26º GeoForum
A entrada é gratuita e pode ser feita através de geografia@ulusofona.pt.
A todos os interessados aqui fica esta proposta.
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Edward Soja
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sexta-feira, dezembro 14, 2007
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Reciclagens: Eventos, Riscos, Universidade
Servem estes breves linhas como chamada de atenção para a pergunta deste mês.
E a pergunta é:
O que faz o Pai Natal?
'Bora lá a escolher a resposta que achais mais acertada?
Com a vossa ajuda tornamos mais real a interactividade que queremos para o Georden.
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Edward Soja
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quarta-feira, dezembro 12, 2007
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Reciclagens: Inquéritos
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Edward Soja
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segunda-feira, dezembro 10, 2007
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Reciclagens: Eventos, Média, Minho, Universidade
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Rogeriomad
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domingo, dezembro 09, 2007
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Reciclagens: BD/Cartoon

Canções de Amor e Esperança - Luís Goes, 1971
(Não me importa que a imagem tenha pouca qualidade. Além de, como dá para perceber, retratar uma lixeira, serve também para lembrar o grande cantor do fado e balada de Coimbra que foi e é Luís Goes)
Hoje apetece-me divagar sobre polímeros, mais concretamente sobre o plástico, que é o mais popular dos seus materiais.
Aqui há tempos, vi um documentário no canal francês TV5, que se debruçou sobre o plástico. Peço desculpa por não mencionar fontes e pela possível consequência que tal pode gerar no leitor (nomeadamente a falta de credibilidade).
Começou assim. Estava um investigador a olhar para as ondas baixas de uma praia (penso que era Plymouth, ou Bath... já não posso precisar. Mas, sem "subterfugir", isso não é o mais importante) e nelas rolava uma garrafa de plástico. Dessas, de água. O que acontece às garrafas vazias numa onda? Rolam ali e dali dificilmente saem.
Começou ele por dizer que o plástico demora não sei quantos anos a degradar-se e essas coisas e tal... o "tanto bate até que fura" e o "roça que desgasta" estão na base dessa degradação.
A questão é que o plástico não se degrada. Chamamos degradação à sua multidivisão em partes cada vez mais pequenas, até se tornar invisível a olho nu. A fibra de plástico continua lá, diminuta, mas não há processo natural que o degrade e o transforme num material inócuo.
Eu aprendi nas aulas de Poluição Aquática que o plástico é um material sintetizado por processos artificiais. E que é essa mesma transformação, tão díspar daquilo que encontramos no meio ambiente, que o torna tão resistente aos seus agentes degradativos: isto é, "são fraquinhos", mal o beliscam.
Ora, o investigador pôs-se a analisar a areia da praia mencionada e concluiu que 1/3
- vou repetir: 1/3 -
da areia era plástico. Só isso. Depois o documentário seguia, com estudos associados ao mesmo tema, mas noutros locais. Entre os quais o mar Mediterrâneo. Há mergulhadores que vão ao fundo do mar para encontrar tesouros e, quando não se procura uma coisa, quase sempre não o vemos. O que foi dito é que o Mediterrâneo - agravado pela sua condição de mar com pouca circulação de água - está cheio de lixo. E depois falava-se do turismo - as costas de Valência, acima de Barcelona, as de França, da Grécia, da Turquia, etc... são óptimas fontes de lixo e poluição - que assim o tornava num vazadouro de excelência.
... Onde é que eu ia? Ah, já sei. Ora - prosseguia o mesmo investigador - se o plástico se decompõe em pedaços cada vez mais pequenos, até à escala de fibras microscópicas, o que acontece é que ele vai acabar por ser tragado pelos animais marinhos (deu-se o exemplo dos moluscos), uma vez que o vão encontrando em cada vez mais quantidades e num espaço cada vez mais amplo. Daí decorre que, nós, que não vivemos fora do mundo, vamos acabar por comer esses animaizinhos.
A conclusão é esta: ESTAMOS A PLASTIFICAR-NOS POR DENTRO. Não, não, não é brincadeira nem um jogo de palavras. É isto que está a acontecer. É isto que estamos a provocar.
Vim partilhar isto convosco a propósito de, há dois dias atrás, o Governo querer impor uma lei que obrigue ao pagamento dos sacos plásticos aquando a sua compra nos supermercados. (Nos Estados Unidos - vemo-lo nos filmes - usam-se sacos de papel. Tenho conhecimento de que na África do Sul se usam sacos de pano, de grande resistência e capacidade volumétrica. Pode ser uma solução.)
Alguns supermercados já tinham implementado essa regra, sem serem obrigados, o que se saúda. O objectivo é obviamente ensinar - indo à carteira, última esperança para a pedagogia ética - para diminuir o consumo - LOGO, a produção - de plásticos e reduzir as toneladas de lixo a que temos de dar um destino.
Ou seja, o Governo quer legislar uma coisa tão simples e quase insignificante (sim, é um passo, mas... ainda vamos aqui???) e logo no mesmo dia vêm os interesses instalados protestar??
Assim não vamos a lado nenhum.
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Edward Soja
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sábado, dezembro 08, 2007
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Educação, Espaços escritos, Litoral, Portugal Provisório, Universidade
Relativamente à famigerada, como se diz, festa, da cimeira UE/África, sem tabus, apenas uma nota, digna de um repasto de estrelas decadentes: Um descer de calças envolto em pragmatismo míope (é assim que eles falam, no seu sentido desmentido). Ou, como refere aquele gajo das direitas do tempo do “antigamente” João Gonçalves, com quem eu nunca iria à bola, Tudo fecha para ver passar os beduínos nas suas viaturas à prova de humanidade. Na Europa não somos melhores. Mais nada!
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Vidal
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sexta-feira, dezembro 07, 2007
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Reciclagens: Globalização, Portugal Provisório, Regiões
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Edward Soja
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quinta-feira, dezembro 06, 2007
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Reciclagens: Antropologia, Engenharia/Construção, Escapadinhas, Espaços escritos, História, Média
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Rogeriomad
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quarta-feira, dezembro 05, 2007
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Comemora-se (comemora-se?) hoje a elevação (ou será reconhecimento?) a Património da Humanidade do centro histórico do Porto, com a cortesia UNESCO. Foi a 4 de Dezembro de 1996. Bem, na realidade, a área classificada equivale apenas a cerca de
Uma (ainda) criança de 11 anos. Para o ano há mais…
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Vidal
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terça-feira, dezembro 04, 2007
4
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Reciclagens: Cidades, Efemérides, Flâneur, Foto do mês, Planeamento/OT
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Rogeriomad
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terça-feira, dezembro 04, 2007
3
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Reciclagens: Algarve, Cidades, Fototeca, Portugal Provisório, Transportes/Mobilidade
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Edward Soja
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segunda-feira, dezembro 03, 2007
2
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Reciclagens: Antropologia, Cidades, Economia, Espaços escritos, História, Manifestos
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Rogeriomad
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domingo, dezembro 02, 2007
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Reciclagens: BD/Cartoon
Pois é, caros amigos. Aqui há tempos falámos de fronteiras.
Com isso quisemos lançar o debate, entre nós, sobre ideia - para uns visionária, para outros com algum sentido - da união dos povos da Ibéria numa única pátria.
O inquérito que lançámos foi, infelizemente, pouco participado, como podeis constatar aí ao lado.
Daí podermos tirar poucas ou nenhumas conclusões.
Assim, e para que fique registado no Georden (que não se junta à volatilidade da memória), à pergunta
És a favor da criação da Ibéria de J. Saramago?
14 pessoas responderam, das quais:
7 a favor
6 contra
e
1 sem opinião
Interprete quem puder. Novas perguntas se seguirão.
Estejam atentos ao Georden, sustentando o sustentável.
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Edward Soja
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domingo, dezembro 02, 2007
1 Ecopontos
Reciclagens: Inquéritos
Ambiente. Palavra (vã) que, como a Pasta Medicinal Couto, anda na boca de toda a gente. Até engasgar. É uma correria de ambiente que o mais desconfiado dos sofistas contemporiza com um sorriso. Ambiente, assim como, Ambipur, Ambi(valente), ou ambi qualquer coisa, faz parte do repuxo publicitário actual.
É artigo de toilette. Ou de WC. Como neste particular, que se espalha por Braga inteira….
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Vidal
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sexta-feira, novembro 30, 2007
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Cidades, Flâneur, Fototeca
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Edward Soja
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quinta-feira, novembro 29, 2007
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Reciclagens: Açores, Escapadinhas, Internet, Turismo/Lazer
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GEORDEN
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quarta-feira, novembro 28, 2007
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Reciclagens: A GEORDEN

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Cesar
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segunda-feira, novembro 26, 2007
2
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Reciclagens: Açores, Biblioteca, Livro do mês, Riscos
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Edward Soja
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segunda-feira, novembro 26, 2007
2
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Reciclagens: Planeamento/OT, Transportes/Mobilidade
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Rogeriomad
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domingo, novembro 25, 2007
3
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Reciclagens: BD/Cartoon
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Edward Soja
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sábado, novembro 24, 2007
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Engenharia/Construção, Eventos, Litoral, Planeamento/OT
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Rogeriomad
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quinta-feira, novembro 22, 2007
3
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Reciclagens: Algarve, Cidades, Eventos, NTI, Planeamento/OT
Vai decorrer nos dias 7 e 8 de Dezembro o «FESTIVAL P/ARTES – ALGARVE 2007» uma organização do Terminal Studios e da Direcção Regional do Algarve do IPJ - I.P.
Este Festival, pioneiro no país, será uma mostra colectiva de várias áreas artísticas e a sua propagação na formação e captação de novos públicos, vai desenvolver um programa de actividades com especial incidência nas áreas da BD , Cartoon, Caricatura, Ilustração, Vídeo, Música e Artes Performativas.
Durante 2 dias, vários "artistas" de todo o país, apresentam e divulgam o seu "trabalho artístico".
Do diversificado programa chamamos, desde já, a atenção para os ateliers dirigidos aos mais jovens, para a Feira de Artesanato, Livros 2ªBDmão e Mostra de Fanzines, actividades de participação gratuita mas sujeitas a marcação prévia.
As actividades vão decorrer entre espaço da entrada principal e a sala de exposições da Direcção Regional do Algarve do IPJ, entre as 14h00 e as 20h30.
O Programa detalhado com actualização da lista de participantes no «FESTIVAL P/ARTES – ALGARVE 2007» pode ser consultado no site http://www.drmakete.com/ .
Para mais informações e inscrições, deverão os interessados contactar a Direcção Regional do Algarve do Instituto Português da Juventude, na Rua da PSP - Faro (junto à Alameda), telefone 289891820 ou e-mail ipj.faro@ipj.pt
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DIVULGAÇÃO
Para poderem divulgar evento pelos vossos contactos podem fazer de várias maneiras:
BANNERS (promoção online)
http://www.drmakete.com/2007_eventos/banners.html
CARTAZ (impressão para divulgação em escolas ou espaços públicos)
http://www.drmakete.com/2007_eventos/festival_cartaz_a4.jpg
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CONVITE
p/ artistas e editores interessados em participar nas exposições ou na Feira de Fanzines, Livros 2ªBDmão e Artesanato...
Ainda é possível participar no evento..., apressem-se a contactar a organizaçao ou fazer pré-inscrição!!
p/ participar na "Banda Sonora", os músicos e as bandas devem enviar o link do vosso projecto no "myspace".
Depois entraremos em contacto convosco para mais detalhes.
(Também aceitamos sugestão de projectos musicais de quem não for músico...).
...........................................................................................
PRAZOS
até 30 Novembro
» envio de trabalhos p/ exposição e inscrição nas actividades.
até 3 Dezembro
» envio de músicas para a Banda Sonora.
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Agradecemos a vossa atenção,
Fernando Madeira
terminalstudios@gmail.com
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Rogeriomad
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terça-feira, novembro 20, 2007
2
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Reciclagens: Algarve, BD/Cartoon, Escapadinhas, Eventos, Música, Videoteca
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Rogeriomad
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segunda-feira, novembro 19, 2007
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Reciclagens: Algarve, Ambiente/Ecologia, Foto do mês, Fototeca, Transportes/Mobilidade
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Rogeriomad
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domingo, novembro 18, 2007
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Reciclagens: BD/Cartoon, Economia
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Rogeriomad
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quinta-feira, novembro 15, 2007
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Reciclagens: Algarve, Ambiente/Ecologia, Fototeca, Transportes/Mobilidade
Hoje é que é dia 13 mas quem viu ontem o Jornal 2 (não deve ter havido muita diferença para os que lhe antecederam...) é que deve ter assistido a algo muito preocupante. A saber, e todas encadeadas:
- Um incêndio na Petrogal;
- Não um, nem dois, mas TRÊS (já dizia o Carlos Cruz...) acidentes rodoviários com camiões-cisterna. Será preciso dizer que levavam produtos tóxicos? ("a poluição ou a toxicidade dependem da capacidade de assimilação do meio", penso eu ter aprendido numa aula de Poluição Aquática...);
- Outro incêndio com grande nuvem de fumo, mas em Londres;
- A tomada de contacto visual de algumas consequências do derrame de chapapote na costa da Ucrânia (por um petroleiro fluvial!)
Ultimamente, se temos estado atentos, sabemos da frequência anormal e numerosa de incêncios florestais no nosso país. Somem-se os da Califórnia, mais um outro derrame em Coimbra, mais isto e mais aquilo...
Quer-se dizer, a vida corre. Vamos vivendo normalmente. Com os desastres do dia-a-dia não nos vamos preocupando, porque não são notícia. Notícia é um cão morder um homem...
Vamos vivendo a nossa vidinha, enquanto pelas nossas costas, às nossas custas, vamos alimentando as actividades que propiciam estes acidentes e estas notícias. Nós não somos notícia. Ninguém nos explica. Não pode haver relações de causa. Das consequências a longo prazo também pouco nos vêm falar. Ou se nos falam, persiste a sensação de que não é nada connosco, e que já cá não estaremos e (o pensamento estúpido de) "em que é que eu, SOZINHO, contribuo para isso?"
Sozinhos não é, semanticamente, uma palavra paradoxal?
Se há duas pessoas sozinhas, elas estão juntas. O botão que pode mudar isto tudo é pô-las a remar para o outro lado. Mas onde está o BOTÃO?
Os riscos existem. Os riscos ambientais, como os climáticos (cheias, secas, ondas de calor...), e os antrópicos (como os tecnológicos) fazem-se sentir. Ou será que estamos mais predispostos a reparar neles?
O fogo existe na natureza. É um dos 4 elementos. Assim, o fogo que causa o fumo somos nós quem o atiça.
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Edward Soja
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terça-feira, novembro 13, 2007
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Riscos
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Cesar
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segunda-feira, novembro 12, 2007
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Reciclagens: Portugal Provisório, Videoteca
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Rogeriomad
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domingo, novembro 11, 2007
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Reciclagens: BD/Cartoon
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Edward Soja
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quinta-feira, novembro 08, 2007
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Desertificação, Engenharia/Construção, Planeamento/OT, Regiões
Aqui há meses anunciámos a 3ª edição do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima. O Georden marcou presença e deixa-vos as principais ideias do que viu.
A tarde estava ensolarada (coisa que não nos tem faltado, aqui para cima) e convidava a um passeio pelos jardins. Alguma afluência, no dia em que os visitámos, como se pode perceber em algumas fotos. Como sabemos, o tema deste ano era o lixo, a reciclagem e a paisagem.
O Jardim das Avestruzes obrigava-nos a reflectir sobre o destino que acaba por ter o lixo que vamos produzindo: vai entranhar-se em tudo. Não só debaixo da terra, mas, em última análise, dentro de nós. "Que fazer face à perigosa acumulação de lixo e de embalagens que temos à nossa volta? Espetar a cabeça na areia como faz a avestruz? Fechar os olhos e virar as costas aos problemas não costuma dar qualquer resultado…Imaginem que neste jardim as árvores adoptaram a política da avestruz e, virando-se, trocaram a copa pela raiz."
Hiperbolização relembra-nos que, em caso de necessidade última, a construção dos nossos espaços podem / terão de incluir materiais recicláveis, produto existente em abundância.
Em Lixo - A Arte é Evitá-lo os jardins em fim de vida, ou abandonados (porque a Natureza criadora não dá fins, mas fins de ciclos), deixam os materiais com que foram tratados: máquinas de cortar relva, tesouras... que, assim, não passam de lixo. Cuidando dos espaços verdes evita-se o desperdício, parece ser a mensagem.
No Jardim de Cartão elucidou-se para a valorização e importância da reciclagem do papel, através de uma série de utilidades que acabam por fazer parte do nosso dia-a-dia e do nosso meio comum.
Em Metamorfose um conceito interessante que nos falava sobre a perspectiva: caminhando numa direcção (que pode ser lida como, "para o futuro") o jardim é uma realidade. Porém, quando fazíamos o percurso inverso, reparávamos que esse jardim escondia aquilo em que assentava. Correcto, lixo. Também pode ser lido como fazendo o lixo parte estruturante da evolução cíclica da natureza, que, se lhe dermos o tempo de que necessita, trata sempre de reciclar para nós.
O Homem que Plantava Árvores era mais eficaz. Porque as semeava. E podia utilizar, como qualquer um de nós pode, garrafas de plástico, que permitem as condições perfeitas para que cada rebento vingue e faça do nosso coração um mundo mais verde.
Jardim Reciclado chamou-nos à atenção para o que implica a produção de algo. Um determinado volume de recursos explorados e transformados implica uma produção de tantos quilos em lixo. Este ciclo destrutivo daquilo que a Natureza demora tantos anos a elaborar tem um preço altíssimo.
Como o Lixo Entra no Jardim é uma luta que temos de travar pelo destino adequado que devemos dar ao lixo (nos caixotes), para que o jardim europeu (por sinédoque, problema comum a todos os países) continue limpo e saudável. Por vezes, esse destino não é atingido. Por isso, entra o lixo no nosso jardim.
Para contactar com os trabalhos de tantos artistas, com plantas e ervas aromáticas dispostas em cada uma das instalações e para nos determos um bocadinho que seja nesta problemática, valeu a pena a visita. Para o próximo ano há mais. Dessa vez, 2008 será dedicado às energias!
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Edward Soja
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terça-feira, novembro 06, 2007
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Educação, Eventos, Fototeca, Minho
Running Fence, Sonoma and Marin Counties, California 1972-76
de Christo e Jeanne-Claude
Fonte: ChristoJeanneClaude.net
Uma vez, numa aula de Expressão Gráfica, disciplina que, pela orientação que a docente lhe deu poderia ter tido o nome de Educação Visual (o que eu agradeço), vi uma foto parecida com esta. É da autoria do famoso artista de origem búlgara Christo.
Educação Visual porquê? Ora, o nome di-lo claramente. E para não estarmos a dizer asneiras (quando não se sabe, procura-se saber), consultámos a página da Associação Nacional de Professores de Educação Visual e Tecnológica onde podemos ler que um dos objectivos da dita é desenvolver o sentido crítico. E passo a citar:
Estruturar uma posição de receptor consciente e crítico no sistema de comunicação em que está inserido, designadamente perante as solicitações visuais da publicidade. (do documento da Organização Curricular e Programas, p. 6)
No meio de tudo (não literalmente...) estão as distâncias e tudo o que isso implica. Por vezes, é possível contornar essa condicionante, tornando-as virtuais. A virtualidade (lá vem outra vez essa questão) em pouco se identifica com a realidade. E seguem-se dois exemplos:
1 - Se a distância entre Portugal e os Estados Unidos é igual à que separa os Estados Unidos de Portugal, então os estadunidenses deveriam ver tantos filmes portugueses como nós vemos os filmes deles (e já não falo da língua, pois temos a terra-mãe ali mais em cima...)
2 - Os meios de comunicação (isto é, os que nos põem em contacto físico e linguístico) encurtam as distâncias. Claro. Mas, por outro lado, exclui e afasta aqueles que não dispõem deles.
Enfim, virtualidades do mundo moderno e da globalização.
Estas são implicações que não parecemos muito preocupados em combater. Consequências já não palpáveis, que possamos agarrar, com a nossa força braçal.
Há poucos meses, numa entrevista ao DN (de que podemos ler um excerto), José Saramago, profetizou a integração dos povos de Espanha com os de Portugal, nascendo daí a Ibéria, nome que não é novo para ninguém.
Que consequências adviriam dessa união?
A manter-se o clima de paz, que ameaças representaria tal feito histórico (e cartográfico, já agora)?
Depois de ler a notícia e reflectir sobre este assunto, convidamos o leitor a participar no inquérito que temos ali do lado esquerdo. As votações estão abertas!
Alguém tem medo do debate?
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Edward Soja
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segunda-feira, novembro 05, 2007
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Reciclagens: Antropologia, Espaços escritos, Globalização, História
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Rogeriomad
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domingo, novembro 04, 2007
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Reciclagens: BD/Cartoon, Economia, Globalização
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Edward Soja
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sábado, novembro 03, 2007
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Reciclagens: Manifestos, Média, Videoteca
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Rogeriomad
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sexta-feira, novembro 02, 2007
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Reciclagens: Açores, Legislação, Planeamento/OT
“Distantes e temperados os Açores permanecem levemente turísticos. O perfil dos turistas é de turistas independentes que ficam em regime de “bed & breakfast”. O ecosistema está em grande forma. As baleias são ainda uma visão comum. A cultura local é forte e vibrante. É comum ser convidado para a casa das pessoas para jantar, ou ser recebido com uma refeição comunal durante um festival”, escreve Jonathan B. Tourtellot, autor do texto.
Reciclado por
Cesar
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sexta-feira, novembro 02, 2007
2
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Reciclagens: Açores, Turismo/Lazer