada de posição pela posse de diversos ilhéus por Pequim e Hanoi, e até a confrontos militares entre os dois Estados, em 1988, perto do recife Johnson.

Perto de uma coperação regional?
Se nos reportarmos ao Direito ao Mar, constatamos que a zona das 200 milhas que a China poderia reivindicar não integra senão as ilhas Paracel. As Spratly ficam para lá desse limite. Em segundo lugar, a quase totalidade do arquipélago encontra-se sobre um jurisdição de alto-mar (a escuro no mapa), e não devia, portanto, ser integrada na ZEE dos Estados costeiros.
Como todos os Estados com costa no Mar da China são membros da ASEAN, à exepção da China e de Taiwan, a organização regional encetou diálogos institucionais com Pequim. Os quais culminaram na adopção, em 2002, de um código de conduta dos Estados implicados no Mar da China meridional. Em 2003, uma declaração interditava qualquer nova construção nas Spratly.
Novas tensões É desta forma, e girando em torno das questões da geopolítica internacional, que versa o interessantíssimo e famoso magazine "Le Dessous des Cartes", que é exibido, entre outros (ver na secção Geo Tv, na barra lateral), no canal Arte. "As fronteiras dos oceanos" foi o tema da emissão de 3 de Maio de 2008.
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Edward Soja
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quarta-feira, maio 14, 2008
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Reciclagens: Economia, Hidrologia, Mapoteca, Média
terça-feira, maio 13, 2008
Governação Sustentável dos Oceanos
Esta iniciativa conjunta visa estimular a investigação, a inovação, a educação e a sensibilização pública para a temática dos Oceanos, tendo em vista o contributo dos mesmos para um desenvolvimento económico e social mais equilibrado, a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e a preservação e recuperação dos ecossistemas marinhos nacionais."
Difundido via e-mail.
O prazo de envio ou a submissão electrónica das candidaturas:
11 de Abril a 2 de Junho de 2008
+ info
Programa Gulbenkian Ambiente
Av. de Berna, nº 45-A
1067-001 LISBOA
T. 21 782 32 37
E-mail: pgambiente@gulbenkian.pt
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Rogeriomad
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terça-feira, maio 13, 2008
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Eventos, Hidrologia
segunda-feira, maio 12, 2008
Sempre a subir...
Convém referir que durante todo o percurso tivemos o apoio e acompanhamento de elementos da organização, dos Bombeiros Voluntários de Guimarães, da Polícia de Segurança Pública e dos Escuteiros Católicos Portugueses.
No regresso viemos de teleférico, uma excelente viagem panorâmica que nos permitiu contemplar a monumental paisagem urbana e natural e observar o crescimento e desenvolvimento da cidade de Guimarães.
Por fim, terminámos a caminhada num belo tasco da cidade.
Mais sobre o trilho clica aqui (aqui não, ali).
Rogeriomad
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GEORDEN
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segunda-feira, maio 12, 2008
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Escapadinhas, Eventos, Minho, Transportes/Mobilidade, Turismo/Lazer
domingo, maio 11, 2008
"Homo-Aquarius"
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Rogeriomad
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domingo, maio 11, 2008
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Reciclagens: BD/Cartoon, Média
sábado, maio 10, 2008
Mete o Património no bolso...
Com esta pequena aplicação tecnológica podemos fazer uma visita áudio guiada ao Centro Histórico de Guimarães. E desta forma podemos fazer o trajecto, como, onde e com quem quisermos.
Para andares com o património no teu bolso, clica aqui.
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Rogeriomad
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sábado, maio 10, 2008
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Reciclagens: Cidades, História, Minho, NTI, Transportes/Mobilidade, Turismo/Lazer
sexta-feira, maio 09, 2008
Aventura-te no PR3 "Rota da Penha"
A Zona de Turismo de Guimarães apresentará no próximo dia 11 de Maio (Domingo) o novo Percurso Pedestre com o objectivo de dinamizar o turismo cultural, de natureza e de aventura, ao mesmo tempo, que promove o pedestrianismo no concelho de Guimarães. Este novo percurso será apelidado de PR 3 “Rota da Penha” e virá complementar os percursos já implementados, o PR 1 “S. Torcato” e PR 2 “Rota da Citânia”.Esta iniciativa surge na sequência do Plano Estratégico Nacional de Turismo (PENT) e das Orientações Estratégicas para o Desenvolvimento do Turismo no Norte de Portugal - Agenda Regional do Turismo, que apontam o Turismo de Natureza e de Aventura como um Produto Turístico Prioritário para o Norte de Portugal, em especial, para o Minho.
O PR3 “Rota da Penha” é qualificado como um percurso “Histórico-cultural, ambiental e paisagístico” e atinge uma distância de 8,5 km e uma duração de cerca de 3 horas. Está classificado como um percurso de nível de dificuldade baixo, onde há um desnível dos 210 m até aos 613 m.
O promotor é a Câmara Municipal de Guimarães em colaboração com a Irmandade da Penha e Turipenha. A implantação do percurso está a cargo da Ecoturismo, Montanha Viva. Está registado e homologado pela Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal.

O programa de apresentação será o seguinte:
9H30 – Concentração junto à Igreja de N. Sra. Da Consolação e Santos Passos (Campo da Feira)
10H30 – Pausa para café
11H00 – Visita guiada a uma parte do Percurso, com partida junto ao Monumento de homenagem a Gago Coutinho e Sacadura Cabral (Penedo da Águia)
A caminhada estará aberta a todos os que queiram participar.
Recorde-se que a inauguração do percurso está inserida no programa do “1º Circuito Nacional de Atletismo de Montanha – 1ª Corrida Montanha da Penha”, integrada na “5ª Taça de Portugal de Corrida de Montanha”.
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Rogeriomad
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sexta-feira, maio 09, 2008
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quinta-feira, maio 08, 2008
Aconteceu no Vila Flor
Arquitectura em Lugares ComunsIdeias e projectos para o Vale do Ave
Um dos eventos que perdi (com muita pena) e que só hoje tomei conhecimento (daí, ter perdido). Este evento, composto por um concurso e um seminário de arquitectura, teve o objectivo de "premiar e debater soluções arquitectónicas inovadoras para áreas urbanas que não se inserem nas definições tradicionais de cidade." Da organização deste evento, resultou a edição de um livro que contém os 13 projectos apresentados no concurso que antecedeu o seminário. Podem encomendá-lo aqui.
Uma vez que não estive presente, deixo-vos apenas este breve texto que noticiou o evento:
Discutia-se como é que a arquitectura pode ser útil e com que instrumentos pode operar nos territórios urbanos que, pelas suas características, contém muitas problemáticas diferentes dos tecidos urbanos ou rurais de formação tradicional. Foram apresentadas obras, teorias, projectos, ideias, propostas, alternativas, fotografias, textos, ilustrações, animações, etc. Foram dois dias de debate intenso e animado do qual, os resultados mais operativos, serão visíveis ou invisíveis conforme o tempo e a memória.
Uma ideia foi conclusiva: os arquitectos vão continuar a projectar e a transformar, com optimismo, para que se consiga uma transformação positiva. Como? Nada como projectar para saber a resposta."
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Rogeriomad
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quinta-feira, maio 08, 2008
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Reciclagens: Arquitetura, Biblioteca, Cidades, Eventos, Minho, Universidade, Urbanismo
terça-feira, maio 06, 2008
Geografia criminal
O Wikicrimes segue as mesmas linhas de orientação da enciclopédia Wikipedia, ou seja, tem como princípios a participação individual dos visualizadores que "pode gerar uma sabedoria das massas". O mapeamento criminal é feito de forma colaborativa "e todos terão o benefício de ter acesso às informações de crimes no mapa".
Recordo que Portugal ainda não regista nenhum crime. Somos tão pacíficos. Nem mesmo o suposto rapto de Maddie está registado. Estranho!
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Rogeriomad
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terça-feira, maio 06, 2008
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domingo, maio 04, 2008
"Uma estranha ilusão de segurança"
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Rogeriomad
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domingo, maio 04, 2008
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Reciclagens: BD/Cartoon, Transportes/Mobilidade
sexta-feira, maio 02, 2008
Estes estranhos nomes... (V - Conclusão)
Qual o construtor civil que se sente tentado a empreender a construção de novos fogos em lugares chamados São Paio da Farinha Podre (Penacova), Casal do Esborrachado (Almeirim), Triste Feia (Leiria), Parola (Mafra) ou Farta-Vacas (Lagos)? Não faz sentido estar a empatar capital e mais tarde ter de comprar meia página no Expresso a dizer: “Urbanização Triste Feia - um espaço Alegre-e-Bonito para a sua habitação”. Não seduz.
Para mais, a língua portuguesa é tão bonita que não seria difícil arranjar variantes. Entre os nomes que já estão apanhados, há Água Alta (uma em Figueiró dos Vinhos, outra na Covilhã), Casas Próximas (umas no Funchal, outras no Machico), Chão de Meninos (em Sintra), Alto do Fogo (Lousada), Águas Partidas (Marvão), Amor (Leiria). No capítulo da ciência, há nomes que fazem sorrir. Mesmo assim, para quem mora neles, devem ser muito maçadores. Há em Chaves um Raio-X e, como se isso não bastasse, um Entroncamento do Raio-X. Em Alcobaça, em contrapartida, há uma (mais portuguesa) Engenhoca. A “Bê-dê” continua com Telégrafo (em Tomar) e Arquitecto (em Mafra). Em Grândola, há uma Aldeia do Futuro. Em que outro país europeu é possível sair um dia de automóvel e fazer o trajecto Raio-X - Entroncamento do Raio-X - Engenhoca - Telégrafo - Arquitecto - Aldeia do Futuro??!!
Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois de ter parado para fazer um chi-chi em Alçáperna (Lousã).
(Bogadouro é o Mogadouro quando se está constipado.)
E basta!
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Edward Soja
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sexta-feira, maio 02, 2008
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Reciclagens: Antropologia, Estratos, Regiões
quinta-feira, maio 01, 2008
Maio maduro maio?
Vidal, Braga (01.05.08)A tradição dos maios (aquelas flores que se observam na imagem) perde-se na imensidão do tempo. Terá começado numa celebração primaveril pagã, representando hoje (também de forma pagã mas num contexto cristão – Deus e o demónio), pelo menos em Barcelos e Braga, uma forma de não permitir ou de afastar, se quisermos, o diabo das casas e das (suas) vidas. Por isso fixam-se os maios em portas e janelas.
Entretanto também é o Maio do trabalhador. Dia primeiro. Para comemorar, os combustíveis subiram pela 14ª vez, apenas este ano; a especulação financeira provoca aumentos nos cereais e café, para melhor garrotear os “não capazes” segundo a sua ordem internacional. Plantam-se cereais (mas não no nosso quintal comum - UE), ainda assim, para alimentar a nossa sede de combustíveis bio, quando existem outras fomes para saciar. Tudo para o “bem comum”, num ciclo vicioso e infame.
Não sei, não sei mesmo, se o diabo não estará entre nós. Se assim for, haverá maio que lhe chegue?...
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Vidal
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quinta-feira, maio 01, 2008
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Reciclagens: Cidades, Economia, Efemérides, Fototeca, Manifestos
quarta-feira, abril 30, 2008
Expo Europa e Ambiente 2008
Já aqui foi noticiado, no entanto, uma vez que se aproxima da data da sua realização, deixo-vos aqui mais algumas informações sobre este evento.Podem consultar o programa de actividades aqui.
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Eu assisti este evento no ano passado e aconselho, vivamente, a todos que gostam (ou não) desta temática a dar um pulinho à cidade de Quarteira para visitar esta exposição.
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Rogeriomad
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quarta-feira, abril 30, 2008
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Reciclagens: Algarve, Ambiente/Ecologia, Eventos, Transportes/Mobilidade
segunda-feira, abril 28, 2008
E um talk show, não?
Reciclado por
Vidal
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segunda-feira, abril 28, 2008
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, BD/Cartoon, Média
domingo, abril 27, 2008
"A legalização de porte de viaturas"
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Rogeriomad
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domingo, abril 27, 2008
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Reciclagens: BD/Cartoon, Transportes/Mobilidade
sexta-feira, abril 25, 2008
É urgente regar os cravos
Reciclado por
Vidal
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sexta-feira, abril 25, 2008
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Reciclagens: Efemérides, Manifestos
quarta-feira, abril 23, 2008
21 minutos de lucidez
Perderão 21 minutos da vossa vida, mas estes 21 minutos podem alterá-la.
E depois de o visionarmos, esta é a pergunta que faço:
Qual vai ser a primeira decisão / postura que vamos adoptar daqui por diante?
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Edward Soja
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quarta-feira, abril 23, 2008
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terça-feira, abril 22, 2008
Portugal é insustentável?
Hoje com o jornal Público, um suplemento especial dia da terra: "Portugal é insustentável. Mas pode mudar". De borla, na compra do jornal, passe a publicidade. Vamos sustentar o sustentável. Para reflectir...todos os dias.
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Vidal
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terça-feira, abril 22, 2008
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Manifestos, Média
Biocombustíveis: o bom, o mau e o vilão - parte II
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Vidal
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terça-feira, abril 22, 2008
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, BD/Cartoon, Economia, Média
segunda-feira, abril 21, 2008
"A Política do Património", de Marc Guillaume
Doutorado em Economia, Mar Guillaume traz-nos um livro intrigante cuja leitura o coloca no capítulo das reflexões urgentes mas que a prática social remete já para o caixote das obras mais desprezadas de todos os tempos.
Segundo o autor, as sociedades modernas ocidentais vivem cada vez mais obcecadas pelo passado e pela conservação. Trata-se de uma prática consensual que, ao “tornar aceitável o desgaste do quotidiano”, acaba por condenar o próprio presente a uma morte antecipada.
“O passado conservado não é só o que existiu há muito tempo; é o conjunto de todos os elementos que são postos de parte porque deixaram de ser operatórios na sociedade presente. Da mesma maneira, o presente preservado hoje, porque se supõe ser o “passado” de amanhã, é composto por elementos que se julga que “vão passar”, ou seja, cessar em breve de ser operatórios”. (p.89)
Essa luta contra a perda da memória - em última análise, contra a morte - exerce-se bem no seio de um sistema produtivo que assenta na obsolescência, no desenraizamento e na destruição acelerados. Abatidos pelo fracasso resultante canalizamos as nossas parcas energias para a conservação “dos objectos materiais, excluindo o que é imaterial e necessariamente colectivo (a língua, a cultura, as instituições…).
Uma entidade externa que colectiviza objectos memoriais e os rituais que lhes estão associados perturba “o curso normal da memória e dos esquecimento, substituindo um passado vivido pelo imaginário de um passado eternizado. De tal modo que estes objectos, ao passarem a ser colectivos, perdem o essencial da sua eficácia simbólica: deixam de poder concluir o luto - particularmente quando eles próprios desaparecem. Carregados de significações novas, podem durar enquanto o Estado os proteger, porque este considera-os elementos úteis à sua própria semiótica. É por essa razão que o espaço social se satura de objectos comemorativos, de aniversários e de cerimónias, sem que a memória colectiva fique mais rica com isso.” (p.85)
Por entre um esforço insuficiente, cada vez mais individualista, de reencontrar nos destroços do passado alguma identidade surge a figura protectora do Estado, ao qual competirá “assegurar para si o monopólio da memória, reduzir a memória do todo à memória inscrita, conservada, autorizada”.
“Inquéritos sobre a toponímia das cidades mostram que as ruas do centro têm, na sua grande maioria, nomes de personalidades (notários, presidentes de câmara, médicos, doadores, vítimas de guerra) ligadas à cidade. Pelo contrário, as ruas das periferias, e em particular os loteamentos, têm sobretudo nomes sem memória (nomes de plantas, de países ou de cidades, etc.)
Estas hierarquias culturais e espaciais, atentamente geridas por múltiplas instâncias, desenham uma topografia rigorosa cujos valores são explícitos; topografia que deixa também transparecer pela ausência, menos nitidamente, as artes populares, como a canção, ou as novas, como o cinema.
Esta memória autorizada, querendo fazer do espaço e da cidade em particular um texto, semeado de citações, não se interessa pelas denotações mas somente pelas conotações que exprime.” (p.145)
Mas mesmo o Estado realimenta a lógica perversa do processo de conservação-destruição. Os dispositivos de conservação em meio aberto (como paisagens, bairros, práticas culturais) “só muito parcialmente podem suspender as contingências económicas, e a tendência pesada da destruição predomina. (…)
Como está fora de questão, nos países industriais, pôr em causa a acumulação de capital e as contingências da competição internacional, a intervenção do Estado apenas pode ser secundária e compensatória, atenuando ou disfarçando os efeitos mais difíceis de suportar.”
“Para fornecer uma compensação para a degradação que ameaça uma paisagem urbana, um bairro é classificado como área protegida. Mas esta compensação, já parcial na sua origem, pode ser esvaziada da sua substância pelo facto de o dispositivo regulamentar das áreas protegidas produzir um espaço privilegiado de valorização económica: os imóveis são adquiridos pelos investidores, remodelados, alugados ou vendidos a preços muito mais elevados do que anteriormente à sua classificação: a operação salda-se pela partida das populações presentes e por uma desestruturação profunda do ambiente vital anterior. A conservação reduz-se neste caso a uma pura materialidade de fachada, que serve de suporte, graças a uma injecção de capital, a novas hierarquias do território e segregações sociais.
O mecanismo em jogo neste exemplo é geral: num mundo submetido a uma destruição maciça, a conservação de alguns elementos isolados forçosamente acarretará a sua valorização económica. Quando um objecto vai para o museu, todos os objectos vizinhos são assim valorizados nos mercados de arte ou de antiguidades. Quando um espaço é protegido porque é visto como “antigo”, “tradicional” ou “natural”, adquire valor, tal como a sua vizinhança. E esta valorização faz quase sempre falhar profundamente o propósito visado - ou aparentemente visado - pela conservação.” (p.133)
Um livro pleno de actualidade.
A ler urgentemente.
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Edward Soja
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segunda-feira, abril 21, 2008
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Reciclagens: Antropologia, Biblioteca, Cidades, História, Livro do mês, Urbanismo
domingo, abril 20, 2008
"Os cavaleiros do Golfalipse"
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Rogeriomad
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domingo, abril 20, 2008
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sábado, abril 19, 2008
Balsa, A Cidade Perdida
"O filme documental "Balsa, A Cidade Perdida" está a realizar a segunda parte das filmagens, que se iniciaram na segunda-feira passada, dia 14 de Abril, e se prolongam durante treze dias.Está a decorrer a produção do filme documental "Balsa, A Cidade Perdida", realizado por José Manuel de S. Lopes e produzido pela Disfarce Filmes, para ser exibido na RTP2, com a duração de cerca de 50 minutos. A segunda parte das rodagens teve início na passada segunda-feira, 14 de Abril e estende-se por treze dias. Além da RTP2, o filme terá apoios da CCDR do Algarve e de outras entidades.
Balsa era a capital do Algarve no período romano, uma cidade portuária.
Querendo dá-la a conhecer, o filme será a junção de duas partes, uma ficcional e outra documental, que se desenvolvem em paralelo e com autonomia e só se unem na última cena, dando assim um sentido multiplicador ao documentário.
A vida em Balsa e o minimalismo do quotidiano de um balsense serão retratados como ficção.
Por outro lado e devido à quase inexistência de ruínas, a parte documental reconstrói a cidade em 3D e terá filmagens subaquáticas e no sítio onde a cidade se situava. Mostra peças arqueológicas que estão, por exemplo, no Museu de Faro e Museu Arquelogógico Nacional; os restos arqueológicos fenícios, em Tavira, onde se encontrava o primeiro núcleo de Balsa; e entrevistas a especialistas da cidade, que serão os narradores. Conta-se com a presença de Luís Fraga da Silva, Maria Garcia Pereira Maia, Manuel Andrade Maia, Vasco Gil Mantas, Luís Filipe Matos Raposo e José Manuel dos Santos Encarnação.
A problemática central estará em torno do futuro que se dará à antiga cidade. Se continua quase desaparecida e submersa em águas e terras, ou se renasce e permite um estudo e conhecimento do passado e segredos que esconde."
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Rogeriomad
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sábado, abril 19, 2008
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Reciclagens: Algarve, Cidades, História, Internet, Litoral, Urbanismo, Videoteca













