"O desabafo do último escuteiro"
Por LEM, 2006.
Por LEM, 2006.
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Rogeriomad
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, BD/Cartoon, Transportes/Mobilidade, Turismo/Lazer
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Edward Soja
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Reciclagens: Biblioteca, Geógrafos, Livro do mês
Relembramos que está a decorrer o inquérito sobre músicas que vos propomos para ouvirdes na AntenaGeo.
O prazo de votação é alargado, o que fará com que os resultados só sejam conhecidos bem após o Natal.
Mas lá diz o dito:
"Natal é quando a gente quiser".
Participem! A blogosfera é assim mesmo.
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Edward Soja
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Reciclagens: Inquéritos


A Horta Pedagógica e Social de Guimarães é um espaço de domínio público onde se possibilita a melhoria da qualidade de vida das populações e o aumento da experiência prática e sensorial na ligação com a Natureza que se traduz na possibilidade de contacto entre a população e as espécies agrícolas que utilizamos na nossa alimentação, através do seu envolvimento em diversas actividades.
A Horta Pedagógica apresenta um conjunto de actividades de educação ambiental, nomeadamente um espaço dedicado à compostagem, disponibiliza diversos serviços e promove múltiplas iniciativas, nomeadamente para festejar datas comemorativas do calendário rural/ambiental."
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Rogeriomad
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Arquitectura, Cidades, Educação, Minho, Planeamento/OT, Turismo/Lazer, Urbanismo
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Rogeriomad
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Reciclagens: Ambiente/Ecologia, Efemérides, Minho
Por LEM, 2006.
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Rogeriomad
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Reciclagens: BD/Cartoon, Economia
Vidal: São Vicente, Braga, Novembro 08
Esta é a senhora do(s) caminho(s) que se bifurcam. Guardiã de uma área onde se mesclam os bairros antigos, ruas e ruelas, viadutos e pontes aéreas, enclausurados entre filas de prédios. Se procurarmos bem, nichos de casas antigas prolongam edifícios enormes e, mais além, sem sabermos bem como, estamos ao lado de uma via rápida (embora fora-da-lei) e de um galinheiro ou pombal. Por vezes as deambulações simplesmente não tem um “caminho” definido. De igual modo, essas estradas que se bifurcam levar-nos-ão a algum lado? A atentar no jornal Público de 11-12-08, quer-nos parecer que não: só este ano “faliram 440 empresas no distrito de Braga”, um “aumento de 50 por cento face a 2007”. Fala-se de “sangria”, “pré-colapso” e até de “ruptura social”. Acontece que há anos a esta parte se sucedem os estudos e os planos de apoio, hoje claramente malfadados (dizem eles) por essa pantomina universal que se denomina crise, espécie de entidade etérea, sem (parece que também nos dizem) controlo, ou mão humana. Maneta, pois. Talvez seja por isso que a senhora parece estar tão zangada. Por vezes é nisto que penso enquanto vagueio tempo sem fim.
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Vidal
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Reciclagens: Cidades, Flâneur, Foto do mês, Fototeca, Minho, Regiões
Público, 09.12.08, p.18
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Edward Soja
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Reciclagens: Algarve, Engenharia/Construção, Espaços escritos, PIN, Planeamento/OT
Caros visitantes,
Chamamos à atenção para o novo inquérito ali ao lado. Desta vez sobre o nosso serviço de divulgação musical AntenaGeo (na barra lateral do blogue).
O Georden dá-vos prendas imateriais.
Sugestões para especificar o que quereis ouvir são bem-vindas. O espaço deste ecoponto (caixa de comentários) serve para isso mesmo. Participem!
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Edward Soja
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00:01
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Reciclagens: Inquéritos, Música
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Edward Soja
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09:43
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Reciclagens: Cidades, Economia, Espaços escritos
Por LEM, 2007.
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Rogeriomad
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Reciclagens: BD/Cartoon, Economia
Já não sei mais o que dizer.
Nem sei como é que ainda conseguimos falar.
"Vivemos tempos de ignomínia", alguém escreveu uma vez.
Simplesmente não compreendo porquê tantas dúvidas, tantas reticências, tanta vontade em saber as respostas, em entender as explicações, em analisar os argumentos.
Simplesmente não compreendo.
Sinto.
Simplesmente sinto e não consigo escapar às tragédias que nos preparam para a hora de jantar.
Não. As palavras já não servem.
Lixo - já não tem o mesmo significado.
Podridão - já não tem o mesmo significado.
As palavras não podem transmitir o que significam as palavras "fedor nauseabundo".
As palavras estão gastas e já ninguém parece comunicar.
O grande silêncio da incomunicação.
"O público é a retrete", disse alguém uma vez.
Toda a gente tem as suas dúvidas, manifesta a sua indignação, expõe as suas reticências, quer saber porquê...
MAS PARA QUÊ????
Há um governo, mascarado de Estado, que vai a correr salvar os coitadinhos dos jogadores do casino que, no jogo da sorte, ficaram sem os seus trocados.
Como é que é possível HAVER PESSOAS a tentar perceber o que levou o Estado a fazer isso?
Simplesmente não compreendo.
Não compreendo essas pessoas.
Nem o Estado compreende...
Nem o Estado sabe já o que mais dizer.
(Ainda não percebemos que estamos em tempos de acções?)
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Edward Soja
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Reciclagens: Manifestos
Cacela Velha, Vila Real de Santo António (Algarve)
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Rogeriomad
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16:52
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Reciclagens: Algarve, Escapadinhas, Eventos, Regiões