domingo, dezembro 23, 2007
sexta-feira, dezembro 21, 2007
Adamastor de Molho
Um prenda para nós, neste Natal e nos que aí vêm.
O Natal vai ser quando o Homem não quiser.
Reciclado por
Edward Soja
às
sexta-feira, dezembro 21, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Economia, Espaços escritos
quinta-feira, dezembro 20, 2007
Filme do Festival P/ARTES Algarve 2007
Festival P/ARTES / Algarve
aconteceu dia 7 e 8 de Dezembro no IPJ / Faro...
Graças ao empenho de todos esta iniciativa conjunta
com o IPJ de Faro foi um SUCESSO!!
OBRIGADO A TODOS!
Registo fotográfico e sonoro já está disponível no sítio do costume
cumprimentos e até já!
Terminal Studios
núcleo de Banda Desenhada
Nota: Os participantes e colaboradores que queiram alguns recuerdos deverão entrar em contacto connosco para receber as coordenadas.
Reciclado por
Rogeriomad
às
quinta-feira, dezembro 20, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Algarve, BD/Cartoon, Eventos, Internet, Videoteca
quarta-feira, dezembro 19, 2007
Em que rua fica o Canadá?
Sei, por alguns amigos professores, que se afigura, hoje por hoje, tarefa quase impossível reprovar meninos na escola. Torna-se necessária uma data de explicações, justificações e papelada, não esquecendo o desejo (e amor) legítimo do governo pelas estatísticas, para consolo da OCDE. Mesmo assim, só o ano passado, lê-se no Público, mais de 120.000 alunos chumbaram no ensino básico. Mesmo assim. É claro que com as “novas oportunidades” poderão fazer em quinze dias, três anos, com ou sem lobotomia, a bem das estatísticas, menos da preocupação com verdadeira formação.
Todo o sistema se alicerça no facilitismo. Alguns pais, também o sei, não concordam nada com isso. Deveríamos, nesse sentido reflectir por que cargas de água, só nos últimos vinte anos existiram umas 300 mudanças de paradigma e umas 150 nos métodos de ensino, avaliação, e nem sequer UMA reforma concertada.
Como diria Al Capone: Em que rua fica o Canadá?
Já agora, para espreitar grandiosa e escorreita prosa, podem ler sobre o Grande Irmão, a crónica do Batista-Bastos no DN. Para quem sabe onde fica o Canadá, ou pretende saber, pelo menos.
Reciclado por
Vidal
às
quarta-feira, dezembro 19, 2007
0
Ecopontos
"A Imagem da Cidade", de Kevin Lynch
Tradução de Maria Cristina Tavares Afonso
Edições 70, Colecção Arte e Comunicação, 2005
Através de um estudo de três cidades dos Estados Unidos (Boston, New Jersey e Los Angeles), Lynch tentou esboçar qual a imagem que os seus cidadãos faziam das mesmas. Para tal, a sua equipa realizou inquéritos e viagens com transeuntes, conhecedores ou não das suas cidades.
Com isso pretendia aperceber-se da imaginabilidade que os habitantes fazem do lugar onde vivem. Ou seja, perceber, através da expressão verbal e de circuitos pela cidade, quais os elementos que marcam a memória das pessoas. Porque é com essa memória que as pessoas organizam mentalmente o espaço e nele aprendem a delocar-se.
O objectivo é entender de que forma os edifícios, os monumentos, as vias, os obstáculos e os cruzamentos (aquilo a que Lynch chamou os elementos da cidade, isto é, que são comuns aos espaços urbanos) ajudam a criar a familiaridade com o espaço em que vivemos. No fundo, está em questão, mais uma vez, a identidade do espaço e o sentido de lugar. Com o qual criamos laços emotivos e vivenciais.
Daí as áreas principais tratadas ou subjacentes à obra serem a psicologia, a linguagem, o urbanismo e a arquitectura. O objectivo último é o de entender como o urbanista e o planeador pode ajudar a tornar mais viva e memorável a imagem de uma cidade.
O livro acaba por ser muito interessante, mesmo para quem, como eu, começar por torcer o nariz à tradução. E, claro, temos de ter sempre presente que o estudo se reporta aos anos 50 e ao imaginário estadunidense, bem diverso do europeu. No entanto, os princípios estão lá. Pensando o espaço para o tornarmos melhor.
Reciclado por
Edward Soja
às
quarta-feira, dezembro 19, 2007
3
Ecopontos
Reciclagens: Arquitetura, Biblioteca, Cidades, Engenharia/Construção, Livro do mês
terça-feira, dezembro 18, 2007
O Retábulo das Maravilhas
De JACQUES PRÉVERT - Te-Atrito20 e 21 de DEZEMBRO 2007 21h30
Teatro Lethes
Direcção Artística, tradução e encenação: Pedro Monteiro
Interpretação: André Canário, António Salvador, Filipa Rei, Igor Martins, Pedro Monteiro, Rita Neves
Assistente de encenação e operação de luz: Tânia Silva
Direcção musical: Igor Martins
Consultor artístico: José Manuel Ávila Costa
Desenho de luz: Pedro Monteiro
Assistente de produção: Isadora Justo
Design gráfico: Pedro Bolito
Guarda-roupa: Pelcor
«É um espectáculo tão espectacular, de uma beleza tão bela e de uma emoção tão emocionante que me faltam as palavras para falar dele» (Chanfalla)
Os artistas chegam à cidade pelos caminhos escritos nos cata-ventos. Como é tradição, trazem uma criança raptada que toca música enquanto apresentam aos notáveis da terra o verdadeiro, o único, o singular, o admirável Retábulo das Maravilhas de que toda a gente culta já ouviu falar… mas tais maravilhas só são visíveis para quem tiver a consciência tranquila.
PRODUÇÃO: Te-Atrito
+ info www.teatrolethes.pt
Reciclado por
Rogeriomad
às
terça-feira, dezembro 18, 2007
4
Ecopontos
Reciclagens: Algarve, Escapadinhas, Eventos
segunda-feira, dezembro 17, 2007
Já nem pestanejamos...

Foto 1 - Telhado do Braga Parque - Feira Nova
Como cada um saberá, temos vindo a assistir, tão normalmente que até chateia, ao aparecimento de novas superfícies onde as pessoas, sobretudo aos domingos, costumam enfiar-se para... "manejar os cotovelos e o olhar".
O mundo é globalizado por causa da economia e "o que está a dar" é o comércio, talvez o mais visível sinal dos investimentos municipais e administrativos. A lógica "desenvolvimentista" baseada no vazio.
(Outro sector-fole é o turismo. Não, não negamos a existência, a relevância e o seu papel, fundamentais para o tecido económico e, já agora, para funcionarmos enquanto sociedade. Trata-se tão somente de ocultar, com grande movimento de capitais e agitação frenética, os desequilíbrios e a grande dependência económica do sector produtivo do país... mas essa é outra matéria.)
O consumo de espaço por que era responsável a indústria nas periferias das cidades, em tempos não muito distantes, pertence hoje, podemos dizê-lo, à construção de habitações, vias de comunicação e áreas de comércio.
É até por isso que costumamos deparar-nos com aquela típica megalomania provinciana do
"A maior superfície comercial" daqui e dali. Aliás, parece que todas essas obras precisam, sine qua non para avançarem, de um slogan desse género. Se repararem bem na foto 2 (área ainda em construção, à saida da N101 - Braga-Guimarães), podemos ler algo como "O maior centro de comércio de Braga", frase sintomática do estado a que o concelho e, até, o distrito chegou: é que com tantas superfícies, os solgans parecem estar esgotados, restando a esta nova área o "miserável" título de "centro de comércio". (Não sei em que difere esta expressão da de "centro comercial", mas aqui fica a minha dúvida.)
Mas não se fica por isto. Ao longo do eixo Braga-Barcelos, já se prepara aquele que dizem vir a ser, imagino, "o maior Eleclerc do país", ou coisa que o valha. E depois há uma loja de móveis que, aquando da sua inauguração, escolhida para um domingo (lá está, nada é escolhido ao calhas...), apanhou este escriba desprevenido (de tão informado que andava destas coisas...). De qualquer forma deu para retratar um típico eixo rodoviário em terra de ruminídeos de lã virgem (fotos 3 e 4).
Mas, estarão estas novas áreas a criar espaços úteis para o desenvolvimento? Integrados e planeados? Que vai acontecer quando a oferta for (e parece que há muito já o é) maior que a procura? Que utilidade terão esses edifícios? Que novas potencialidades trazem para as regiões?
Há mais perguntas a fazer. Aproveitamos, por isso e aqui, para renovar o apelo à participação de quem nos visita e lê. Problematizemos, pois!
Reciclado por
Edward Soja
às
segunda-feira, dezembro 17, 2007
2
Ecopontos
Reciclagens: Cidades, Economia, Engenharia/Construção, Planeamento/OT, Tertúlias, Urbanismo
domingo, dezembro 16, 2007
"A recta final"
Reciclado por
Rogeriomad
às
domingo, dezembro 16, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: BD/Cartoon
sexta-feira, dezembro 14, 2007
26º GeoForum
A entrada é gratuita e pode ser feita através de geografia@ulusofona.pt.
A todos os interessados aqui fica esta proposta.
Reciclado por
Edward Soja
às
sexta-feira, dezembro 14, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Eventos, Riscos, Universidade
quarta-feira, dezembro 12, 2007
Inquérito Encarnado
Servem estes breves linhas como chamada de atenção para a pergunta deste mês.
E a pergunta é:
O que faz o Pai Natal?
'Bora lá a escolher a resposta que achais mais acertada?
Com a vossa ajuda tornamos mais real a interactividade que queremos para o Georden.
Reciclado por
Edward Soja
às
quarta-feira, dezembro 12, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Inquéritos
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Entorses e Vazios
Está bem, está bem. Serve para divulgar o evento, sobre o qual pouco se diz. Os média gostam é de tricas. Se lhes retirarmos a frasezinha polémica vai-se a ver e não há nada.
Reciclado por
Edward Soja
às
segunda-feira, dezembro 10, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Eventos, Média, Minho, Universidade
domingo, dezembro 09, 2007
"Melhor que a cafeína..."
Reciclado por
Rogeriomad
às
domingo, dezembro 09, 2007
3
Ecopontos
Reciclagens: BD/Cartoon
sábado, dezembro 08, 2007
Plastificados
Desta viagem entre flores plásticas (flores plásticas)
Primavera de Destroços, Mão Morta

Canções de Amor e Esperança - Luís Goes, 1971
(Não me importa que a imagem tenha pouca qualidade. Além de, como dá para perceber, retratar uma lixeira, serve também para lembrar o grande cantor do fado e balada de Coimbra que foi e é Luís Goes)
Hoje apetece-me divagar sobre polímeros, mais concretamente sobre o plástico, que é o mais popular dos seus materiais.
Aqui há tempos, vi um documentário no canal francês TV5, que se debruçou sobre o plástico. Peço desculpa por não mencionar fontes e pela possível consequência que tal pode gerar no leitor (nomeadamente a falta de credibilidade).
Começou assim. Estava um investigador a olhar para as ondas baixas de uma praia (penso que era Plymouth, ou Bath... já não posso precisar. Mas, sem "subterfugir", isso não é o mais importante) e nelas rolava uma garrafa de plástico. Dessas, de água. O que acontece às garrafas vazias numa onda? Rolam ali e dali dificilmente saem.
Começou ele por dizer que o plástico demora não sei quantos anos a degradar-se e essas coisas e tal... o "tanto bate até que fura" e o "roça que desgasta" estão na base dessa degradação.
A questão é que o plástico não se degrada. Chamamos degradação à sua multidivisão em partes cada vez mais pequenas, até se tornar invisível a olho nu. A fibra de plástico continua lá, diminuta, mas não há processo natural que o degrade e o transforme num material inócuo.
Eu aprendi nas aulas de Poluição Aquática que o plástico é um material sintetizado por processos artificiais. E que é essa mesma transformação, tão díspar daquilo que encontramos no meio ambiente, que o torna tão resistente aos seus agentes degradativos: isto é, "são fraquinhos", mal o beliscam.
Ora, o investigador pôs-se a analisar a areia da praia mencionada e concluiu que 1/3
- vou repetir: 1/3 -
da areia era plástico. Só isso. Depois o documentário seguia, com estudos associados ao mesmo tema, mas noutros locais. Entre os quais o mar Mediterrâneo. Há mergulhadores que vão ao fundo do mar para encontrar tesouros e, quando não se procura uma coisa, quase sempre não o vemos. O que foi dito é que o Mediterrâneo - agravado pela sua condição de mar com pouca circulação de água - está cheio de lixo. E depois falava-se do turismo - as costas de Valência, acima de Barcelona, as de França, da Grécia, da Turquia, etc... são óptimas fontes de lixo e poluição - que assim o tornava num vazadouro de excelência.
... Onde é que eu ia? Ah, já sei. Ora - prosseguia o mesmo investigador - se o plástico se decompõe em pedaços cada vez mais pequenos, até à escala de fibras microscópicas, o que acontece é que ele vai acabar por ser tragado pelos animais marinhos (deu-se o exemplo dos moluscos), uma vez que o vão encontrando em cada vez mais quantidades e num espaço cada vez mais amplo. Daí decorre que, nós, que não vivemos fora do mundo, vamos acabar por comer esses animaizinhos.
A conclusão é esta: ESTAMOS A PLASTIFICAR-NOS POR DENTRO. Não, não, não é brincadeira nem um jogo de palavras. É isto que está a acontecer. É isto que estamos a provocar.
Vim partilhar isto convosco a propósito de, há dois dias atrás, o Governo querer impor uma lei que obrigue ao pagamento dos sacos plásticos aquando a sua compra nos supermercados. (Nos Estados Unidos - vemo-lo nos filmes - usam-se sacos de papel. Tenho conhecimento de que na África do Sul se usam sacos de pano, de grande resistência e capacidade volumétrica. Pode ser uma solução.)
Alguns supermercados já tinham implementado essa regra, sem serem obrigados, o que se saúda. O objectivo é obviamente ensinar - indo à carteira, última esperança para a pedagogia ética - para diminuir o consumo - LOGO, a produção - de plásticos e reduzir as toneladas de lixo a que temos de dar um destino.
Ou seja, o Governo quer legislar uma coisa tão simples e quase insignificante (sim, é um passo, mas... ainda vamos aqui???) e logo no mesmo dia vêm os interesses instalados protestar??
Assim não vamos a lado nenhum.
Reciclado por
Edward Soja
às
sábado, dezembro 08, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Educação, Espaços escritos, Litoral, Portugal Provisório, Universidade
sexta-feira, dezembro 07, 2007
República de bananas
Relativamente à famigerada, como se diz, festa, da cimeira UE/África, sem tabus, apenas uma nota, digna de um repasto de estrelas decadentes: Um descer de calças envolto em pragmatismo míope (é assim que eles falam, no seu sentido desmentido). Ou, como refere aquele gajo das direitas do tempo do “antigamente” João Gonçalves, com quem eu nunca iria à bola, Tudo fecha para ver passar os beduínos nas suas viaturas à prova de humanidade. Na Europa não somos melhores. Mais nada!
Reciclado por
Vidal
às
sexta-feira, dezembro 07, 2007
1 Ecopontos
Reciclagens: Globalização, Portugal Provisório, Regiões
quinta-feira, dezembro 06, 2007
Rotas da Tortura e da Memória
Ontem, na 2:, no programa Sociedade Civil, estiveram a debater a questão da memória e da nossa relação com a ditadura salazarenta que nos oprimiu e privou durante 48 anos. Isto, a propósito do Movimento Não Apaguem a Memória.
Como disse Fernando Rosas, a memória é um processo de construção social, que se faz no PRESENTE. A memória do passado constrói-se HOJE.
Portugal, sobretudo Lisboa, foi palco dos mais memoráveis acontecimentos da nossa história recente. Onde exactamente, perguntamo-nos? Por aí...
Em praças e ruas da cidade.
- Quem não viu já aquela gente toda em alegria, aqueles "sete rios de multidão", como canta o Zé Mário, a descer a Rua do Alecrim logo nos primeiros dias da revolução? Hoje em dia, passam carros. E se a memória não estiver nas pessoas, essa atenção não poderá ser dada à via.
- A praça do Carmo, na qual se foram refugiar os diversos governantes em fuga, uma praça repleta de gente, naquele dia maravilhoso. Hoje, está cheia de carros. Construídos todos eles após esse dia. Qual a memória do principal palco da revolução para quem lá passa?
Na sede de Lisboa da PIDE, na rua António Maria Cardoso, estão a construir um empreendimento de luxo. Foi esse o motivo por que o Movimento Não Apaguem a Memória se criou. Há dias, o mesmo enviou uma carta aberta ao Parlamento a reivindicar o papel do Estado no seu dever de preservar a memória.
A democracia não pode ser indiferente à história que a possibilitou. Por isso, o dever da memória é um dos deveres do Estado democrático.
Toda a memória tem de ter uma manifestação física. As praças e os edifícios estão - ou estavam - ali, ou algures, mais ou menos por estas ou aquelas bandas.
Um condomínio de luxo é o carimbo paradigmático dos poderes que nos regem: o poder económico e particular toma conta do espaço colectivo, sem que ninguém o detenha. Perde-se a memória. Limpa-se o horrendo lugar. Limpa-se a negritude, as coisas más por que passámos.
Um dia, a PIDE será considerada a melhor e mais zelosa polícia que os portugueses tiveram. Tal como Salazar foi algures considerado um bom governante, pacato, modesto, simples e inofensivo.
Fernando Rosas, Rúben de Carvalho e Nuno Teotónio Pereira disseram que António Costa e Cavaco Silva aceitaram a proposta de criar em Lisboa um itinerário dos palcos dessa e de outras histórias. E com a criação de um museu da polícia política não se pretende enclausurar a memória num espaço para poucos. Daí a importância daqueles itinerários. Por onde as pessoas normalmente passam, nos seus trajectos quotidianos.
Eu nunca estive em Auschwitz. Nem tenho qualquer desejo mórbido. Mas aconselho ao leitor uma visita a Peniche, à prisão onde alguns morreram e muitos sofreram. Lá, além do museu etnográfico, está instalado o museu da resistência. E vai ver coisas inimagináveis. Não me refiro só aos sinais das atrocidades lá cometidas, mas a coisas espantosas que os presos conseguiram fazer.
Aproveitando a sugestão do programa, faça uma viagem à memória. E traga um pouco dela para sua casa. Consigo.
Reciclado por
Edward Soja
às
quinta-feira, dezembro 06, 2007
2
Ecopontos
Reciclagens: Antropologia, Engenharia/Construção, Escapadinhas, Espaços escritos, História, Média
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Prémio Internacional Almirante Gago Coutinho
Os trabalhos a concurso devem ser inéditos e dar entrada na Secretaria da Sociedade de Geografia de Lisboa até ao dia 30 de Setembro de 2008."
Consultar regulamento
Mais informações:
Tel.: 21 342 54 01 / 21 342 50 68
E-mail: soc.geografia.lisboa@clix.pt
Reciclado por
Rogeriomad
às
quarta-feira, dezembro 05, 2007
0
Ecopontos
terça-feira, dezembro 04, 2007
Uma (ainda) criança com 11 anos.
Comemora-se (comemora-se?) hoje a elevação (ou será reconhecimento?) a Património da Humanidade do centro histórico do Porto, com a cortesia UNESCO. Foi a 4 de Dezembro de 1996. Bem, na realidade, a área classificada equivale apenas a cerca de
Uma (ainda) criança de 11 anos. Para o ano há mais…
Reciclado por
Vidal
às
terça-feira, dezembro 04, 2007
4
Ecopontos
Reciclagens: Cidades, Efemérides, Flâneur, Foto do mês, Planeamento/OT
Descubra as diferenças...
Reciclado por
Rogeriomad
às
terça-feira, dezembro 04, 2007
3
Ecopontos
Reciclagens: Algarve, Cidades, Fototeca, Portugal Provisório, Transportes/Mobilidade
segunda-feira, dezembro 03, 2007
Aldeia "global" em compras
Somos anjos de pureza
evadidos dos lazeres
carregamos a tristeza
não trazemos mais haveres
Era tudo em vão
um brincar sem dor
sem qualquer paixão
que nos desse ardor
Nosso sonho era o arrepio
deste mundo a ser mudado
Só tivemos o fastio
de um objecto a ser comprado
(...)
Foi apenas um lugar
onde à falta de faca
aprendemos a manejar
os cotovelos e o olhar
Reciclado por
Edward Soja
às
segunda-feira, dezembro 03, 2007
2
Ecopontos
Reciclagens: Antropologia, Cidades, Economia, Espaços escritos, História, Manifestos
domingo, dezembro 02, 2007
"Num conto de fadas sem reis nem rainhas"
Reciclado por
Rogeriomad
às
domingo, dezembro 02, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: BD/Cartoon
Inquérito
Pois é, caros amigos. Aqui há tempos falámos de fronteiras.
Com isso quisemos lançar o debate, entre nós, sobre ideia - para uns visionária, para outros com algum sentido - da união dos povos da Ibéria numa única pátria.
O inquérito que lançámos foi, infelizemente, pouco participado, como podeis constatar aí ao lado.
Daí podermos tirar poucas ou nenhumas conclusões.
Assim, e para que fique registado no Georden (que não se junta à volatilidade da memória), à pergunta
És a favor da criação da Ibéria de J. Saramago?
14 pessoas responderam, das quais:
7 a favor
6 contra
e
1 sem opinião
Interprete quem puder. Novas perguntas se seguirão.
Estejam atentos ao Georden, sustentando o sustentável.
Reciclado por
Edward Soja
às
domingo, dezembro 02, 2007
1 Ecopontos
Reciclagens: Inquéritos
sexta-feira, novembro 30, 2007
WC Patos...
Como praticamente não vejo televisão, olho o mundo…
Ambiente. Palavra (vã) que, como a Pasta Medicinal Couto, anda na boca de toda a gente. Até engasgar. É uma correria de ambiente que o mais desconfiado dos sofistas contemporiza com um sorriso. Ambiente, assim como, Ambipur, Ambi(valente), ou ambi qualquer coisa, faz parte do repuxo publicitário actual.
É artigo de toilette. Ou de WC. Como neste particular, que se espalha por Braga inteira….
O tempo medieval do água vai já está para trás? Não cremos. E tudo isto num país onde é frequente ler "Proibido pisar a relva"...
Reciclado por
Vidal
às
sexta-feira, novembro 30, 2007
6
Ecopontos
Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Cidades, Flâneur, Fototeca
quinta-feira, novembro 29, 2007
Trilhos dos Açores
Ora aqui está uma bela proposta.
Nesta época de bulício e desnorteio intelectual, porque não fazer caminhadas?
Trilhos dos Açores parte de uma iniciativa "glocal" do Gabinete de Apoio ao Turismo Rural e de Natureza dos Açores Rede de Percursos Pedestres Classificados pelo Governo Regional dos Açores
Será apenas uma proposta de evasão, esta que vos lançamos?
Não, no centro de tudo está o contacto com a forma primordial de equilíbrio: o contacto com a natureza (que Caeiro dizia que não existe...) é talvez a melhor pedagogia para a reaprendermos como nossa, aprendendo a respeitá-la.
Como disse a Maria Filomena Mónica (a tal que Ricardo Araújo Pereira diz estar urgentemente a precisar de um apelido...), quando lutámos por uma coisa, desenvolvemos músculo, e se no-la vierem tirar, temos o músculo - não deixamos!
(Esta ideia serve também explicar o desinteresse pelos valores da liberdade, que os jovens não prezam. Isto choca aquelas pessoas que estiveram do lado da revolução dos cravos...)
Na página Trilhos dos Açores encontramos todas as informações de que necessitamos para umas boas jornadas. Informações como as relativas à descrição dos diversos percursos, às da sua dificuldade, lugares onde ficar alojado, onde comer, como arrendar viatura, mapas em imagem e ficheiros em GPS...
Aliciante, não é?
Penso tratar-se de uma forma saudável e sustentável de valorização do património natural e do mundo mais ou menos rural com que as ilhas nos encantam.
Reciclado por
Edward Soja
às
quinta-feira, novembro 29, 2007
1 Ecopontos
Reciclagens: Açores, Escapadinhas, Internet, Turismo/Lazer
quarta-feira, novembro 28, 2007
500 Artigos
Desde que demos início a este projecto, a 29 de Junho de 2005, o Georden vem de publicar o seu 500º artigo. E aconteceu ter sido com um livro do mês, rubrica que criámos com toda a pertinência, pois "está tudo nos livros"!.
Como podemos atestar pelos marcadores ali ao lado, as temáticas mais frequentes que temos abordado têm sido as de:
* Ambiente, com 126 artigos;
* Cidades, com 92;
* a publicitação de Eventos, 80 até hoje;
* Ordenamento do Território, com 70;
...
Por cá, a isenção mantém-se.
O espírito de discussão também. Mas este só faz sentido com o envolvimento de mais e mais participantes. Para evitar os monólogos, nos quais temos sido especialistas em matéria de "mexer" no espaço e naquilo que - indirecta ou directamente - afecta a todos.
Parabéns, Georden.
E obrigado a todos os que continuam a acreditar nesta ideia.
Vamos continuar.
Sustentando o sustentável, claro.
Reciclado por
GEORDEN
às
quarta-feira, novembro 28, 2007
7
Ecopontos
Reciclagens: A GEORDEN
segunda-feira, novembro 26, 2007
"Vulcão Aberto", de António Silveira e Maria Brito

Prefaciado pelo Professor Doutor Victor Hugo Forjaz, do Departamento de Geociências da Universidade dos Açores e apresentado pelo Professor Félix Rodrigues, do Departamento de Ciências Agrárias da Universidade dos Açores, durante a semana Cultural "Outono Vivo", na Praia da Vitória, Ilha Terceira, este livro de António Silveira (fotógrafo) e Maria do Céu Brito (Vereadora da Cultura da Câmara Municipal da Horta),analisa, pela imagem, pela poesia e pela paixão os 50 anos de um jovem vulcão.
"É ciência, é arte, é poesia e inegavelmente registo e história."
O livro , é uma obra transdisciplinar.
António Silveira e Maria do Céu Brito
“Vulcão Aberto”
Reciclado por
Cesar
às
segunda-feira, novembro 26, 2007
2
Ecopontos
Reciclagens: Açores, Biblioteca, Livro do mês, Riscos
Uma questão de espaço
Reciclado por
Edward Soja
às
segunda-feira, novembro 26, 2007
2
Ecopontos
Reciclagens: Planeamento/OT, Transportes/Mobilidade
domingo, novembro 25, 2007
"Falar para o boneco"
Reciclado por
Rogeriomad
às
domingo, novembro 25, 2007
3
Ecopontos
Reciclagens: BD/Cartoon
sábado, novembro 24, 2007
Ainda se pode discutir barragens?
Reciclado por
Edward Soja
às
sábado, novembro 24, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Engenharia/Construção, Eventos, Litoral, Planeamento/OT
quinta-feira, novembro 22, 2007
Conferências Faro 2020
Reciclado por
Rogeriomad
às
quinta-feira, novembro 22, 2007
3
Ecopontos
Reciclagens: Algarve, Cidades, Eventos, NTI, Planeamento/OT
terça-feira, novembro 20, 2007
Festival P/ARTES – Algarve 2007
Vai decorrer nos dias 7 e 8 de Dezembro o «FESTIVAL P/ARTES – ALGARVE 2007» uma organização do Terminal Studios e da Direcção Regional do Algarve do IPJ - I.P.
Este Festival, pioneiro no país, será uma mostra colectiva de várias áreas artísticas e a sua propagação na formação e captação de novos públicos, vai desenvolver um programa de actividades com especial incidência nas áreas da BD , Cartoon, Caricatura, Ilustração, Vídeo, Música e Artes Performativas.
Durante 2 dias, vários "artistas" de todo o país, apresentam e divulgam o seu "trabalho artístico".
Do diversificado programa chamamos, desde já, a atenção para os ateliers dirigidos aos mais jovens, para a Feira de Artesanato, Livros 2ªBDmão e Mostra de Fanzines, actividades de participação gratuita mas sujeitas a marcação prévia.
As actividades vão decorrer entre espaço da entrada principal e a sala de exposições da Direcção Regional do Algarve do IPJ, entre as 14h00 e as 20h30.
O Programa detalhado com actualização da lista de participantes no «FESTIVAL P/ARTES – ALGARVE 2007» pode ser consultado no site http://www.drmakete.com/ .
Para mais informações e inscrições, deverão os interessados contactar a Direcção Regional do Algarve do Instituto Português da Juventude, na Rua da PSP - Faro (junto à Alameda), telefone 289891820 ou e-mail ipj.faro@ipj.pt
______________________________________________
DIVULGAÇÃO
Para poderem divulgar evento pelos vossos contactos podem fazer de várias maneiras:
BANNERS (promoção online)
http://www.drmakete.com/2007_eventos/banners.html
CARTAZ (impressão para divulgação em escolas ou espaços públicos)
http://www.drmakete.com/2007_eventos/festival_cartaz_a4.jpg
______________________________________________
CONVITE
p/ artistas e editores interessados em participar nas exposições ou na Feira de Fanzines, Livros 2ªBDmão e Artesanato...
Ainda é possível participar no evento..., apressem-se a contactar a organizaçao ou fazer pré-inscrição!!
p/ participar na "Banda Sonora", os músicos e as bandas devem enviar o link do vosso projecto no "myspace".
Depois entraremos em contacto convosco para mais detalhes.
(Também aceitamos sugestão de projectos musicais de quem não for músico...).
...........................................................................................
PRAZOS
até 30 Novembro
» envio de trabalhos p/ exposição e inscrição nas actividades.
até 3 Dezembro
» envio de músicas para a Banda Sonora.
______________________________________________
Agradecemos a vossa atenção,
Fernando Madeira
terminalstudios@gmail.com
Reciclado por
Rogeriomad
às
terça-feira, novembro 20, 2007
2
Ecopontos
Reciclagens: Algarve, BD/Cartoon, Escapadinhas, Eventos, Música, Videoteca
segunda-feira, novembro 19, 2007
A arte de navegar...
Nada me liberta em terra firme.
Sinto falta da linha azul do horizonte
E da doce maresia do mar.
No cais aguarda-me o barco dos dias e das noites,
Que podia ser mais um entre tantos outros,
Mas navegar requer uma certa arte
E quero reconciliar-me com o oceano.
Parto em busca de desafios
Navegarei por mares calmos e bravios.
Terei como companhia o grasnar das gaivotas
E o balançar agitado das ondas.
Parto deste porto que me viu chegar.
Navegarei cedo para uma longa jornada.
Comigo levarei novas alternativas,
Que desbravarão outros olhares.
Gaivota, 18.Nov.07
Reciclado por
Rogeriomad
às
segunda-feira, novembro 19, 2007
11
Ecopontos
Reciclagens: Algarve, Ambiente/Ecologia, Foto do mês, Fototeca, Transportes/Mobilidade
domingo, novembro 18, 2007
"Justiça social"
Reciclado por
Rogeriomad
às
domingo, novembro 18, 2007
1 Ecopontos
Reciclagens: BD/Cartoon, Economia
quinta-feira, novembro 15, 2007
À volta do mundo por um planeta melhor...
15 a 18 de Novembro na Marina de Vilamoura.
Reciclado por
Rogeriomad
às
quinta-feira, novembro 15, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Algarve, Ambiente/Ecologia, Fototeca, Transportes/Mobilidade
terça-feira, novembro 13, 2007
Onde há fumo...
Hoje é que é dia 13 mas quem viu ontem o Jornal 2 (não deve ter havido muita diferença para os que lhe antecederam...) é que deve ter assistido a algo muito preocupante. A saber, e todas encadeadas:
- Um incêndio na Petrogal;
- Não um, nem dois, mas TRÊS (já dizia o Carlos Cruz...) acidentes rodoviários com camiões-cisterna. Será preciso dizer que levavam produtos tóxicos? ("a poluição ou a toxicidade dependem da capacidade de assimilação do meio", penso eu ter aprendido numa aula de Poluição Aquática...);
- Outro incêndio com grande nuvem de fumo, mas em Londres;
- A tomada de contacto visual de algumas consequências do derrame de chapapote na costa da Ucrânia (por um petroleiro fluvial!)
Ultimamente, se temos estado atentos, sabemos da frequência anormal e numerosa de incêncios florestais no nosso país. Somem-se os da Califórnia, mais um outro derrame em Coimbra, mais isto e mais aquilo...
Quer-se dizer, a vida corre. Vamos vivendo normalmente. Com os desastres do dia-a-dia não nos vamos preocupando, porque não são notícia. Notícia é um cão morder um homem...
Vamos vivendo a nossa vidinha, enquanto pelas nossas costas, às nossas custas, vamos alimentando as actividades que propiciam estes acidentes e estas notícias. Nós não somos notícia. Ninguém nos explica. Não pode haver relações de causa. Das consequências a longo prazo também pouco nos vêm falar. Ou se nos falam, persiste a sensação de que não é nada connosco, e que já cá não estaremos e (o pensamento estúpido de) "em que é que eu, SOZINHO, contribuo para isso?"
Sozinhos não é, semanticamente, uma palavra paradoxal?
Se há duas pessoas sozinhas, elas estão juntas. O botão que pode mudar isto tudo é pô-las a remar para o outro lado. Mas onde está o BOTÃO?
Os riscos existem. Os riscos ambientais, como os climáticos (cheias, secas, ondas de calor...), e os antrópicos (como os tecnológicos) fazem-se sentir. Ou será que estamos mais predispostos a reparar neles?
O fogo existe na natureza. É um dos 4 elementos. Assim, o fogo que causa o fumo somos nós quem o atiça.
Reciclado por
Edward Soja
às
terça-feira, novembro 13, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Riscos
segunda-feira, novembro 12, 2007
O melhor é rir
Reciclado por
Cesar
às
segunda-feira, novembro 12, 2007
0
Ecopontos
Reciclagens: Portugal Provisório, Videoteca
























